Muitas vidas, muitos amores

Muitas vidas, muitos amores
Autor Flávio Bastos - flavio01bastos@gmail.com
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O tempo é como a bruma que se dissipa conforme a luz solar se expande, e entre a névoa e a luz que alimenta a vida, existimos em corpos que se movimentam no compasso do ritmo cósmico.
Somos mais um na fantástica sinfonia da existência inserida no contexto universal. Nessa dimensão, não existem barreiras limítrofes ou espaços inatingíveis, mas desconhecimento daquilo que não imaginamos existir.

Vida passada, vida presente: o que isso pode representar na percepção de realidade que temos de nós mesmos inseridos nesse megacontexto em que a Terra é mais um planeta entre bilhões do imensurável universo?

A resposta se encontra no íntimo de cada um, onde a essência é uma potencialidade adormecida porque valorizamos em demasia o ego e suas manifestações no cotidiano da vida. Cativos do ego, subestimamos ou desconhecemos potencialidades inerentes ao nosso Self, que carrega uma bagagem de longa trajetória de vivências em dois planos.

Entre uma vida e outra, pouco aprendemos, porque a nossa natureza transcendente permanece asfixiada pela cultura materialista que limita um olhar aprofundado para a vida, observada como uma oportunidade de melhorarmos em relação ao que somos. Dessa forma, a inerente sensibilidade suprassensorial permanece bloqueada porque não nos permitimos ver além do que julgamos ser.

No entanto, a vida segue seu curso, e quando nos damos conta, o tempo passou sem entendermos os significados de nossa experiência. Ou seja, permanecemos alheios ao que poderíamos experenciar de forma plena se a vida tivesse transcorrida com outro olhar.

Nesta direção, a regressão a vidas passadas orientada por um psicoterapeuta habilitado, poderá nos fornecer informações para uma elaboração do sentido da vida.
Experiência que poderá abrir caminho para o autoconhecimento. Poderemos, por exemplo, compreender o significado do amor de forma menos limitante e racional. Percebermos que certas relações afetivas não ficam condicionadas ao tempo de uma única experiência vital. Mas, ao contrário, podem continuar por tempo indeterminado até o amadurecimento emocional dos indivíduos envolvidos.

Nas experiências de regressão a vidas pretéritas, nas quais fui o terapeuta, muitas relações afetivas vieram à tona, revelando a fantástica ligação existente entre dois espíritos cujo tempo é apenas um detalhe do relacionamento que perdura há séculos.

Neste contexto existencial e relacional em que o conflito é a crise e o amor o mestre, um oceano de emoções e sentimentos costuma envolver dois seres que insistem nas lições e aprendizados que a vida em comum costuma proporcionar.

Por outro lado, em outras experiências regressivas o fator obsessão se fez presente na busca pelo significado do amor, à medida que os indivíduos passaram por inúmeros relacionamentos afetivos sem terem encontrado a sua "cara-metade". Fato, que geralmente repete-se vida após vida, até o espírito encontrar o que obstinadamente procura.

As regressões a vidas passadas mostram que a busca pelo significado do amor é repleta de lições para que o espírito, ao elaborar seus aprendizados, possa amadurecer emocionalmente e conquistar níveis mais altos de consciência. Inclusive, perceber que o amor é a energia que interliga a teia vital do universo, unindo todos os seres ao Criador.

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Conteúdo desenvolvido por: Flávio Bastos   
Flavio Bastos é criador intuitivo da Psicoterapia Interdimensional (PI) e psicanalista clínico. Outros cursos: Terapia Regressiva Evolutiva (TRE), Psicoterapia Reencarnacionista e Terapia de Regressão, Capacitação em Dependência Química, Hipnose e Auto-hipnose, e Dimensão Espiritual na Psicologia e Psicoterapia.
E-mail: flavio01bastos@gmail.com | Mais artigos.

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