Um chamado para cura da Terra por 21 dias - 6° Dia

Um chamado para cura da Terra por 21 dias - 6° Dia Autor Yara Claussen - [email protected]
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Brasília, 02/04/2020

Ritual de 21 dias para a cura da Terra - 6° Dia

Abrigados, em estado meditativo, na pirâmide verde, nosso Corpo de Luz coletivo, somos conduzidos ao centro da Terra.

Na enorme clareira aberta em meio a floresta magnífica, o Ritual de Cura da Terra nos aguarda para o sexto dia de atividades. 12 círculos sucessivos de índios, xamãs e caboclos entoam belo canto sagrado que brota da essência de suas almas, pois não articulam uma palavra sequer. A atmosfera é preenchida pelo canto somado à vibração das batidas dos pés, dos cajados e das lanças no chão. Uma forte energia reverbera em direção a todos os quadrantes da Terra, alimentando o amor, a força e a coragem que todos precisamos neste momento de dor e aflição coletiva.

É belíssimo de se ver e absolutamente maravilhoso participar e sentir esta energia vibrar dentro de nós. O coração no corpo físico se acelera refletindo o amor que daqui parte em direção a tudo e a todos. A energia é tão forte, tão potente, que ultrapassa os limites das dimensões da Terra: chega à Lua e se expande ao nosso sistema. A energia Divina suave, mas possante, deste ser que conhecemos como sendo Oxóssi, mostra-se a nós como uma grande e poderosa chama verde. Milhares de tons de verde que se movimentam e bailam no centro da grande mandala formada pelas rodas de seres em torno da Chama do Fogo Sagrado. Vinda direto do grande Sol Central é a centelha do Criador vibrando no centro da Terra, fortalecendo em todos a certeza de que Ele está em nós e nós estamos dentro de sua essência, do seu Ser, no seu Amor. Então uma grande esfera de Luz de fogo vivo brota da Chama no centro da mandala, e expande sua energia criando o disco de fogo líquido.

Pronto o espaço de cura, as pessoas que trouxemos são amorosamente colocadas sobre as macas de material sutil que flutuam sobre o piso. Em torno de cada maca muitos curadores e muitos elementares da Terra trabalham com elementos da própria natureza: ervas, folhas, aromas, amor e energias. Somos também cuidados enquanto observamos o tratamento feito nas pessoas que estão nas macas. Junto à linda chama que é a energia de Oxóssi, tão bela quanto, deslumbramos a presença daquele conhecido como caboclo Pena Branca. Dando-nos as boas-vindas, afirma que estão muito felizes por voltarmos ali todos os dias para participar do Ritual de Cura de Gaia, e que neste sexto dia eles convidam a todos nós ali presentes, e somos muitos, que doemos nossa energia amorosa, nos unindo a eles, aos seres nas rodas, e aos outros grupos que estão trabalhando em outras partes do planeta, para ajudar no trabalho de transposição das almas que estão deixando os corpos em virtude da pandemia. 
São muitas almas deixando seus corpos físicos não só por conta do vírus, mas porque chegou sua hora. Sendo a morte ainda um grande mito, que reporta ao medo. A separação é sofrida, dolorosa e incompreendida por muitos. Estas almas são, então, acolhidas por nós e, de acordo com suas crenças e valores, direcionadas a locais onde, reunidas, são esclarecidas sobre o processo da morte. Quantas vezes, almas amadas, quantas vezes tomamos corpos, vivemos uma vida, uma história, muitas experiências, muitos aprendizados e um dia nos despedimos do corpo físico, deste templo sagrado que nos serviu para experenciar tudo isso, e partimos para o outro lado da vida - a vida da liberdade, da tomada de consciência da vida espiritual?
Quantas memórias uma alma traz em si, carregando como sua bagagem na escalada rumo à evolução e à ascensão! Quantas vezes passaram pelo nascimento e pela morte? Por que temem tanto a morte? Porque temer a morte se só morre o corpo que é da Terra e, sendo, volta para ela? Almas conscientes de Luz, seres de muita Luz é o que verdadeiramente somos. 
A Centelha Divina que anima nossas almas não morre jamais, é eterna. Se nascemos ligados a uma família morremos ligados a essa família; os laços que nos uniam ou que nos separavam continuam, porque quem nós somos de verdade não morre. Aquilo que sentíamos, pensávamos, vibrávamos, segue conosco. É só uma mudança de estado. Vamos ao exemplo da água: vocês a conhecem líquida, fluida. Se a colocam em temperatura muito baixa ela se solidifica, torna-se gelo. Mudou estado, mas ainda é água. Se vocês a aquecem, ela entra em ebulição e evapora, mas ainda é água. Assim somos todos nós.

Este é um momento em que todos têm a oportunidade de trocar ideias, de conversar, de ler, compreender melhor o que é a morte, a fim de que possam se preparar, desapegar, para aceitar melhor a própria morte e daqueles que se vão. Enquanto falamos sobre a morte, todos aqui presentes estão recebendo as almas que deixaram seus corpos durante esses dias, e junto a elas estão participando de aulas esclarecedoras para compreender, entender e aceitar a morte como natural. Ninguém perde ninguém. Para a humanidade que viveu na Terra na Era de Ouro, a conexão daquele que era vivo dentro de um corpo físico e aqueles que partiam era tão natural e comum como é hoje estarem conversando com seus amigos, filhos, ou parentes próximos. À medida que a humanidade foi se distanciando da energia Divina que habita em cada um, maculando a deixaram de interagir. Então, nós desejamos que, no reduto do lar nesses momentos de isolamento, vocês se unam por meio dos mecanismos de comunicação e conversem sobre a morte, sem medo, sem pânico. Esta tomada de consciência é muito importante.

Aqueles que creem na reencarnação - e mais de 90% da humanidade crê - como imaginam que se dá esse processo sem que se morra, sem que se nasça novamente para que haja as mudanças dos corpos, das características físicas? A alma traz sua bagagem, seu conhecimento e suas experiências - ela só muda de roupa. A falta de conhecimento, de intimidade sobre esse movimento natural se traduz em desespero tanto para aqueles que deixam na Terra o seu templo físico, como para aqueles que ficam - desestruturados, acreditam que perderam alguém. Não perderam. Continuamos amando os que amávamos, evitando quem evitávamos, e, infelizmente, alguns odiando os que odiaram na Terra.
A compreensão, aceitação desse fenômeno natural vai facilitar para todos quando chegar o momento de se despedirem daqueles que se anteciparam a  vocês. Porque quando entenderem todo o processo vão procurar ser mais tolerantes, amorosos e compreensivos com aqueles com os quais convivem, e com todos de forma geral.
Lembrem sempre que a forma como vibram hoje será a mesma que vibrarão do outro lado da vida O entendimento vai levá-los a um ponto onde terão alegria e contentamento profundo em olhar para seu irmão, para sua irmã, seus filhos, pais, amigos, colegas e dizer: eu te amo, eu te amo!
Por que não haverá o que lamentar, não haverá culpa quando um deles partir. A consciência triste, magoada, abatida dizendo: eu amava tanto esta pessoa, porque nunca disse a ela? Então é importante que usem esse momento para refletir muito sobre a vida. Qual é o seu papel junto daqueles que são a sua família, daqueles que fazem parte da comunidade onde vocês vivem? Qual seu papel no seu país, no Planeta?

Neste momento todos os curadores, os seres elementares, todos que ali estavam se uniram a nós pelo sagrado laço do amor. Todas Centelhas Divinas vibrando o mais puro amor para dizermos juntos: eu me amo, eu amo você! E esse você são todos aqueles que conhecemos. Aos desconhecidos com os quais cruzamos o caminho nas ruas, nas avenidas, nas estradas, na vida: eu amo você, porque você é meu irmão, você é Deus e o Deus que Eu Sou, te ama, te reverencia e te aceita como você é! E toda essa energia de amor vai em direção ao coração de todos aqueles que estão acamados, em casa ou nos hospitais - uns se preparando para partir e outros para se restabelecer. Aos corações de todos os médicos, enfermeiros, higienizadores, cuidadores, àqueles que se dedicam sem temer a ajudar seu próximo, movidos pelo amor, pela compaixão, pela  misericórdia E assim nós agradecemos mais uma vez a disponibilidade em nos receber deste grande Ritual, destes seres lindos e amorosos. Agradecemos por tantos ensinamentos, tanta Luz, tanto amor. 
Com os nossos corpos ainda mais radiantes de Luz, absolutamente equilibrados, curados e harmonizados voltamos para nossa grande pirâmide verde, nosso Merkaba, corpo de luz coletivo.
 
Texto Revisado
 
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Sobre o Autor: Yara Claussen    
Presidente do Instituto Buscadores da verdade - IBV, palestrante, facilitadora de grupos de meditação e cura, Terapia de Vidas Passadas, cromoterapia e canalizadora.
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