Eu só posso curar a mim mesma (nova reflexão!)

Eu só posso curar a mim mesma (nova reflexão!)
Autor Ana Carolina Reis - [email protected]
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Lembrei-me que já publiquei um texto com esse nome. Fui conferir e o encontrei em 2017. Reli e nunca acho que sou eu mesma quem escrevo meus textos, pois me vem um raio de inspiração (não sei de onde) e depois fico abismada com a reflexão.
Realmente, quem eu posso curar além de mim mesma? Se eu causei a desarmonia, apenas eu posso descriar.
Ninguém cura ninguém, que alívio saber disso, de verdade!
Convivi com um peso, de anos, de querer curar minha família, de querer "consertar" os outros, que cegueira espiritual! Acho que finalmente, eu acordei dessa ilusão, pretensão e arrogância.
Quem sou eu para curar quem?
 
Eu Sou o Eu Sou. Assim como todos também o São!
Só há Um em todo o Universo, uma única consciência de unidade. É apenas a partir desse ponto de consciência que eu consigo auxiliar o outro em seu processo de cura.
Auxiliar é uma coisa, é como apontar com uma lanterna um local obscuro no qual a pessoa se enfiou. Mas, ficar lá ou sair é uma decisão exclusivamente dela! Não a posso obrigar, tirar na marra, querer "convencê-la"....
É triste ver quem amamos, sofrer? É.
 
E mais triste ainda é perder seu tempo com uma ilusão que não poderá ser realizada, ou seja, você só pode curar a si mesmo.
Não há o que fazer a respeito, é uma verdade universal! Assim como os preceitos herméticos ensinam: "o que há em cima é tal como há abaixo" [idem - é a mesma coisa].
Quando eu crio a motivação para desbloquear algo no meu inconsciente, no meu propósito divino, no meu caminhar, eu libero e abro espaço para o novo entrar.
Deixo, permito que o novo chegue, assim como cada inspiração que traz um novo ar aos meus pulmões...
 
Eu me permito regenerar e curar: minhas células, meu DNA, meus registros akáshicos, meus karmas e tudo aquilo que não serve à Luz em mim.
Eu abro mão de todo passado, de todo medo, de toda dor, de todo infortúnio, de toda maldade, escassez, perturbação de qualquer tipo, culpas, mágoas, rancores que não valem a pena, arrependimentos bestas que não levam a lugar nenhum...
Eu me liberto e me perdoo. Eu me concedo o perdão. Eu me concedo a liberação. Eu me concedo o amor, a paz e a bem-aventurança divina.
Eu, enquanto Presença Eu Sou, me concedo tudo que é necessário para o meu mais alto propósito espiritual na Terra.
Eu sou a fonte de toda riqueza inesgotável, de força e poder. Amém! 
 
Ana
@aurorapachamama
www.espacopachamama.com
 
Texto Revisado


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Conteúdo desenvolvido por: Ana Carolina Reis    
Responsável pelo Espaço Aurora Pachamama. Terapeuta de Práticas Integrativas, com 20 anos de experiência (CRTH-BR 6400 ABRATH). Graduada em Psicologia. Mestre em Seichim e Reiki (Diversos Sistemas). Cristaloterapeuta pela "The Crystal Academy of Advanced Healing Arts". Autora dos livros: "Xô, depressão!" e "A Sabedoria dos Cristais".
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