Amor e ódio num mundo em transição

Amor e ódio num mundo em transição
Autor Flávio Bastos - flavio01bastos@gmail.com
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"Éramos todos humanos até que a raça nos dividiu, a religião nos separou, a política nos dividiu e o dinheiro nos classificou". (Deva Nishok)

Dois polos, dois sentimentos antagônicos que envolvem a vida humana desde que a capacidade intelectual e as relações interpessoais marcaram presença nas interações coletivas.

Nessa dinâmica do vai e vem dos relacionamentos humanos, onde os sentimentos e as emoções brotam naturalmente do âmago de cada ser dotado de inteligência e livre arbítrio, amor e ódio estiveram presentes durante a trajetória terrena dos espíritos imortais, sendo responsáveis por grandes conquistas na área da ciência como nos estudos que transcendem o científico ao percorrer caminhos nunca antes trilhados, mas que acrescentaram qualidade e conhecimento à vida terrena. Por outro lado, muitas guerras acompanhadas de genocídios em larga escala, também marcaram a trajetória do homem ao longo dos milênios. Ou seja: o afeto, a criação, a descoberta e a crueldade fizeram parte da longa caminhada travada entre dois sentimentos conflitantes, o amor e o ódio.

Com o passar dos anos, os grandes conflitos bélicos arrefeceram, mas não cessaram as ameaças até a humanidade chegar a um ponto crucial de alto risco para a sua sobrevivência: a guerra nuclear, que poderá provocar a autodestruição da espécie humana encarnada no planeta Terra.

No entanto, repentinamente surge uma pandemia de abrangência mundial, que obriga as potências bélicas e econômicas a repensarem muitas coisas e a redefinirem estratégias traçando como prioridade o combate ao inimigo comum: o covid-19. Essa brusca quebra de paradigma, leva ao surgimento de ações solidárias e atos de caridade que estimulam a energia do amor entre nações e indivíduos.
Porém, pelo lado obscuro da questão, o negacionismo da pandemia provoca perda de controle sanitário e ocorrem milhares de óbitos que poderiam ser evitados com compromisso e responsabilidade de governantes, Tal descaso com a vida humana expõe o lado perverso de nossa natureza, onde a energia contrária ao amor divide morada com a energia de sentimentos nobres.

Portanto, a nível mundial, a pandemia do novo coronavírus expõe como nunca havia exposto, os sentimentos antagônicos para que os habitantes do planeta Terra, em fase de transição de sua energia vibratória, percebam mais nitidamente qual o caminho a seguir durante a fase pós-pandêmica, quando inicia propriamente dito, uma época de Regeneração Espiritual, que substitui a anterior, de Provas e Expiações.

Nada é por acaso quando temos "olhos de ver e ouvidos de ouvir", ou seja, uma percepção especial dos acontecimentos que envolvem a nossa realidade e definem caminhos antes inimagináveis. E a pandemia veio pra mostrar de forma subjetiva mas lúcida, o que o indivíduo precisa transformar em si próprio para entrar em sintonia com às exigências dos novos tempos de significativas mudanças na energia do planeta.

Nessa direção sem volta, quem ainda não percebeu a luz que começa a nos envolver é porque permanece alienado para a abertura da vida sob uma nova perspectiva: o predomínio do bem nas inúmeras relações de convívio humano, onde o mal, lentamente, começa a ser remanejado para esferas afins ao seu nível de conhecimento e evolução.

A ignorância, o ódio, a prepotência, o orgulho e o egoísmo, que tanto mal causaram à humanidade no decorrer dos milênios, começa a perder força de influência, e aqueles espíritos que não se adaptarem à nova realidade planetária, reencarnarão em mundos compatíveis com o seu nível de consciência e evolução espiritual. É a lei da reencarnação válida para todas as humanidades do universo.

Contudo, até o mal ser completamente erradicado da orbe terrestre, muitas dificuldades e contratempos definirão os rumos do homem e seu planeta. O ganho com a fase de transição em curso, resume-se no "foco voltado para o bem comum", que nos mostrará, através da intuição, a direção a seguir na construção de um novo paradígma para a vida em sociedade.

Na dinâmica de megatransformações, nada muda radicalmente de um momento para outro. O novo homem precisará de tempo para adaptar-se à uma nova realidade de regeneração espiritual, que começa na sensibilidade apurada e focada na contrução de um novo amanhã.

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Conteúdo desenvolvido por: Flávio Bastos   
Flavio Bastos é criador intuitivo da Psicoterapia Interdimensional (PI) e psicanalista clínico. Outros cursos: Terapia Regressiva Evolutiva (TRE), Psicoterapia Reencarnacionista e Terapia de Regressão, Capacitação em Dependência Química, Hipnose e Auto-hipnose, e Dimensão Espiritual na Psicologia e Psicoterapia.
E-mail: flavio01bastos@gmail.com | Mais artigos.

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