Sementes de Esperança

Sementes de Esperança
Autor Paulo Roberto Savaris - [email protected]
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Como reencontrar fé na humanidade em um mundo cansado

Há dias em que o mundo parece pesado demais.
Notícias que ferem.
Palavras que dividem.
Gestos que machucam.

E, silenciosamente, nasce a pergunta que tantos escondem:

“Será que ainda existe esperança?”

Hoje, quando a Igreja celebra Santa Luzia, padroeira dos olhos e da visão, a pergunta se aprofunda:
Será que ainda sabemos enxergar?

Enxergar o bem que resiste.
Enxergar o invisível.
Enxergar com os olhos do coração.

A resposta é sim.
E, para quem caminha com olhos franciscanos — iluminados pela simplicidade e pela fé — a esperança nunca desaparece.
Ela apenas se recolhe, aguardando um olhar mais atento, um coração desperto, uma alma que não desistiu de ver luz onde muitos só veem escuridão.

Esperança é semente — e também visão

A esperança não chega pronta.
Não cai do céu como milagre instantâneo.

Ela nasce quando aprendemos a ver diferente:

- ver dignidade onde o mundo rotula,
- ver humanidade onde há cansaço,
- ver possibilidade onde só se anuncia o fim,
- ver com misericórdia, e não com julgamento.

São Francisco de Assis enxergava assim.
Santa Luzia também.

Ambos sabiam: o mundo não se transforma apenas mudando fatos, mas curando o modo como olhamos para eles.

As pequenas revoluções que só quem vê percebe

A fé na humanidade não grita.
Ela sussurra — e só escuta quem aprendeu a olhar com calma:

• a senhora que reparte o pouco,
• o jovem que ajuda sem anunciar,
• o vizinho que espera,
• a criança que oferece,
• o estranho que escolhe gentileza.

São gestos quase invisíveis aos olhos apressados…
mas luminosos aos olhos de Deus.

Esperança não é esperar — é escolher enxergar e plantar

Quem escolhe enxergar o bem, planta o futuro.
Quem cuida do olhar, cuida da alma.
Quem ilumina o caminho do outro, clareia o próprio coração.

Santa Luzia nos lembra:
- não basta ter olhos — é preciso ter luz.

E se hoje o mundo parece turvo, duro ou sem direção…
talvez seja porque falta menos notícias e mais visão interior.

Porque a esperança que você planta no outro
é a mesma que cura o seu olhar por dentro.

“Esperança não se acha.
Visão não se impõe.
Ambas se cultivam.”

Como reencontrar fé na humanidade em um mundo cansado

Há dias em que o mundo parece pesado demais.
Notícias que ferem.
Palavras que dividem.
Gestos que machucam.

E, silenciosamente, nasce a pergunta que tantos escondem:

“Será que ainda existe esperança?”

Hoje, quando a Igreja celebra Santa Luzia, padroeira dos olhos e da visão, a pergunta se aprofunda:
Será que ainda sabemos enxergar?

Enxergar o bem que resiste.
Enxergar o invisível.
Enxergar com os olhos do coração.

A resposta é sim.
E, para quem caminha com olhos franciscanos — iluminados pela simplicidade e pela fé — a esperança nunca desaparece.
Ela apenas se recolhe, aguardando um olhar mais atento, um coração desperto, uma alma que não desistiu de ver luz onde muitos só veem escuridão.

?? Esperança é semente — e também visão

A esperança não chega pronta.
Não cai do céu como milagre instantâneo.

Ela nasce quando aprendemos a ver diferente:

? ver dignidade onde o mundo rotula,
? ver humanidade onde há cansaço,
? ver possibilidade onde só se anuncia o fim,
? ver com misericórdia, e não com julgamento.

São Francisco de Assis enxergava assim.
Santa Luzia também.

Ambos sabiam: o mundo não se transforma apenas mudando fatos, mas curando o modo como olhamos para eles.

?? As pequenas revoluções que só quem vê percebe

A fé na humanidade não grita.
Ela sussurra — e só escuta quem aprendeu a olhar com calma:

• a senhora que reparte o pouco,
• o jovem que ajuda sem anunciar,
• o vizinho que espera,
• a criança que oferece,
• o estranho que escolhe gentileza.

São gestos quase invisíveis aos olhos apressados…
mas luminosos aos olhos de Deus.

?? Esperança não é esperar — é escolher enxergar e plantar

Quem escolhe enxergar o bem, planta o futuro.
Quem cuida do olhar, cuida da alma.
Quem ilumina o caminho do outro, clareia o próprio coração.

Santa Luzia nos lembra:
?? não basta ter olhos — é preciso ter luz.

E se hoje o mundo parece turvo, duro ou sem direção…
talvez seja porque falta menos notícias e mais visão interior.

Porque a esperança que você planta no outro
é a mesma que cura o seu olhar por dentro.

“Esperança não se acha.
Visão não se impõe.
Ambas se cultivam.”



 Um Sonhador, Caminhando com Francisco - Paulo Roberto Savaris – Autor dos eBooks Série, Descubra Caminhando com Francisco e O Eremita Digital – Silêncio no Caos Moderno. Reflexões sobre espiritualidade, fé, natureza e simplicidade. https://www.caminhandocomfrancisco.com/


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Conteúdo desenvolvido pelo Autor Paulo Roberto Savaris   
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