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A impontualidade do amor


Recebido de Renata Alfaya Rocha

Você está sozinho... em frente a TV, devorando dois pacotes de Doritos, uma caixa de bombom, um pacote de bolachas, 1 litro de sorvete, enquanto espera o telefone tocar. Bem que podia ser hoje, bem que podia ser agora, um amor novinho em folha.

-Trimmm! - É a sua mãe, quem mais poderia ser? Amor nenhum faz chamadas por telepatia. Amor não atende com hora marcada. Ele pode chegar antes do esperado e encontrar você numa fase meio "galinha", sem disposição para relacionamentos sérios. Daí, ele passa batido e você nem aí. Ou pode chegar tarde demais e encontrar você desiludido da vida, com medo de sofrer de novo, desconfiado, cheio de inseguranças.... o Amor dá "meia - volta, volver". Por que o amor nunca chega na hora certa?

Podia ser agora por exemplo, que você está de banho tomado e camisa jeans. Agora que você está se achando bonito(a), em forma... agora que você está empregado(a). Agora que você pintou o apartamento, ganhou um porta-retrato e começou a gostar de jazz, a fazer ginástica... Agora que você está com o coração "`as moscas" e morrendo de frio.., ai que frio!!!.

O Amor aparece quando menos se espera e de onde menos se imagina.
Você passa uma festa inteira hipnotizado por alguém que nem lhe enxerga e... não repara em outro alguém que só tem olhos pra você. Ou então, fica arrasado porque não foi pra praia no final de semana. Toda a sua turma está lá, azarando-se uns aos outros. Sentindo-se um ET perdido na cidade grande, você busca refúgio numa locadora de vídeo, ou no supermercado para comprar Doritos, bombom, bolachas e sorvete..., sem prever que ali mesmo, você irá encontrar a pessoa que dará sentido à sua vida.

O amor é que nem tesourinha de unhas, nunca está onde a gente pensa.
O jeito é direcionar o radar para norte, sul, leste e oeste. Seu amor pode estar no corredor do supermercado, pode estar impaciente na fila de um banco, na locadora, na Igreja, na padaria, pode estar pechinchando numa livraria, pode estar cantarolando sozinho dentro de um carro. Pode estar aqui mesmo, no computador, dando o maior mole, pode estar já tão próximo de você...

O Amor está em todos os lugares, você que não tem observado bem.
A primeira lição está dada: o amor é onipresente. Agora a segunda: onipresente, mas é imprevisível. Jamais espere ouvir "eu te amo" num jantar à luz de velas, no dia dos namorados. Ou receber flores logo no aniversário de namoro... O amor odeia clichês. Você vai ouvir "eu te amo" numa terça-feira, de chuva..., às quatro da tarde, depois de uma discussão, ou quando você menos esperar, assim do nada"..., e as flores vão chegar num dia qualquer, apenas para informar-lhe como você é especial para alguém, assim... sem um motivo ou data certa, estipulada.

Diga isso para um amigo(a) seu...Pode ser que ele(a) esteja sozinho, precisando ouvir algo confortante, animador..., ou mesmo para aqueles amigos(as) que já encontraram o grande Amor de suas vidas, apenas para lembrá-los de valorizá-lo ainda mais.
Espalhe que o amor não é banal, é FUNDAMENTAL..., embora estejam distorcendo o sentido verdadeiro dele nos tempos modernos, ELE EXISTE e é o ingrediente mais importante da porção mágica da FELICIDADE

“Ser LoUcO não é loucura, é um exercício da expressão da liberdade”!

Autor desconhecido


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