Por que escrevo?

Por que escrevo?
Autor Anya Piffer - [email protected]
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Sou dessas pessoas que gosta de escrever mais do que qualquer outra coisa. Só não sabia disso. É verdade! Até alguns anos atrás estava numa guerra de braços entre o corporativo e a arte da escrita. Um duelo que teve um vencedor feliz: o meu propósito de alma.

Também não sabia que gostava tanto de ler, até que na pré-adolescência recebi emprestado um livro de romance bem usado, que já tinha passado por muitas mãos, com suas orelhas viradas e um conteúdo altamente instigante.

Levei o livro para uma viagem com meus pais na chácara dos meus avós, pensando que com aquele livro o tédio passaria mais rápido. E passou! Passou tão rápido que queria ler outro e outro.

Na ocasião, já havia lido vários livros indicados pela escola, mas nenhum deles com tamanho êxtase e mergulho tão profundo. Foi paixão à primeira lida!

A alegria que vivenciei com a produção do meu primeiro livro “enquanto me curo” foi semelhante ao primeiro livro que li. E por mais incrível que isso possa parecer, essa semelhança chegou neste instante em que escrevo este artigo.

Naquela fase da vida, quando ainda não existia a maturidade emocional, concluo que eu tenha desejado secretamente, que em algum momento eu pudesse proporcionar às pessoas a sensação de êxtase espiritual que senti.

Ao produzir meu primeiro livro “Enquanto me curo” conto histórias reais de mulheres que passaram pelos meus atendimentos. As histórias foram detalhadas com sentimentos captados sobre muitos ângulos diferentes, trazendo à tona realidades vivenciadas por cada uma delas em diversas áreas da vida. A leitura é um mergulho para dentro de nós mesmos. É um revisitar às nossas próprias histórias. 

É fabuloso saber que a nossa mente pode criar e dar vida aos nossos desejos. E sobre essa capacidade de criação que nossa mente é dotada, a ciência vem investigando e tem nos trazido informações, porém sabemos que existe um vasto campo a ser descoberto. Enquanto isso, podemos usá-la para criar novas emoções que sejam alimentadas pelas histórias fascinantes nos livros que lemos.

E o despertar surge quando a semelhança dos contos ressoa com a nossa própria história. É como uma chave que abre o cofre da nossa mente e nos ajuda a nos apropriar do que nós de fato somos, mesmo que ainda não saibamos. E é pela leitura que exploramos esse novo olhar.

Anya Piffer 25/07/2021

Texto Revisado

 


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Conteúdo desenvolvido por: Anya Piffer   
Escritora | Mentora | Insight Terapeuta. Ajudo-o a decifrar e direcionar sua vida para um novo nível de consciência. Autora dos livros "Enquanto me curo" e "Iniciando uma nova humanidade". www.anyapiffer.com.br | @anya.piffer | 27 99288.9636. Canal no youtube Nova Humanidade com Live ao vivo toda quarta às 20h.
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