Uma cabra e um asno comiam ao mesmo tempo no estábulo. A cabra começou a invejar o asno porque acreditava que ele estava melhor alimentado, e lhe disse:
- Tua vida é um tormento inacabável. Finge um ataque e deixa-te cair num fosso para que te dêem umas férias.
Aceitou o asno o conselho, e deixando-se cair, machucou todo o corpo.
Vendo-o o amo, chamou o veterinário e lhe pediu um remédio para o pobre. Prescreveu o curandeiro que necessitava uma infusão com o pulmão de uma cabra, pois era muito eficiente para devolver o vigor. Para isso então degolaram a cabra e assim curaram o asno. Esopo
Moral da Estória: Em todo plano de maldade, a vítima principal sempre é seu próprio criador.
LEI DA AÇÃO E REAÇÃO
Isaac Newton, considerado o pai da mecânica clássica, postulou três leis que regem até hoje, o estudo do mundo macroscópico.
A terceira Lei afirma que: "À toda força aplicada sobre um corpo, corresponde uma reação de mesma intensidade, direção e sentido contrário, que age sobre quem a aplicou" .
Traduzindo em miúdos, o que Newton afirma e que tem se verificado na prática, é que se há uma batida entre um Fusca e um caminhão, a força que cada um faz sobre o outro é exatamente a mesma! Os efeitos são diferentes, pois o Fusca tem massa muito menor do que a do caminhão.
Se pensarmos sobre essa lei de maneira mais ampla, veremos que é exatamente assim que o Universo funciona. O que lançamos para os outros, acaba retornando para nós! Não há como fugir desse princípio básico.
Por isso, todas as filosofias defendem uma "elevação" dos pensamentos e emoções.
Não é lógico? Se lançarmos amor, é o que receberemos de volta e mesmo que nos enviem sentimentos menos nobres, seremos como o caminhão, o efeito sobre nós será muito pequeno.
PENSE SOBRE ISSO!
Contribuição de Rose Lane Romero da Rosa - psicóloga junguiana [email protected]
e Márcia Caminada - física e pesquisadora [email protected]
www.epidauro.com.br
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3/1/2006 1:43:52 PM -
É bem verdade. E nosso coração, nossos sentidos e experiência até, nos confirmam no quotidiano estas coisas.
Muitas vezes não o percebemos ou aceitamos, porque estamos demasiado cingidos ou atados a um objectivo em concreto e acabamos penalizando (expressando-me como um fotografo) a própria objectiva de “grande angular”. A capacidade de olhar em volta, perifericamente, enquanto nos dirigimos em frente.
Aliás esta capacidade de tomar nas mãos um determinado propósito com firmeza, mas simultaneamente não perder o domínio de si próprio e acabar correndo o risco de enrijecer, é uma característica forte das pessoas que procuram encontrar o sentido das suas existências sobre o plano dos dias.
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