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Para encontrar a sua Alma Gêmea, abandone os clichês, de uma vez por todas!


Um grande começo para encontrá-la pode ser deixar de lado, de uma vez por todas, os clichês, aquelas frasesinhas que insistimos em repetir o tempo todo, sem critério, sem consciência, como se estivéssemos nos defendendo de algo que não conseguimos conquistar ou de um objetivo que não sabemos como alcançar...

Não sabe do que eu estou falando? Quer um exemplo? Vai me dizer que você nunca usou aquela típica: os homens são todos iguais, só mudam de nome e endereço!
Será mesmo? Você realmente acredita nisso? Então, por que é que está perdendo seu tempo à procura de uma pessoa especial?!? São todas iguais mesmo! Fique com a primeira que aparecer e conforme-se com o fato de que ela também acha que você é igual a todo mundo e só por isso resolveu ficar ao seu lado!!!

Que horrível isso, não?! Os clichês (ou mais conhecidos como preconceitos) são limitadores. Você é igual a todo mundo? Tenho certeza de que você não acredita nisso e, mesmo que fosse louco ao ponto de acreditar, eu lhe afirmaria com segurança de que você não é igual a ninguém, de que não existe no mundo um outro ser humano sequer igual a você! Mas não pense que esse fato só se aplica à sua pessoa. Todos nós somos especiais e únicos, portanto, não venha com essa “desculpinha esfarrapada” de que as relações não dão certo porque os homens (ou as mulheres) não prestam... Caso você insista em dizer isso, estará perdendo a oportunidade de conhecer pessoas interessantes, diferentes e essenciais para o seu próprio crescimento.

Então, eu repito e insisto: abandone os clichês. Não encaixe as pessoas num molde preestabelecido, não permita que sua mente acredite em frases prontas, pois elas só servem para tentar nos convencer de que a vida é mesmo uma droga, de que nada pode dar certo e – pior – de que as pessoas não têm mais jeito mesmo... E isso me faz lembrar de um outro clichê muito utilizado, principalmente pelos mais velhos: “não se fazem mais mulheres como antigamente...” Eu acho realmente ótimo que não se façam mais mulheres como antigamente. Não estamos no ‘antigamente’; estamos no agora e precisamos de mulheres que se adaptem e vivam no agora! Que mania de não aceitar as mudanças, ou pior, que mania de querer dar valor ao passado... garanto que antigamente, essas pessoas não valorizaram as mulheres, mas agora perdem seu tempo e “enchem o nosso saco” (com o perdão da expressão), fazendo comparações sem nexo, que não nos levam à nada e que não acrescentam nada de bom...

É claro que conheceremos pessoas chatas e indesejadas ao longo de nossas vidas, mas também conheceremos pessoas cativantes, especiais e imperdíveis! Precisamos nos permitir encontrá-las, conhecê-las e dividir nosso mundo com cada uma delas, para que, ao final de longos anos de existência, possamos carregar em nossa alma a certeza de termos desfrutado da diversidade e da riqueza que o Universo nos oferece.
E precisamos, acima de tudo, aceitar o fato de que o que é desinteressante para nós pode ser muito interessante para outra pessoa!


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Rosana Braga é Especialista em Relacionamento e Autoestima, Autora de 9 livros sobre o tema. Psicóloga e Coach. Busca através de seus artigos, ajudar pessoas a se sentirem verdadeiramente mais seguras e atraentes, além de mostrar que é possível viver relacionamentos maduros, saudáveis e prazerosos.
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