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O Poder do Acolhimento  
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O Poder do Acolhimento

por Thais Accioly

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Sempre que penso no sentido da palavra acolher, instantemente, vem à minha mente a imagem querida de um colo de mãe.
Para lá todas as crianças correm ao levar um susto, quando adoecem, ao ralarem o joelho, ou quando voltam da escola.

A mente gosta de passear por aquilo que lhe faz bem, então, outras imagens vão aparecendo: abraço gostoso na chegada, lar quentinho em dia de frio, cama macia, coberta no inverno, um bom pedaço de chocolate, café recém coado com pão, sorrisos na recepção.
Acolher vai no inverso do não se importar, porque envolve dar atenção, receber, ouvir verdadeiramente.

Nos dicionários, o verbo acolher é relativo a dar abrigo, hospedar, atender, agasalhar, amparar.
É uma ação positiva, e para que ocorra, precisa de um comprometimento do corpo, da mente, da emoção. Não dá para fingir o acolhimento porque o corpo denuncia e o outro percebe-se não acolhido.
Abrir o peito e a mente, bem como criar espaço em nós e em nossas vidas, é necessário para quem quer receber, dar abrigo e proteção, seja a uma ideia, a uma pessoa, a um trabalho, ou a um animalzinho.

A vontade de ser acolhido mantém-se viva em nós para além da infância, ao longo da vida, bem como a capacidade de acolher aos outros. Entretanto, o mundo em que vivemos não oferece tão facilmente essa sensação "do colo materno".

Vemos nos jornais, na tv, nas ruas: crianças sem lar, desnutridas, crianças abandonadas, crianças assassinadas. Adolescentes matando. Animais maltratados. Idosos sofrendo maus tratos. Desmatamento. Sofremos o atendimento frio e insensível em diversas Instituições de Saúde. A intolerância vai mundo afora gerando brigas entre torcidas de times de futebol e guerras religiosas. A internet, as redes sociais, a toda hora narram histórias de desaparecimentos, assassinatos. Há maus tratos por parte de órgãos públicos aos seus cidadãos. Atendimento ruim, indiferente ou ofensivo nos mais diferentes estabelecimentos comerciais. Existe um medo crônico nas ruas de ser maltratado e, como consequência, uma atitude defensiva-agressiva que em nada ajuda a melhorar as relações.
Nós também, muitas vezes, deixamos de abrir nossos corações para os outros, mantendo-nos desconfiados, arredios, ásperos.

Há um sentimento de desumanização no ar.

A psiquiatra, Dra. Ana Beatriz Barbosa Silva, autora de diversos livros, entre eles "Mentes Perigosas", anuncia que apesar de apenas 3% da sociedade ser psicopata, adotamos valores da psicopatia integrando-os à rotina dos relacionamentos, tornando-os naturais à nossa forma de nos relacionar.
Em outras palavras, a sociedade leva para suas relações de convivência, muitas vezes, a frieza, a indiferença, a coisificação do outro.

Naturalizou-se o não se importar com o outro.

Se os primeiros passos para o acolhimento são a empatia e a sensibilidade ao outro, a falta de interesse e de sensibilidade à existência geram esse distanciamento, esse esfriamento das relações.
A consequência disso conhecemos bem.
O processo de voltar a se importar, sentir, para ser acolhedor, empático, gentil, envolve não temer o outro e nem a si mesmo. Desfazer-se das camadas de excesso de proteção que nos revestem. Pode-se tirar camada por camada, ou ir direto ao ponto.
Tudo é possível.

O que vale é voltar a sentir afeto pelos que nos cercam seja no metrô, no ônibus, na praça, no trabalho, escola, no elevador, onde for.
Por que vale a pena? Porque acolher tem o poder de mudar vidas para melhor.

Há um poder no afeto compartilhado pouco descrito em nossa sociedade. Mas é fato que onde ele existe em qualidade, crianças crescem mais sadias e amorosas; equipes de trabalho, menos tensas, ampliam suas possibilidades e técnicas; famílias seguem fortes independentemente do momento incerto da vida pelo qual passem.

Sob o influxo do acolhimento, níveis de estresse são rebaixados. As tensões desaparecem. Angústias somem. Medos minguam.

A bioquímica do corpo se altera gerando bem-estar.
Acolhidos, distensionados, relaxados, estamos aptos a criar vínculos de confiança e afeto verdadeiros.

Caso sinta que há todo um trabalho a ser feito em busca do autoconhecimento, na administração dos medos e ansiedades (que impedem que se permita outros se aproximarem demais), ou que existam feridas emocionais e afetivas, que dificultam que esteja à vontade na presença de outras pessoas e de se sentir acolhido e acolhedor, procure um terapeuta floral perto de você para iniciar um acompanhamento terapêutico.

As essências florais oferecem, através de sua imensa gama de possibilidades, a ampliação do espectro da nossa sensibilidade, preparando-nos para expressarmos nossa beleza, gentileza, amorosidade, acolhimento, compaixão e ternura, na relação com o outro.




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Thais Accioly é especialista em Terapia Floral pela Escola de Enfermagem da USP.
Professora da Pós Graduação em Terapia Floral na Escola de Enfermagem da USP.
Professora da Flower Essence Society/CA EUA no Brasil.
Professora da Bush Flower Essences/AU no Brasil.
Consultora em Cultura de Paz.
11 3263 0504
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Email: thaisqaccioly@hotmail.com
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Publicado em: 22/03/2018 10:12:10

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