Uma partida nem sempre é suave; muitas vezes, ocorre de forma abrupta outras violentas. É este choque que deve despertar, em quem fica, a consciência de que certas tragédias não podem ser aceites como inevitáveis. Nesse sentido, a dor deve converter-se em maior cuidado e responsabilidade.
Todos devemos agir sob a premissa da nossa vulnerabilidade, tornando a prevenção uma prioridade absoluta. Para além da urgência terrena, podemos olhar esta questão sob uma nova luz.
Tal como uma criança que ainda não tem plena consciência do seu potencial, o espírito humano continua a sua jornada de aprimoramento após a morte, libertando-se gradualmente das amarras físicas. Nesse novo estado de existência, estes seres expressarão gratidão e reconhecerão o propósito maior da sua jornada, uma transição que, embora dolorosa, possui um valor espiritual. Este sacrifício servirá para reparar falhas e refinar a consciência, despertando sentimentos de empatia antes latentes.
Na sua nova dimensão, os espíritos (consciente), compreenderão, finalmente, o seu papel crucial na mitigação de males maiores. Embora uma catástrofe abale a família com uma dor que o tempo apenas cicatriza, mas nunca cura totalmente, percebemos que cada tragédia se manifesta de forma única. São instantes sagrados de reflexão em comunhão com o Criador.
Afinal, é o livre-arbítrio que mais vidas ceifa; Deus não autoriza a morte, mas tem conhecimento de todas elas.
BNN
BNN
"Não seja um investigador de defeitos, seja um descobridor de virtudes"./ "Quando a ansiedade assume a frente, as soluções vão para o final da fila"./ "Quando os ventos do Universo resolve soprar a favor, até os erros dão certo". BNN E-mail: [email protected] | Mais artigos. Saiba mais sobre você! Descubra sobre Autoconhecimento clicando aqui. |
Compartilhe


