Você consegue se enxergar?

Autor Ana Carolina Reis - crystalbungalow@gmail.com
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Essa frase – que muitas vezes conota algo negativo, pejorativo – representa bem o nível de autoconhecimento que um aspirante espiritual precisa ter, se conhecer, se descobrir, o famoso: “quem sou eu?”

Em camadas, vamos desmembrando os envoltórios dos corpos físico, emocional, mental e espiritual – como cascas de cebola – analisando-os minuciosamente, seja pelo método tradicional com um terapeuta, seja por um mero espelho de mão.

Se conhecer envolve essa busca do eu, de querer enxergar-se realmente.

O que é se enxergar?

É olhar profundamente as janelas da alma e encarar as dores sombrias, os medos, as incertezas, a solidão, a carência, os ciúmes...

É encarar a si mesma: suas olheiras, estrias, rugas, cabelos brancos, barriguinha pulando para fora... imperfeições? Ditadas por quem, pela sociedade?

Olhar os seus “defeitos” ou erros de caráter (ou até uma dificuldade com a aparência) parece ser o nível mais fácil desse autoconhecer-se.

E quanto a admitir sua beleza? Suas qualidades? Sua alegria? Sua exuberância? Sua capacidade de ser única, entre tantas mil?

Essa parece ser a parte mais difícil, pois é diferente da vaidade comum ou daquela suposta “autoconfiança” de peito e bumbum empinado... não.

É ter a humildade de se valorizar e a honestidade de integrar esse aspecto positivo com o negativo. Um não anula o outro, são como polos/lados de uma mesma moeda. Não existe um sem o outro. Não existe um só lado da moeda, ou um lado do papel, um já implica o outro...

Esse é o aspecto do mundo dual em que nos encontramos: “o dia e a noite, as quatro estações”... como já dizia uma canção.

Saber se enxergar é saber se ver verdadeiramente, sem máscaras e, também, sem arrogância, sem falsa modéstia e sem crítica.

Aceitar-se: Eu Sou o que Sou – como ensina minha apostila de Reiki que leio praticamente todo mês com os alunos.

Eu Sou a Luz

Eu tenho as trevas (enquanto não me conscientizo e integro 100% quem eu sou)

Eu Sou ela (a personalidade)

Eu Sou eu (a essência divina)

Sou adulta, criança e velha

São tantas em mim:

Carol, Ana, Aurora.

Sou uma inteira para a vida inteira!

@aurorapachamama
www.espacopachamama.com



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Autor: Ana Carolina Reis    
Responsável pelo Espaço Aurora Pachamama. Graduada em Psicologia, pela UFCSPA. Especializanda, pelo CEFI. Terapeuta de Práticas Integrativas (CRTH-BR 6400 ABRATH). Mestre em Seichim e Reiki (Diversos Sistemas). Cristaloterapeuta pela "The Crystal Academy of Advanced Healing Arts". Autora dos livros: "Xô, depressão!" e "A Sabedoria dos Cristais".
E-mail: crystalbungalow@gmail.com | Mais artigos.