ASTROADMINISTRAÇÃO E ESTRATÉGIAS

ASTROADMINISTRAÇÃO E ESTRATÉGIAS
Autor Astroadministração - [email protected]
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"A maravilhosa disposição e harmonia do universo só pode ter tido origem segundo o plano de um Ser que tudo pode. Isso fica sendo a minha última de mais elevada descoberta." – Isaac Newton (1643/1727).

 Primordialmente, a “evolução tecnológica é o processo contínuo de criação e aperfeiçoamento de ferramentas e métodos, desde a máquina a vapor até a Inteligência Artificial (IA) e a Internet das Coisas (IoT). E, no avançar dos anos, a convergência entre a evolução tecnológica, interesses geopolíticos e a expansão das atividades humanas para o espaço têm redefinido o panorama estratégico global. Enquanto governos e corporações investem em tecnologias de defesa cada vez mais sofisticadas — desde sistemas de armas hipersônicas até plataformas de combate baseadas em órbita — surge a necessidade de uma nova disciplina que una Administração, História, Filosofia, Ciências Humanas, Sistemas Biocêntrico e Bioquântico, Geofísica, Astrofísica e expertise militar: a Astroadministração. Essa ciência interdisciplinar de vanguarda, propõe um marco integrador para analisar como a exploração espacial, a gestão de recursos extraterrestres e a militarização do Cosmos impactam sociedades, economias e relações internacionais.
 
O presente artigo explora, sob a visão cósmica, os riscos de uma corrida armamentista descontrolada e ou os benefícios potenciais de um desenvolvimento armamentista responsável, oferecendo um panorama para governos, empresas, estruturas sociais e instituições militares que buscam equilibrar segurança, inovação e bem-estar coletivo no planeta Terra, dos quais:
1. Contexto da corrida armamentista no espaço e suas implicações geopolíticas.

2. O papel da Astroadministração na criação de normas de governança e gestão de recursos orbitais.

3. Benefícios econômicos e tecnológicos para a sociedade civil decorrentes de investimentos em defesa espacial.

4. Desafios éticos e de segurança associados à militarização do ambiente extraterrestre.

5. Propostas diplomáticas de cooperação internacional e modelos de negócios sustentáveis. Igualmente, como diferencial e desafios inovadores, a integração da Astroadministração, nova ciência, com a Geopolítica Mundial, combina com temas espaciais – criando um conceito que pode ser útil para analisar e gerir questões globais que envolvem o espaço sideral. Para tanto, o termo Geopolítica, que estuda a influência da geografia (território, recursos, localização) nas relações de poder entre Estados e atores internacionais, território terrestre, recursos naturais, fronteiras, combina com estudos interdisciplinares da Astroadministração. Analogamente, a proposta de um conceito integrado: Geopolítica Astro- Administrativa (GPA) reflete análises das relações de poder entre atores (Estados, Empresas, Organizações Internacionais, Investidores), considerando a administração dos recursos, infraestruturas e atividades no ambiente espacial, bem como suas repercussões na ordem política, social e econômica terrestre. Do mesmo modo, a Astroadministração, aplica princípios fundamentais da ciência, técnica, arte e filosofia da Administração, pelas funções do Administrador o POC3 (planejar, organizar, comandar, coordenar, controlar), mais o fundamental PODC (planejamento, organização, direção, controle), unidos as modernas técnicas e ferramentas da Administração, atividades espaciais, exploração, satélites, turismo, mineração de asteroides, entre outras ciências interligadas com a exploração espacial e novas tecnologias avançadas de integração humana e melhorias biológicas.

Igualmente, de Gestão de operações no espaço, regulação de recursos extraterrestres, sustentabilidade orbital. Por analogia, a combinação entre a Astroadministração e a Geopolítica Mundial, também vislumbra pesquisas, estudos e práticas dos seguintes conhecimentos, que envolvem governos, diplomacia, ética, aparatos militares e empresariais, também no contexto político, social e econômico da Geopolítica Mundial:
 
I- Recursos extraterrestres
A exploração de minerais em asteroides ou a mineração lunar coloca em pauta questões de soberania e distribuição de riqueza que vão além das fronteiras terrestres. 

II- Infraestrutura orbital
Satélites de comunicação, constelações de navegação e estações espaciais são estratégicos para a segurança e a economia de qualquer nação.
 
III- Direito espacial
O Tratado do Espaço Exterior (1967), surgido da colaboração entre EUA-URSS, estabelece que o espaço seja a província de toda a humanidade e define princípios fundamentais como a assistência à astronautas e a não contaminação do espaço. E a prática, exige regras de uso e gestão que têm implicações geopolíticas:
a) Livre exploração;
b) Proibição de Armas;
c) Uso Pacífico;
d) Responsabilidade;
e) Astronautas;
f) Não apropriação. 

IV- Segurança global
A militarização do espaço e a vulnerabilidade de ativos orbitais criam novos campos de disputa de poder.
 
V- Componentes-chave: 
1. Território espacial – Não se trata de “posse” de áreas, mas de zonas de operação (órbita baixa, órbita geoestacionária, pontos Lagrange, superfícies lunares). Cada zona tem valor estratégico diferente.
 
2. Recursos extraterrestres – Minerais, água, energia solar captada no espaço. A distribuição desses recursos influencia a balança de poder econômico.
 
3. Regulação e governança – Tratados, acordos multilaterais e normas de “soft law” que orientam a exploração e o uso do espaço.
 
4. Infraestrutura orbital – Satélites, estações, hubs de lançamento. A dependência de certos nós orbitais cria vulnerabilidades que podem ser exploradas geopoliticamente.
 
5. Sustentabilidade orbital – Gestão de detritos espaciais e de espectro de frequência, essenciais para a continuidade das operações.
 
6. Como aplicar a Geopolítica Astro-Administrativa – GPA em diferentes contextos: política internacional, como a presença de um país em órbita baixa afeta sua influência diplomática? O “Projeto Kuiper” da Amazon e a estratégia dos EUA para garantir acesso ao espectro.
 
7. Em Economia, quais são os custos e benefícios de investir em mineração de asteroides para um país em desenvolvimento? Avaliação de risco-retorno para o “Projeto Asteroid” da Índia.
 
8. Também, como exemplo e estudos em nível de Segurança, de que forma a militarização de pontos Lagrange pode mudar o equilíbrio de poder? Discussão sobre a proposta da China de estabelecer uma estação militar no ponto L2.
 
9. Por analogia, em termos de meio ambiente como a gestão de detritos espaciais impacta a sustentabilidade das órbitas? Acordo da ONU sobre “clean space” e a responsabilidade de remoção de satélites inoperantes.
 
Além disso, os benefícios de usar a Geopolítica Astro-Administrativa – GPA, acrescentando a ciência do Sistema Biocêntrico, de Rolando Toro Araneda, temos:
  • Visão holística – Une a dimensão territorial tradicional à nova dimensão espacial. Também, consigo mesmo, com o outro e com o Universo numa responsável consciência cósmica.
  • Tomada de decisão mais informada – Ajuda governos e empresas a antecipar riscos e oportunidades.
  • Facilita a diplomacia – Fornece um quadro comum para negociações multilaterais sobre recursos extraterrestres, incluindo a Inteligência Afetiva.
  • Promove a sustentabilidade – Incentiva a gestão responsável de órbitas e recursos, evitando “tragédias dos comuns” no espaço.
A Integração Estratégica e o Futuro
         A integração da Astroadministração com a Geopolítica Mundial representa o diferencial inovador necessário para o século XXI. Este novo campo de estudo oferece a estrutura necessária para que a expansão tecnológica, a possível interação com inteligências de outras civilizações e a exploração de recursos extraterrestres sejam conduzidas sob uma governança ética, técnica e estratégica.

         Apresentar esta inovadora ciência aos profissionais de Administração, ao meio científico e ao acadêmico é um chamado à vanguarda. É o reconhecimento de que a eficácia organizacional agora orbita a Terra. Ao consolidar a Geopolítica Astro-Administrativa (GPA), entregamos à sociedade uma ferramenta capaz de converter a competição espacial em cooperação sustentável.

         Dessa forma, garantimos que o progresso da humanidade no espaço seja tão ordenado, seguro e próspero quanto o planejado em solo.

         Portanto, A Astroadministração não é apenas uma teoria; é o marco regulatório e administrativo de uma nova era civilizatória.

 Bibliografia:
www.bra
aws.amazon.com/pt/what-is/iot/

www.brasilescola.uol.com.br
 
                                                                                               
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www.infopedia.pt/dicionarios/lingua-portuguesa


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https://mundoeducacao.uol.com.br/sociologia/o-que-religiao.htm

Araneda, Rolando Toro, “Curso de Formação Docente em Biodanza – Coletânea de Textos”, Tomos de I a VI, Escola de Biodanza Rolando Toro, MG.
“Teoria de Biodanza – Coletânea de Textos”, Vol. 1 e 2, 1ª edição, Editora Alab, Ceará.

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Chiavenato, Idalberto, "Introdução à Teoria Geral da Administração", Editora Campus.

Ramatis, psicografia Hercílio Maes, O Evangelho À Luz do Cosmo. Editora do Conhecimento 11ª edição - 2016.

Ramatis, psicografia Hercílio Maes, O Sublime Peregrino. Editora do Conhecimento 1ª edição - 1998.

Allan Kardec, O Livro dos Espíritos. Editora Instituto de Difusão Espírita.
 
https://www.unicef.org/brazil/pacto-internacional-sobre-direitos-civis-e-politicos
 
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André Luiz, psicografia Chico Xavier, Nosso Lar. Editora FEB. Ano 1997. 



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Autor Astroadministração    
Consultor Estratégico, Especialista em Astroadministração; metodologia sistêmica desenhada para preparar empresas e líderes para a nova era espacial e os desafios da sustentabilidade global. Minha consultoria transforma a gestão estratégica em um processo de alto impacto, conectando o autoconhecimento do Ser Cósmico à eficiência nos negócios.
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