A morte não é castigo

A morte não é castigo Autor Valéria Centeville - [email protected]
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Observo que muitas vezes pensamos no desencarne como algo ruim ou um castigo. Mas, na verdade, não é bem assim. A morte do corpo físico é tão natural quanto o nascimento de um bebê.
Um pouco antes do bebê nascer, o espírito dele se despede dos outros espíritos com os quais estava convivendo no plano espiritual, pois sabe que ficará um tempo sem conviver com eles. Ele fica triste por causa da separação temporária, mas sabe que é por uma boa causa, pois irá encarnar na Terra para evoluir. E ele sabe que um dia irá voltar para a sua moradia espiritual. Os espíritos amigos do mundo espiritual também ficam tristes por perderem a companhia, mesmo sabendo que é uma perda temporária.
Mas também ficam felizes porque sabem que a reencarnação aqui na Terra vai ajudar o espírito amigo a evoluir.
Quando trabalhamos o desapego dentro de nós, podemos amar de forma desapegada. O que é isso? O desapego no amor significa respeitar o livre arbítrio de quem amamos. E desejar o que for o melhor para essa pessoa.
Quando um ciclo termina, um novo ciclo começa, necessariamente. E é o nosso próprio espírito, ou seja, a essência divina que existe dentro de cada um de nós que determina o momento que iremos desencarnar. Ou seja, todos nós desencarnamos no momento certo, pois é o momento escolhido pelo nosso Eu Divino. Isso depende da missão de cada um. Há missões curtas e há missões longas. Dependendo das nossas escolhas, também podemos ficar mais ou menos tempo encarnados aqui na Terra.

Uma pessoa que se alimenta mal ou tem um vício, pode voltar para a sua casa espiritual mais cedo. Ou seja, pode encurtar sua encarnação. Através da minha experiência de quase vinte anos fazendo regressões de memória, observei que alguns espíritos ainda ficam um tempo aqui na Terra devido aos apegos materiais: casa, vida material, identidade material e pessoas queridas encarnadas.

Lembro-me de uma regressão de memória na qual o Eu de vida passada havia ficado apegado ao corpo físico que era de uma mulher muito bonita. Ela não queria deixar o seu corpo físico tão lindo aqui na Terra, pois havia conquistado muitos admiradores com ele. Passaram-se anos terrenos até essa personalidade conseguir aceitar o seu desencarne. Por outro lado, há desencarnes terrenos que são muito tranquilos. Normalmente, nesses, a morte já está sendo esperada e, às vezes, até mesmo desejada.

Lembro-me de uma história de vida passada na qual o Eu já estava muito cansado, doente e sem apegos à vida na Terra. Queria mesmo ir embora daqui e a morte física foi sentida como um alívio.
Normalmente, quando o espírito já cumpriu sua missão aqui na Terra e não tem apegos materiais, seu desencarne costuma ser tranquilo. E, quando chega na sua moradia espiritual, seu retorno é comemorado pelos seus amigos espirituais que lá estão. Observei que, via de regra, os espíritos que cumpriram suas propostas encarnatórias, desencarnam com a consciência tranquila e aceitam a morte física.

Por outro lado, espíritos que não conseguiram fazer aquilo que vieram realizar aqui na Terra, geralmente não aceitam o desencarne. Ficam tristes, com sentimentos de culpa e/ou revolta e passam pelo chamado umbral, que é a prisão dentro das próprias emoções negativas, até conseguirem aceitar os fatos. Percebi também que, quando os entes queridos do espírito que desencarnou aceitam sua morte física, fica bem mais fácil pra ele se desapegar da Terra e das coisas terrenas.
Por outro lado, quando os entes queridos do falecido ficam muito tristes, culpados ou revoltados, fica mais difícil pra ele voltar para a sua moradia espiritual.

Lembro-me de uma personalidade passada que teve muita dificuldade para se desapegar de um filho que foi obrigada a deixar aqui na Terra, pois ele a chamava o tempo todo. Através de todas as experiências que tive até hoje como médium e terapeuta de vidas passadas, posso afirmar que o planeta Terra é apenas um dos inúmeros lugares nos quais nossos espíritos podem morar. E também tenho certeza de que estamos ligados aos nossos entes queridos por laços energéticos de amor.

Sempre iremos reencontrar as pessoas que amamos, seja nos nossos sonhos, viagens astrais, numa futura reencarnação ou mesmo num outro planeta. A diferença é que alguns de nós têm consciência desse reencontro e se lembram. E outros não. Mas acredito que todos nós reencontramos os espíritos que amamos.

Se você tem uma pessoa querida que desencarnou recentemente, minha sugestão é que você vibre amor e gratidão pela experiência encarnatória que teve com ela e deseje que ela esteja num lugar que seja bom pra ela.
Espero ter ajudado de alguma maneira.

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Gratidão, paz e amor,
Valéria e Leonel Vicente -Terapeutas espirituais e Tarólogos.
WhatsApps 11 9 8444 9975 e 11 9 4236 6486
[email protected]
www.terapiadevidaspassadas.com

Texto Revisado


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Autor: Valéria Centeville   
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Atualizado em 14/05/2020



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