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Lidando com pessoas difíceis  
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Lidando com pessoas difíceis

por Maria Silvia Orlovas

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Como ensinam os mestres, a convivência é o grande instrumento de elevação espiritual. Pode não parecer muito bonita esta idéia, mas com certeza esse argumento é coberto de verdade. Porque é muito fácil fazer meditação num grupo, ter idéias iluminadas sobre trabalho, amor ou vida pessoal, enquanto faz uma viagem astral. O difícil é trazer para o mundo objetivo a concretização dos sonhos, e não há empecilho maior do que a convivência diária com pessoas difíceis. Mas vamos tentar analisar um pouco melhor o que pensamos sobre pessoas difíceis.

Alguém pode ser muito difícil para mim e para uma outra pessoa pode até se mostrar como uma pessoa tranqüila e bem humorada. Muitas vezes, quando converso em terapia com pessoas que reclamam dos seus relacionamentos, encontramos esse tipo de dissonância. São casamentos em desarmonia, irmãos competindo uns com os outros, concorrência no trabalho criando um ambiente confuso e sem educação. E por que tudo isso? Por que viver em desarmonia com as pessoas a nossa volta?

Foi esta a questão que trouxe Lúcia, professora universitária, a fazer uma Sessão de Vidas Passadas comigo. Casada há 15 anos, com duas filhas pré-adolescentes, ela se dizia atacada pelo mau humor do marido. Vimos em Vidas Passadas uma pessoa presa, sem expressão, numa vida como camponesa. Em seguida, vieram histórias de guerra, combate e morte, que trouxe para essa pessoa um sentimento de impotência. Trabalhamos a limpeza da energia e ela se sentiu melhor.
Terminado o contato mediúnico, ela me explicou que fazia de tudo para se dar bem com o marido, mas que a convivência estava indo de mal a pior. Sofrida, ela me contou que ele gritava com ela sem respeitar a presença das crianças, mas que na frente de amigos se mostrava sorridente e amistoso. Em lágrimas, ela perguntava como contornar a situação.

Ficou claro que, por vários motivos, Lúcia não sabia mais impor limites nas relações. Foi baixando a guarda, fazendo concessões no casamento, aceitando ser maltratada e com isso sua auto-estima foi sendo dilapidada. Ela não sabia mais o que podia aceitar e em que momentos deveria dizer não. E infelizmente, amigo leitor, devo dizer que esse tipo de situação é muito mais comum do que podemos imaginar. Quantos casamentos, relacionamentos vão se perdendo na falta de respeito, na falta de carinho. Um quadro assim pode ser mudado, mas, em primeiro lugar, a pessoa que tenta o tempo todo contemporizar, agradar, precisa olhar fundo para si mesma e entender até que ponto pode ceder.

Não podemos e nem devemos ceder sempre. Muito menos ficar com raiva acumulada dentro de nós. Faz parte da evolução espiritual aprender a colocar limites, valorizar-se, desenvolver a compreensão com o próximo. Mas, ao mesmo tempo, não assumir uma postura omissa. Quando algo incomoda é saudável entender o porquê. É saudável também aprender a dizer não sem raiva. Porque se guardamos nossos sentimentos ou nos permitimos esbravejar, perdemos a razão.

Lamentavelmente, o mau humor, que é sinônimo de má energia, adoece muita gente. Você não verá pessoas evoluídas se corroendo de mau humor... e não é porque essas pessoas não têm problemas ou desafios. Pois enfrentar dificuldades faz parte da vida, lidar com pessoas envolve todos nós. O que as pessoas mais evoluídas espiritualmente aprenderam, e que devemos nos esforçar para seguir o exemplo, é que temos luz para agir, e não devemos tentar nos esconder daquilo que nos incomoda. Se algo não está bom, olhe para o problema. Use seus instrumentos para lidar com o assunto. Reze bastante, medite, tente encontrar a luz dentro de você. Mas com coragem, humildade e paciência. Não deixe de tomar atitudes práticas frente às questões em desarmonia. Deus também se revela nas transformações.

Se você desejar mergulhar um pouco mais nesse mundo acesse meu Blog: https://mariasilviaporlovas.blogspot.com/

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Autor: Maria Silvia Orlovas   
Maria Silvia Orlovas é uma forte sensitiva que possui um dom muito especial de ver as vidas passadas das pessoas à sua volta e receber orientações dos seus mentores.
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Publicado em 02/10/2011

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