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Fazemos boas escolhas?


Vênus e o processo de escolha.

Vênus é o planeta e o princípio, o arquétipo; dentre muitos dos seus predicados é um indicador astrológico das nossas escolhas. Qualquer falha na função venusiana por mau funcionamento de signo, casa ou aspecto, acarretará uma deficiência no processo de escolha.

Vênus é quem faz você se sentir atraído por coisas que gosta, é quem traz para o Eu coisas que o Eu gosta. Mas você pode imprimir gostos às coisas, também. Esse aspecto venusiano o capacita a tornar "gostáveis" as coisas que estão ao seu redor; ele o disponibiliza para gostar. Ao invés de ficar procurando condições para gostar - por exemplo, "gosto de cadeira que reclina" ou "que caia para frente e fique em frente à luz" ou "que acenda do lado" - você pode pegar alguma coisa que já tenha e gostar dela. Você começa a gostar dessa coisa por muitos outros motivos: "gosto porque é alta", "gosto porque é confortável", "gosto porque é forrada de azul". Existem qualidades nas pessoas, nos lugares, nas coisas, por exemplo: "gosto de lá porque é perto da praia", "gosto de lá porque é longe da praia". Há que se deixar o canal aberto. Um Vênus que não esteja funcionando direito coloca pré-condição para gostar: "não gostei de lá porque tinha isso, tinha aquilo...". A escolha fica dependente de muitos requisitos e condições.

Como se dá o processo de escolha?

Efetivamente associado à nossa cadeia de gostos; àquilo que se afirma como sendo agradável, palatável e atraente para o nosso Eu. Tudo o que nos é atraente está associado ao funcionamento de Vênus e, conseqüentemente, o que escolhemos como "gostável", também.

É interessante pensarmos que a órbita de Vênus é uma órbita interior e que não se afasta muitos graus da órbita solar (até 48º antes ou depois do Sol) e isso significa dizer que o processo de gosto, atração, escolha e preferência está intrinsecamente ligado ao processo de identidade. A gente não gosta tão diferente assim do que a gente é. Como com Mercúrio também: a gente não pensa tão diferente assim de como a gente é. Não existe "eu sou um ser completamente conservador, mas as minhas idéias são libertárias".

Soa esquisito porque essas posições de orbes como a Lua, Mercúrio e Vênus derivam da identidade; então, na realidade, se você tem um problema no processo de identidade e não está claro para você quem você é, como essa identidade se formata, quais seriam os atributos dessa identidade, possivelmente essas outras funções planetárias também sofreriam alguma disfunção. Se você tem uma falha de identidade "não sei quem sou, não sei qual é a minha, não sei como eu me projeto, tem horas em que eu acho que sou, tem horas em que eu acho que não sou, depende das circunstâncias", o seu pensamento, as suas idéias, os seus afetos e sentimentos não se reconhecem porque esses planetas são participantes da composição da identidade.

O processo de escolha é você se atrair pelo objeto, pela pessoa e, então, já começa a dar errado. Você se sente atraída e gosta muito do tipo x, y e z, mas porque não dá certo? Porque não vinga? Porque não faz parte da sua identidade, não entra no universo da sua identidade. Vênus não está separado disso; ele não é uma função, uma faculdade da alma aleatória à identidade. Este é o problema.

Idealmente há um processo de identidade que supomos que esteja feito, formatado, completado em torno de Mercúrio, Vênus. Aquilo que a gente escolhe porque a gente gosta deveria ter relação com a nossa percepção de identidade, com o nosso núcleo. A função primordial de Vênus é agradar ao Eu, afaga-lo e amenizar o ambiente em volta dele, fazer com que o Eu goste das coisas. O Eu gosta das coisas por causa de Vênus: adora isso, gosta daquilo, prefere aquilo outro, se agrada disso, porque existe Vênus - o sistema de códigos de boas referências e escolhas.

Vênus trabalha em cima das experiências de agrado ou de desagrado. Se na sua primeira experiência registrar um trauma, uma coisa ruim, você vai repetir isso no seu processo de escolha, repetirá o padrão. Tem muita gente, inclusive, que desiste, que leva na cabeça e que se torna "desistente" desse processo. O agrado vem por Vênus, mas a frustração ou a insatisfação também. É Vênus quem diz para o Ego, para o Eu, para o Sol - a identidade - que aquilo é desagradável. O Eu é quem sente, mas Vênus é quem diz "isso não está bom". A função de Vênus é agradar ou desagradar através das experiências amorosas e afetivas. Ele tem que estar muito bem estruturado para escolher bem, para ter bom gosto, para escolher coisas boas para dar ao Eu e o Eu ficar bem e não trazer bagulho, porcaria, xepa de feira.

Pertence a Vênus o atributo do amar e de ser amado. Quando a pessoa é uma peste e ninguém gosta dela é porque ela possui uma disfunção venusiana. Uma pessoa de quem facilmente gostamos, é uma pessoa que sabe usar o atributo venusiano - ela sabe fazer-se gostar. Quando Vênus é afetado por aspecto difícil de Saturno, Urano, Netuno ou Plutão, provoca uma disfunção no gostar. O gosto destrambelha e a pessoa não gosta de nada, desgosta com facilidade das coisas, não gosta com facilidade de nada, gosta de poucas coisas ou gosta do que não lhe faz bem. É o pessoal que gosta de pimenta e tem úlcera; gosta do que não nutre, gosta do que não é possível, do que não rola, do que não bateu, gosta de quem não gosta dela, escolhe quem não a escolhe, escolhe o sítio que não pode pagar; tudo isso é uma disfunção venusiana. Temos aqui um erro de avaliação - avaliar e aquilatar mal, valorar errado alguma coisa ou alguém e que resulta num erro de escolha.

Todo processo de conferir valor e estimar algo, conferir afeto a alguma coisa e que, em última instância, induzirá na escolha, na eleição do objeto ou da pessoa, é um processo venusiano. Quem valora é Vênus "isso tem valor, isso eu estimo, isso eu não gosto, isso eu escolho, isso eu não escolho"; então, a primeira coisa que se tem que pensar é se você está avaliando corretamente uma pessoa, um lugar, um objeto, uma situação da qual você está gostando ou desgostando. Se o seu gostar está associado ao processo de avaliação - e suponhamos que você esteja avaliando errado uma pessoa ou uma situação e mandou uma mensagem para seu Vênus de que aquilo tem valor - Vênus vai gostar daquilo que não tem aquele valor. Ou você avalia desfavoravelmente uma coisa que tenha valor. Vênus não vai gostar daquilo porque aquilo foi mal avaliado, o preço foi dado errado. Típico de Vênus-Netuno.

A disfunção pode vir através de três formas:
1. a pessoa que se faz "gostável", mas não gosta;
2. a pessoa gosta de coisas, faz o Eu gostar, mas não se faz "gostável"; e
3. a pessoa busca coisas agradáveis que o Eu não gosta.


O processo de conferir valor, aquilatar, estimar, dar preço, dar peso a alguma coisa, pode estar equivocado e a pessoa tem um erro de avaliação de um objeto ou de uma pessoa que acaba gostando ou desgostando por uma má apreciação e, às vezes, o objeto ou a pessoa descartados por ela são comprados, gostados, reavaliados por outra pessoa. Ela dispensou aquilo por um problema de avaliação, avaliou mal, avaliou errado, não viu o valor. Por exemplo, um Vênus mal aspectado por Netuno pode perfeitamente estar gostando e elegendo para gostar de algo que não existe, pelo menos não como ela avalia. Ou em uma configuração tensa de Saturno/Vênus onde a pessoa pode estar desmerecendo, denegrindo, julgando ou criticando em excesso, com rigor, o valor de algo ou de alguém não conseguindo, depois, conferir-lhe afeto. No caso de Vênus/Sol a pessoa escolhe ou gosta de alguém que não serve para ela, que não combina com ela, que não corresponde a ela. Ela pode sofrer de uma má avaliação e aquilatamento de si própria, avalia mal a si mesma e aí gosta de coisas e traz coisas erradas para seu Eu; que já está mal visto, já está mal pensado. É aquela pessoa que quer sair de porta-estandarte, porta-bandeira no passo do samba de outro personagem, de outro papel.

Será uma má avaliação, um mau aquilatamento de si própria, uma auto-imagem, um autoconceito, uma referência equivocada que automaticamente resultará em erro de escolha. Se imagino uma coisa diferente do que é, imagino uma coisa que na verdade não corresponde.

A frieza e a indiferença diante de estímulos afetivos dirigidos a quem deveríamos estar inclinados a gostar também é uma indicação de disfunção venusiana. O normal é que algo que nos confere afeto, que nos trata afetivamente, que nos proporciona coisas boas, é capaz de estimular em nós uma resposta afetivamente positiva. Anormal é quando nós nos tornamos indiferentes, não estimulados afetivamente diante de respostas positivas e afetivas do outro. Sendo o Eu essencialmente narciso e Vênus estando perto dele, uma das coisas que é despertada na identidade é o bom trato, a carícia, o afeto, as boas palavras e, se isso rola e não produz uma resposta correspondente, estamos sofrendo de disfunção venusiana.

Há pessoas que respondem afetivamente a maus tratos; há pessoas que quanto mais você maltrata, mais gosta, quanto mais você demonstra frieza e indiferença, mais ela se atrai, quanto mais você dá atenção e proporciona delicadeza, mais a pessoa gela, esfria e isso é uma disfunção venusiana. Nelson Rodrigues tratava nas suas obras das condições perversas da natureza humana, mostrando tudo que uma pessoa doente em várias instâncias faz. Tipo: quanto mais maltratada mais gosta. Quando a pessoa tem uma disfunção venusiana, ama o desamor, escolhe o desafeto, se liga quando a coisa de risco é perdida, gosta da situação desafiadora: é Vênus funcionando ao contrário.

Sendo Vênus o segundo planeta da órbita planetária solar, o Eu quer amor, quer ser gostado, quer gostar, quer ser amado. É uma faculdade da alma muito próxima à nossa identidade e por isso deve produzir amor no indivíduo senão ela estaria na órbita de Plutão ou de Urano, por exemplo. Quão plutoniano está seu Vênus, que você não está conseguindo amor? Quão uraniano ou netuniano está seu Vênus que você não consegue amar e ser amado? Será que você está fazendo Urano, Netuno, Plutão em vez de fazer Vênus? Você está vivenciando de forma diferente na área venusiana, está sendo influenciada por essa energia em nível inconsciente mudando a freqüência de Vênus.

Vênus em Aquário, por exemplo, escolhe em termos amorosos, parceiros que não se ligam, que não fazem elo, que não tenham compromisso afetivo, pessoas que não se dispõem a envolvimentos emocionais. Vênus escolhe isso, ou seja, escolhe e gosta de pessoas que não gostam muito, que não são de gostar. O retorno disso é "ele gosta da liberdade que isso gera, gosta dos espaços que isso gera". Só que na hora da queixa, da frustração, ele acusa a frieza dos parceiros, a ausência dos parceiros, o desligamento dos parceiros. Coisas que ele buscou. A pessoa deve pensar o seguinte: "o que eu gosto nestas figuras?". Eu gosto do espaço, da liberdade, da ausência de rotina, da ausência de controle e de como isso está funcionando? Ela gosta de se sentir solta, gosta de pessoas que não a controlem, mas está escolhendo pessoas ausentes, instáveis, frias e desligadas. Ela está escolhendo direito?

Vênus em Câncer escolhe em termos amorosos, parceiros que precisam ser cuidados, protegidos, atendidos, porque ele gosta de cuidar, ele ama cuidar e se ressente e se queixa dos parceiros que não precisam de ninguém, que são suficientes, são completos em si mesmos e ele não pode cuidar. Como gosta de cuidar, gosta de atender, ele deve se perguntar: "será que estou escolhendo pessoas sensíveis, amáveis, que apreciam a minha delicadeza em cuidar ou estou escolhendo os infantilizados, incapacitados que precisam o tempo todo de teta?". Vênus em Câncer atrai muitas pessoas egocentradas, que acham que o papel do outro é dar.

Vênus em Áries escolhe parceiros fortes, independentes, ativos e que não se deixam dominar e conquistar completamente. É o dono do próprio nariz, da própria vida. Parceiros insubmissos, que amam a ação e a aventura, amam estimular ou ser estimulados em suas parcerias amorosas. Qual será a queixa desta pessoa? Qual será a frustração e a insatisfação dela? Ela se queixará de que o outro nunca partilha, nunca a consulta, nunca divide as coisas que tem, nunca pensa o suficiente nela. Mas o que ela está escolhendo?

Vênus em Peixes escolhe parceiros amorosos pelos quais possa fazer uma entrega total e abnegada, onde possa prover todo o ambiente romântico e mágico da relação. Ele pode pecar pelo risco de não prestar atenção à reciprocidade porque o barato dele é a doação, a entrega, é a abnegação, é escoar afeto e isso pode não ser correspondido, retribuído. A Vênus em Peixes, igual ao de Câncer, atrai muitas pessoas egocentradas porque gosta de dar, de doar, adora doação.

Vênus em Gêmeos gosta de ensinar, gosta de dar aulas, de trazer informação, de conversar; então, precisa de parceiros curiosos, parceiros atentos, porque gosta do vernáculo, do verbo.

Vênus em Leão gosta de enaltecer, gosta de admirar, gosta de valorizar. Vai buscar parceiros que tenham brilho próprio porque gosta do envaidecer do outro. Se o outro não for alguém de grande performance, não serve. Gosta de admirar pessoas que tenham qualidades que sejam mencionáveis. A queixa dele, então, é que o outro é metido, é autocentrado, é egocêntrico, que não cede, que só pensa nele. Mas isso ocorre porque é a linha leonina. Se você buscar na pessoa uma atitude mais condescendente, mais democrática, com certeza não escolheria alguém garboso. Vênus em Leão gosta de exaltar e para isso precisa de um parceiro admirável, aquele que faz coisas grandiosas. Depois se queixa que ele não o valoriza, que ele está sempre se colocando em primeiro lugar e que só pensa nele. Mas se ele quisesse alguém que pensasse muito nele, se fosse esta a questão, escolheria pessoas com outras qualidades.

Vênus em Escorpião ama e faz escolhas difíceis: parceiros que não se deixam possuir completamente e que provocam sempre algum tipo de risco, ameaça ou desafio para ser conquistado. Aqui é o contrário, não pode haver entrega total do outro porque não é disso que ele gosta. Ele ama a situação onde não possui totalmente o outro. Vênus está em exílio dizendo que as qualidades que ameaçam e que põem em risco não podem ser enaltecidas para se amar uma pessoa.

Vênus em Virgem está em queda. Ele escolhe, gosta e prefere parceiros que proporcionem o exercício da capacidade de arrumar tudo direitinho, de colocar tudo certinho, todos os pequenos defeitos. Quanto mais defeitos, melhor porque haverá mais para arrumar. Ele, então, começa a arrumar o armário, a gaveta, a prateleira, a aparência, os horários, a vida dos dois. Porque adora consertar as pessoas, gosta das coisas certinhas, arrumadinhas e se especializa em defeitos e assim, ninguém serve. Quando inicia um namoro inicia a análise de tudo, do sapato ao cabelo. O outro é colocado em um molde aos pedacinhos. Enquanto Vênus em Peixes aceita até o que não presta, Vênus em Virgem não aceita quase nada, a aceitação dele é muito baixa. Peixes/Virgem é um eixo servil, a pessoa gosta de servir. Peixes doa, se abnega, pode deixar que eu durmo no chão e Virgem arruma, conserta, presta serviços, facilita as coisas, faz favores. Tem muita crítica também.

Vênus em Touro está domiciliado, fala que para amar alguma coisa ou alguém há que se ter alguma promessa consistente, alguma possibilidade de construção, de durabilidade, de permanência. Para ele o ideal seria amar as pessoas mais próximas ou aquelas que provassem mais durabilidade. Com Vênus em Escorpião é o contrário, quanto mais puxa o tapete, não está lá, não sei se vai dar pé. Ama sempre o buraco originando as paixões, o ciúme, as posses, o controle, tudo aquilo que um amor não deveria suscitar. Deveria ser monogâmico, estável, constante, permanente, doce, taurino. O ciúme, o controle, o medo da perda surgem em que situações? Surgem em situações de insegurança, infidelidade, de buracos, de vazios, situações onde não se sabe o que se passa na cabeça do outro e que é um mistério absoluto ou em situações onde a pessoa provoca, dá margem, deixa pista para que isso ocorra. Vênus/Plutão também gosta disso.

Vênus em Libra escolhe o belo. A pessoa amada tem que ter elegância, charme, bom gosto em suas atitudes e na aparência física. Deverão dar sempre preferência aos relacionamentos recíprocos que tragam uma harmonia e uma vida a dois, cheia de troca de delicadezas e amabilidades. Fugirão das personalidades problemáticas e das pessoas que provocam crises, conflitos e discussões. O amor para eles também deve ser belo.

Vênus em Sagitário de preferência amarão aquilo que lhes parece mais distante, menos acessível, menos conhecido e menos corriqueiro. Amarão também os que têm espírito de aventura, para que a vida a dois nunca se torne monótona. São idealistas no amor e esperam que seu objeto eleito tenha conduta ética e elevada. Digna de um príncipe ou de uma princesa. O estímulo intelectual e a sensação de que podem aprender muito com a pessoa amada é um outro estímulo para se apaixonarem.

Vênus em Capricórnio amam a segurança e que os fazem se sentir assim. Escolherão pessoas estabilizadas materialmente, maduras emocionalmente e capazes de lhes proporcionar uma vida a dois cheia de garantias. O tempo é um aliado do amor para eles e quanto mais convivem com alguém, mais sólido o afeto se torna. Novidade será sempre recebida com alguma desconfiança por esse seletivo coração. Pessoas com vidas desregradas financeiramente ou emocionalmente serão evitadas

Vênus bem realizada deveria supor uma boa capacidade de escolha que por sua vez supõe a escolha ou o gosto ou a preferência por objetos, pessoas e situações que lhe favoreçam. Essa é uma escolha bem feita. Se estiver me favorecendo, me beneficiando, minha personalidade como um todo está sendo favorecida com esta escolha.

Pressupõe o máximo de condição possível de se realizar essa escolha. Não adianta eu me apaixonar pelo Al Pacino porque a minha chance é mínima. Mas há pessoas que fazem escolhas performáticas que exigem um esforço imenso. Se a pessoa não tiver que atravessar o oceano Atlântico a nado, não serve. Verifica-se, então, o estado de frustração, de insatisfação em função da escolha recair em situações e pessoas com pouquíssimas condições de serem vividas.

A função de Vênus não é frustrar o Eu e sim agraciá-lo. Portanto, se você estiver colhendo muitas frustrações em suas escolhas, torna-se necessário analisar o funcionamento de seu Vênus para averiguar que tipo de inadequação está ocorrendo. "O que estou escolhendo tem a ver comigo?", "O que estou escolhendo está de acordo com a minha realidade?", "O que estou escolhendo está me trazendo benefícios?". Se a resposta for "não" nos três itens, descarte.



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Marcia Mattos é é astróloga, professora e escritora do Livro da Lua (Ed. Novo Século), edição anual desde 2000, Síndromes de Plutão e Planetas Exteriores (Ed. Agora), e Vocação, Astros e Profissões (Ed. Agora).
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