Seu pet adoeceu ou faleceu? Menos chicote, mais espanador!
Autor: Íris Regina Fernandes Poffo - [email protected]
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Muito comum encontrarmos
pessoas que se culpam intensamente diante do diagnóstico de uma doença ou de um
acidente grave e do falecimento envolvendo o amado pet.
Por amarmos tanto a estas
lindas criaturas, tendemos a sentir culpa pelo que fizemos, pelo que não
fizemos e pelo que deixamos de fazer.
O que os animais de
estimação mais desejam é o carinho, o aconchego, enfim, sentirem que são
respeitados e bem tratados!
O querido pet, quando se
sente amado de verdade, quando há recíproca sensação de confiança, não culpa
sua tutora (seu tutor) por suas enfermidades ou ferimentos.
Diante da doença e da
morte de alguém que amamos, muitas pessoas carregam o peso de uma crucificação
atemporal, de maneira consciente ou inconsciente.
Quando mais frágil for o
sentimento de autoestima e quanto maior a dificuldade em conhecer e saber lidar
com suas emoções daninhas, maior é o número de chicotadas que daremos em nossos
ombros.
Mas há quem culpe o
universo, a tudo e a todos por doenças, acidentes e mortes, transferindo-lhes
responsabilidades que também nos pertencem.
O excesso de orgulho e de
egocentrismo cega os olhos da verdade, moldando a realidade conforme crenças
limitantes.
Então, tendemos a
chicotear os outros com palavras e atos cruéis, descontando raivas e
frustrações que carregamos escondidas há muito tempo. Lembremos da lei do carma!
Errar é uma virtude
humana! Na escola da vida, precisamos assumir que somos imperfeitos, que temos
defeitos, que somos imaturos e que há muito a aprender ainda!
E, é somente reconhecendo
e assumindo os erros cometidos que poderemos corrigi-los e evitá-los
futuramente, pois prevenir (doenças e acidentes) é bem melhor que remediar!
Arrepender-se não é sinal
de fraqueza! É sinal de coragem e requer força de vontade!
Também precisamos
desenvolver a consciência e a aceitação de que um dia, cedo ou tarde, os pets
irão partir desta vida para, em outra vida, retornar, pois somos todos imortais!
Assim, troquemos o
chicote pelo espanador. Sim, vamos espanar a dor. Dispersar a poeira
daquelas feridas emocionais que ainda não cicatrizaram!
Espanar os pensamentos
densos e depressivos que atraem obsessores e nos isolam do amor e da luz da Mãe Natureza!
Espanar a poeira cósmica da maldade, para
deixar a nossa luz brilhar! Para que a paz e o bem possam predominar, dentro e fora de nós!
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