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Somos nossa melhor companhia



Nem sempre podemos contar com os verdadeiros amigos mas, podemos, com certeza, contar com a nossa melhor ou pior companhia, tudo vai depender de como anda nossa relação conosco mesmos.

Quem afinal, passa a maior parte do tempo conosco, exceção de nós próprios? 
De quem é a responsabilidade do nosso estado de espirito, da falta de paciência, da intolerância e de  nossos momentos turbulentos?

 Então a pergunta é: “Como vamos nos aguentar passando pela vida, sendo pessoas intolerantes, mal humoradas, briguentas, raivosas, ciumentas ou impulsivas?”  
 Não fica tão difícil responder esta questão, quando nos damos conta de nossa pequenez moral, descobrindo o quanto é pesado nosso fardo, diante da ignorância, do preconceito, da soberba e, principalmente, do egoísmo – a grande chaga da humanidade que nos destrói, trazendo a discórdia e a desunião.

E este dar-se conta é o despertamento da nossa consciência, chamando-nos de volta para casa, lembrando-nos da importância da leveza do ser e do autoamor. 
A nossa criança interior que precisa ser resgatada e amada em prol de termos uma vida mais plena e realizada.
Esta viagem interior se inicia a partir do momento em que nos despimos de nossas máscaras, personas, preconceitos, velhas crenças, abrindo espaço para o novo, visando tomarmos posse de quem verdadeiramente somos.  

Sabemos que não é um caminho fácil, porém, ele torna-se seguro e confortável, à medida que vamos desbravando nosso ego, encarando de frente nossas sombras, reconhecendo e acolhendo-as, tendo a rara oportunidade de através da linha do tempo da vida, observarmos cada passo, cada detalhe da nossa caminhada.
Quando conseguimos olhar para dentro, focando na positividade, buscando resgatar as respostas para todas inquietações do nosso espirito, conseguimos perceber que tudo, absolutamente tudo, está realmente dentro e não fora como muitas pessoas ainda acreditam.

O autoconhecimento nos ensina sobre um viver harmonioso, em prol de uma vida equilibrada, saudável e amorosa; cabendo a cada um de nós acender a luz da própria consciência para que, afinal, ela se expanda através do amor, fundindo-se com a escuridão que, também é parte nossa.
E quando a escuridão surgir, diante de nossas atitudes adversas, ainda assim é possível conjugar os verbos:  reconhecer, acolher, aceitar, observar, aprender e, acima de tudo, ressignificar toda e qualquer situação negativa.

Estar de bem consigo mesmo é conseguir enxergar além das aparências do ego que, muitas vezes, tentamos passar para os outros e, da mesma maneira, olhar para si com os olhos da alma, da compaixão, da verdade intrínseca que habita dentro de casa um de nós.
Somos luz e sombra, anjos e demônios, vivenciando através da dualidade da vida tudo o que precisamos aprender, em prol do nosso aperfeiçoamento moral e espiritual; reconhecendo que apesar de tudo, todos somos seres de Deus, dele viemos e para Ele retornaremos.

Texto Revisado

Publicado dia 10/2/2021
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Autor: Tania Paupitz   
Tânia Paupitz é Artista Plástica e Professora de Artes, há 30 anos, sendo sua marca registrada as cores fortes e vibrantes, influência dos estudos de vários artistas Impressionistas como Pissarro e Van Gogh. Cursos de Pintura para Pintura em Óleo ou acrílica sobre tela -iniciantes ou não. www.taniapaupitz.com.br wathsapp - 48 999723446
E-mail: tania.paupitz@gmail.com | Mais artigos.

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