NOSSO PROPÓSITO - Parte 2

NOSSO PROPÓSITO - Parte 2
Autor Eduardo Tedesco - [email protected]
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Atender aos sinais e apelos que nos aproximem do nosso Propósito não significa negar a realidade vigente, mas sim trabalhar dentro dessa realidade e, a partir dela, de modo a torná-la mais favorável aos nossos planos e anseios.
Contar com a realidade concreta da dimensão física e observá-la com atenção, muitas vezes é também a chave para que possamos acessar nosso potenciais e habilidades intrínsecas.
O questionamento da realidade na qual vivemos (quando nos sentimos desconectados ou distantes dela) pode nos fazer ver verdadeiramente o que queremos e a partir dessa percepção; o que podemos fazer para modificar essa realidade.
A sensação de inadequação a uma específica situação ou circunstância em nossa rotina é um forte sinal de que estamos sendo chamados pelo nosso Propósito. Nessa situação, nossas maiores aliadas são a serenidade, a paciência e a compaixão em relação a nós mesmos e àqueles que nos cercam. Nesse momento, temos que ter claro que nossa sensibilidade está mais aflorada e, portanto estamos mais sujeitos a atitudes intempestivas e emocionais. Assim é importante que tenhamos serenidade e calma para podermos perceber os sinais presentes nesse momento de nossas vidas e agirmos de acordo com eles.
Se nos encontrarmos em uma situação como essa, devemos acreditar que a resposta aos nossos anseios, o acolhimento à nossa insegurança, está em nós mesmos. Não podemos perder de vista todas as nossas conquistas até esse momento, todas as demonstrações de força que tivemos, pois é isso que nos ajuda a acreditar verdadeiramente que essa força e essa fé nos levarão ao encontro desse Propósito.
Mas o que fazer se apenas sentimos que podemos ser mais do que somos, se sentimos que ainda não usamos nossas habilidades essenciais e que não sabemos nem por onde começar essa busca? Se não percebemos concretamente nenhum sinal em nossa vida ou em nosso dia a dia?
Neste caso, só nos cabe uma única atitude: Questionar se estamos sendo verdadeiramente honestos conosco mesmos e se não estamos entregando nossa vida e nosso destino nas mãos das circunstâncias que se apresentam a nós e procuramos “comodamente” nos convencer que não podemos mudar esse estado de coisas, pois afinal “dependemos de outras pessoas ou da decisão de terceiros”. Pior ainda: Se procurarmos nos convencer que somos mal compreendidos ou injustiçados?
A única resposta a essa pergunta é: Temos que ter sempre claro que, no que diz respeito ao nosso Propósito e à nossa realização, que somente nós mesmos podemos não nos compreender e, portanto não nos aceitar ou então cometer qualquer ato injusto e não compassivo que possa nos distanciar desse Propósito. É inaceitável acreditar que alguém ou algo possa impedir nossa realização pessoal a não ser nosso medo ou nosso comodismo.
Ao encontrarmos nosso Propósito, a primeira coisa que devemos fazer é criar raízes para que ele possa firmar-se em nossa dimensão concreta e a partir daí passar a receber uma forte influência do Universo. Só depois que nosso Propósito torna-se uma entidade concreta nesta dimensão física e material é que permitimos que as forças reinantes nas dimensões mais sutis passem a nos ajudar e promovam também a concretização desse Propósito. Assim, encontrado o Propósito, devemos dar-lhe forma e consistência, seja da maneira que for: Descrevendo-o, criando um plano de ação, mobilizando recursos para sua implementação, divulgando-o, enfim, tornando-o uma realidade também nessa dimensão, pois só assim será ele também um ponto de Luz sobre a Terra, o qual poderá ser alcançado pela energia construtiva do Universo.
Dando forma, podemos nos relacionar com ele. Podemos reconhecê-lo como uma entidade na dimensão física. Podemos “trabalhar” com ele, adaptando-o, alterando a velocidade com que ele se desenvolve, destinando mais ou menos recursos, entre outras coisas. Dando-lhe forma, nos apoderamos dele.
Tornando-o uma realidade, podemos passar a viver com ele, e deixamos de viver para ele.

Parte 1

Texto revisado por: Cris

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