Paralisei, e agora?

Paralisei, e agora?
Autor Mariana Viktor - euenos@coachderelacionamento.com.br
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E lá vinha você num embalo de tudo-pronto-pra-dar-certo, quando eis que alguma força estranha puxa o freio de mão e você congela num efeito especial como o do filme Matrix, e sua realidade pára por uma semana, um mês, um ano... E aquela motivação gostosa com sabor de prosperidade e realização é subitamente engolida por um monstro invisível com uma boca enorme. E aquele impulso intenso de vida que veio lá do fundo da alma esmorece sem explicação.

Depois, entre um suspiro chateado e outro cheio de culpa, tudo é transferido para um futuro tão próximo que bastaria dar mais um passo. Só mais um. Mas suas pernas parecem subitamente pesar 20 toneladas e é como se aquele futuro que poderia até ser tocado com a ponta dos dedos se transformasse numa miragem. Feito ilha paradisíaca, oásis, deleite, celebração, estado onde você poderia estar agora, não fosse essa coisa invisível que barra a passagem, mesmo V. querendo e querendo muito. E você sabe que não puxaria o freio nessa hora, não agora que só faltava um metro metafórico; foi um “não” bizarro dentro de você que fez isso: o tal monstro invisível de boca grande.

E que “não” foi esse?
Talvez seja um não à liberdade de acreditar que você pode escolher o desconhecido? E que apenas parece mais seguro ficar na zona de conforto?
Talvez o “não” onde você esteja imerso agora seja o de abrir o coração de novo?
Ou de finalmente voltar a estudar?
Quem sabe o de pedir demissão e abrir um negócio só seu?
Pode ser o medo de dar o grito do nascimento e crescer?
Quem sabe seja só um não tão pequenino como o de desistir de sair nesta noite linda e estrelada e preferir o sofá?

“Quero, mas não consigo, não vou, não é pra mim”.
Entra-se num estado gelatinoso: mesmo movendo as pernas, não conseguimos sair do lugar. Mesmo continuando a viver, a trabalhar 8 horas, coração bombando firme, a gelatina é o contexto interno agora e é lá dentro que fazemos isso tudo. Aí você pensa e pensa, se culpa e se culpa, não consegue entender e se chama de banana, criando um diálogo interno muito derrotado porque o cocô da mosca do cavalo do bandido parece ter mais poder pessoal.

Quem nunca se sentiu assim?
Mas calma, tá? Porque agora vem a boa notícia: o monstro não existe e a gelatina também não. E você poderá dar o play quando quiser naquela cena congelada!
Mas, como?
Colocando na mesa da sua consciência os seguintes elementos bem práticos:

1 – Mereço, sim!
Dê apenas 1 motivo real pra não merecer tudo de bom que houver nesta vida. Você só tem a sensação de não merecer e não sabe exatamente o motivo? Então relaxe, isso significa que não existe motivo real, apenas a imaginação de ter feito algo que exija autopunição. No mais, quem nunca magoou alguém sem querer? Quem nunca errou? Isso faz parte da condição humana. Exigir perfeição de si mesmo é exigir algo que jamais vamos alcançar, pense nisso.

2 – Vá devagar.
Muita gente protela porque se impõe um ritmo, interno ou externo, além dos seus limites e isso paralisa, sim. O problema é achar que é preciso fazer tudo de uma vez. Quem disse isso? Portanto, não crie a mensagem do “impossível” na sua mente. Uma coisa por vez, pequenas metas por dia e você chega lá.

3 – Olhe para o que quer.
Acredite, muita gente congela assim que foca o olhar nas dificuldades. E como tudo tem algum grau de dificuldade, o risco é desistir de qualquer coisa antes mesmo de começar. Então, abra seu caminho olhando para o que você quer realizar. Assim, mesmo que a mente crie vilões como a preguiça, você não será derrotado por eles, porque seu desejo de chegar lá será maior e seu foco estará firme no ponto de chegada. É exatamente como escalar uma montanha: não olhe pra baixo.

4 – Desarme a autocrítica.
Lembrando que ela não passa de um conjunto de “vozes” que provavelmente não são suas, mas de familiares, professores, colegas de escola. Pergunte-se: “Quem disse que não sou capaz e em que ocasião? Com quem aprendi que o desconhecido é sempre perigoso e como tem sido a vida dessa pessoa que não ousa arriscar? De onde tirei a ideia de que não posso ser feliz no amor? Por que acho ridículo voltar a estudar com essa idade”?
Vá questionado seu crítico interno e confronte-o com a realidade. Questione também as generalizações que o crítico faz, como: “eu nunca...”, “eu sempre...”. Nunca mesmo? Sempre mesmo?

5 – As armas secretas.
Se depois de colocar em prática as dicas acima você continuar paralisado(a), saiba que existem recursos muito eficientes para virar o jogo, como a EFT, a PNL, o Thetahealing, o Coaching, a mudança de autoimagem etc..

Texto revisado

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Conteúdo desenvolvido por: Mariana Viktor   
Meu propósito é conduzir você através de uma jornada gostosa e surpreendente para o seu verdadeiro EU, melhorando o seu relacionamento com você mesmo e com os outros. Currículo: http://www.somostodosum.com.br/e.asp?i=13774 Contato para atendimentos individuais ou de casais em crise: euenos@coachderelacionamento.com.br
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