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Astro medicina: Os pulmões

Astro medicina: Os pulmões Publicado dia 8/15/2000 10:29:36 PM em Astrologia

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Do ponto de vista astrológico a respiração, e os próprios pulmões, são regidos pelo planeta Mercúrio e correspondem ao signo de Gêmeos. Mercúrio é o planeta da comunicação e da adaptabilidade e flexibilidade assim como o signo de Gêmeos é o mais adaptável e volátil do zodíaco.

A respiração é um fato rítmico e como tal responde ao princípio hermético citado acima, assim como aquele dos 'polos opostos' citado na dica anterior. O polo vive da existência do outro polo, porque se anulamos uma fase, desaparece também a outra. A relação inspiração=tensão e expiração=distensão, pode ser claramente notada quando, para relaxarmos, suspiramos profundamente. A respiração é um processo de troca: o oxigênio contido no ar é transportado pelos glóbulos vermelhos na inspiração e o gás carbônico é liberado com a expiração. O 'sopro divino' que é o milagre da vida, não é um fato que depende de nossa vontade, ele acontece de forma involuntária e é o grande mistério de todas as coisas criadas. Para melhorar esta imagem eu diria que o respiro, ou o 'alento divino' está em todas as coisas, e nos estamos dentro dele, dentro deste grande respiro que é a criação.

Desta forma a respiração nos coloca em contato com o mudo exterior involuntariamente, de forma que nós não podemos controlar com quem dividimos o nosso ar. Esta é portanto uma forma de contato, de relação. Este contato entre o exterior e o interior acontece dentro dos pulmões. Os pulmões são o nosso maior órgão de contato. O outro órgão de contato é a pele da qual falamos em outra 'Dica'. Porém o contato epidérmico é mais envolvente e voluntário. Podemos abraçar ou não alguém, se assim o desejamos.

Mas o contato dos pulmões é mais indireto, não podemos impedi-lo, mesmo se não gostamos da pessoa que está perto de nós e com a qual dividimos nosso espaço. Desta forma desenvolveremos problemas respiratórios à medida que nossa 'troca' com o outro se tornar difícil ou impossível. Os pontos principais a serem observados são no sentido do ritmo: "seja isto que aquilo"; da tensão e da distensão; do tomar e dar; do contato ou da repulsão; da liberdade ou da limitação. Quando temos uma doença respiratória o médico nos recomenda o isolamento, porque estas doenças são transmissíveis pelo ar. Por isto precisamos impedir a troca. Mas este remédio é na realidade a verdadeira causa da doença. É porque não queremos que esta troca aconteça que ficamos doentes.

A respiração é a aceitação da própria vida. É com o primeiro respiro que a criança vive, e é com o último respiro que o homem morre.

Nas doenças respiratórias devemos sempre nos perguntar: O que impede a minha respiração? O que (ou quem) não quero aceitar? O que não quero dar? Com quem (ou com que) não quero entrar em contato, dividir o ar que eu respiro? Tenho medo de fazer um passo no sentido de uma nova liberdade?

Portanto, mesmo um simples resfriado, pode ser um ponto de reflexão. Nós dizemos "Eu peguei de fulano...", como que culpando o outro de ter passado o vírus. Na realidade 'todos os outros' podem estar transmitindo o vírus, já que ele (o da gripe e todos os outros) está "no ar que respiramos involuntariamente". A nossa flexibilidade e adaptabilidade fará com que desenvolvamos ou não este tipo de doença, que é proveniente de nossa própria 'aceitação do outro'.




por Graziella Marraccini


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Sobre o autor
Graziella Marraccini é astróloga, taróloga, cabalista e estudiosa de ciências ocultas e dirige a Sirius Astrology. Atende em seu consultório em SP com hora marcada no horário comercial.
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Email: contato@astrosirius.com.br
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