A história da gêmea que sobreviveu

A história da gêmea que sobreviveu
Autor Wilson Francisco - wilson153@gmail.com
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Lourdes teve uma gestação complicada. Pressão arterial alta causou o rompimento parcial da bolsa e o menino não sobreviveu.

Cintia nasceu bem e é hoje uma linda moça. Veio pra terapia, apresentando bloqueios, angústias e sensações estranhas. Diagnostiquei, por intuição, processo de desimpregnação, com Ossaim e Sauna Sagrada e dirigi minha atenção para a ocorrência da morte do seu irmão gêmeo.

Ela não tinha muita informação e nem memórias do que ocorreu. Sua mãe contou.
Sua filha, ainda criança, teve um problema no pescoço. Característica de meningite. Não aceitou. Em sintonia com seu caboclo, foi numa benzedeira. A menina ficou boa. Foi recomendado que a levasse até a casa grande (cemitério) oferecer flores em homenagem ao anjinho que ela perdera.

Foram, ela, uma amiga e a filha. A menina pediu três rosas e separando-se dela foi até uma campa colocar a flor. A mãe ficou espantada, a princípio. A amiga, assustada saiu do cemitério. A campa que a Cíntia escolheu era de um menino falecido em 13 de agosto de 1981. Data da nascimento dela e da morte do Salomão, seu irmão.

Fato ainda mais extraordinário. Quando elas viram a data, a rosa, ainda em botão, abriu-se em direção delas e toda dor do pescoço desapareceu.

Investigando sua vida, encontrei material importante na Seicho-no-ie; eles recomendam processo e oração para os anjinhos, abortados.
E num artigo da Dra Giselle Fachetti, ela fala sobre suas experiências com gêmeos abortados, como médica e em reuniões espirituais.

Diz ela:
"A sobrevivente (no caso a Cíntia), fica com a impressão que, se ela faltasse, não faria diferença, seria esquecido. E se sente menos merecedora da vida em relação ao morto.

Não entende por que ela sobreviveu e o outro não, qual o critério de escolha?

Esses sentimentos são inconscientes e frutos de uma fantasia infantil, desconhecida pelos pais e pelo próprio gêmeo, mas que se for adequadamente elaborada vai dar novo impulso ao personagem em sofrimento".

As sensações da minha cliente demonstram que não houve uma boa elaboração e no inconsciente dela há culpa, pela morte do irmão. E ela trava seus impulsos se achando sem o direito de realizar sua vida.

Ela não morreu. O que morreu nela foi o direito de viver.

Além de reprogramar os fatores emocionais, é necessário desenvolver ações, como orações para os anjinhos abortados, velório e funeral virtual e procedimentos  vivenciais, por parte da sobrevivente. A participação da mãe é fundamental.

Recomenda a dra Giselle: "Depois do exercício simbólico de reconhecimento da perda, você poderá sentir-se como representante de seu irmão na vida física. Uma missão que a tornará alegre". Tudo de bom que fizer e conquistar poderá dedicar ao seu irmão, em honra dele".

Esse processo pode ser realizado por você, a sobrevivente. Se realizado solenemente, também pela mãe, terá mais validade.

A força desse amor te inundará o espírito.
E o Salomão se libertará, se estiver preso ou bloqueado.

Sensações que a Cíntia tem.
Ambos estarão livres para novas experiências, ela no mundo físico e seus caminhos.
Ele, no mundo espiritual e em novas encarnações.

Wilson Francisco

*Pesquisa em artigo da Dra Giselle Fachetti
 
Texto Revisado
 


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Conteúdo desenvolvido por: Wilson Francisco   
Terapeuta Holístico. Desenvolve processo que faz a Leitura da Alma; Toque Quântico para dar qualidade à circulação e aos campos vibracionais; Purificação do Tronco Familiar e Cura de Antepassados para Resgatar, Atualizar e Realizar o Ser Divino que há em você. Agendar pelo WhatsApp 011 - 959224182 ou pelo email wilson153@gmail.com
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