Os trabalhadores da Seara Azul - Parte I

Os trabalhadores da Seara Azul - Parte I
Autor Anya Piffer - [email protected]
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De início, nós éramos muitos. E com o passar do tempo, pouco a pouco, fomos aumentando o número de acordo com as condições que nos eram propostas. Após um longo tempo, deixamos vários como nós para trás, já que se recusaram a caminhar junto conosco.

Depois de outro tanto de tempo, passamos a caminhar junto a outros seres e nos misturamos e aprendemos muito daquilo que nós não sabíamos. Agregamos esses conhecimentos aos que já havíamos conseguido e nos tornamos mais fortes e confiantes.

Tomando posse desse conhecimento e das possibilidades de participar de uma grande missão evolutiva, passamos a fazer nossas tarefas de forma mais individualizada. E nesse período fomos separados, devido a uma necessidade momentânea.

Nesta fase, passamos a cuidar individualmente de uma quantidade de seres. Foi um momento bem doloroso, porém necessário. Deixamos para trás tudo e todos aqueles que nos acompanharam até aquele ponto. Era como perder tudo para ganhar algo novo. E nessa nova fase, sentimo-nos desmotivados e não entendíamos o que havia sido proposto e o que havia dado errado.

Mas em pouco tempo já fazíamos as tarefas que foram programadas para nós junto a um grande povo que nos ouviam atentamente e esperavam muito de cada um de nós, nos vários pontos onde estávamos.

Fomos entregando aqueles conhecimentos adquiridos ao longo de um grande percurso que fizemos, para aqueles que ali estavam e que sentiam necessidade de muitas informações. Bem devagar, fomos trazendo cada informação, cada luta, cada necessidade e trabalhando essas necessidades de tal forma que ao término deste processo éramos quatro a cinco vezes mais em número e quinze vezes mais em conhecimento.

Em seguida, fomos novamente unidos aos antigos irmãos que iniciaram a caminhada, mas desta vez não iriamos sair em batalha. Percebemos que estávamos mais próximos uns dos outros do que imaginávamos e partimos novamente para outras missões que nos possibilitariam arrebanhar um número ainda maior de novos irmãos e com isso, passaríamos a ter a oportunidade de nos encontrar quando fosse nossa vontade, já que ganhamos do Criador o dom do encontro através do nosso deslocamento mental.

Percebemos uma grande afetação dos nossos canais energéticos ao utilizarmos os recursos mentais. Havíamos adquirido um considerável respeito dos nossos ancestrais e mestres siderais.

Em alguns momentos nós nos percebíamos mais potentes que em outros. E na medida que nos dispúnhamos ao trabalho, logo, essa longitude deixava de existir e passávamos a ser novamente um núcleo de seres em fase de reconstrução dos nossos novos postos de trabalho e moradias temporárias.

Avançamos novamente no tempo e em novas obras. Ganhamos mais dons divinos que nos eram sinalizados através dos nossos canais espirituais e marcados com pequenos pedaços de um material constituído por energia densificada para que pudéssemos ser deslocados, a qualquer momento, para todo e qualquer lugar onde fossemos solicitados.

Esses deslocamentos ganharam espaço dentro do universo e esses dons foram se marcando em nossos corpos astrais de tal forma que hoje fazem parte do nosso Ser e se tornaram a nossa grande arma para as defesas de densas energias que emanam de todos os sistemas planetários.

Foram momentos de muita contemplação com o uso dessas ferramentas, até que um de nossos maiores e melhores escudeiros resolveu se virar contra a própria luz e partiu em busca de seu outro lado, muitas vezes, evidenciado em alguns combates que fizemos.

Foi muito doloroso para todos nós, perdermos aquele Ser, já que ele havia sido um dos nossos mestres no início do processo do trabalho dentro da esfera da matéria densa condensada em corpo. Juramos resgatá-lo, mas isso nos custará a própria eternidade. Passamos por muitos momentos, onde seríamos lançados ao fogo das vaidades e da ignorância, caso não fosse ele a nos retirar de lá e nos conceder o dom da espera e da confiança.

Todas as atitudes que despertamos ao longo dessa caminhada nos prepararam para chegarmos neste momento de grande e potente transição planetária e podermos ajudar o processo desta transição sem nos perdermos e perder aqueles a quem viemos preparando.

É dessa forma que a evolução acontece. Recebemos e doamos a todo o momento e esse movimento contínuo nos faz refletir no nível de envolvimento que todos nós temos dispensado a cada um que cruza o nosso caminho.

Essas histórias de nossas trajetórias são apenas filamentos de passagens pelas quais fomos levados, considerando as informações disponíveis em vossos planos. Entretanto, existem outras tantas histórias de tempos em que nem mesmo os registros mais antigos de sua civilização poderiam levantar. Trata-se de tempos em que apenas a grande maestria sideral tem conhecimento e o seu conteúdo encontra-se guardado por verdadeiros guardiões do espaço do fogo sagrado.

As origens dessas histórias são registros lendários que podem ser encontrados com mais facilidades nas constelações mais próximas a este plano. Mas as obras feitas pela corrente de escudeiros fora de tal importância que hoje podemos nos considerar vencedores das batalhas mais difíceis entre o espaço maior e as trevas da ignorância.

Desta vez estamos em contato direto com o vosso estágio de evolução. Não temos todos os dons que outros mestres conquistaram, mas dispusemos de muitos e com potência para adentrar e sair, abrir e fechar, impulsionar e frear, tamanha a potência de luz que for necessária para essa caminhada planetária, levando a construção de novas moradias intergalácticas e novos moradores na dimensão dos grandes escudeiros do astral.

Mensagem canalizada por Anya Piffer em junho/2010

Garrorocho / Comendador Asthoram


Continuar na Parte II

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Conteúdo desenvolvido por: Anya Piffer   
Escritora | Mentora | Terapeuta E-mail: [email protected] anyapiffer.com.br
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