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Perdoar é um ato de inteligência


Por vezes nos indignamos ao ouvir que precisamos perdoar para liberar a energia presa na situação, pois nos sentimos como se fôssemos diminuídos, mas, na realidade, o que ocorre em termos energéticos é exatamente o contrário. O principal beneficiado será você mesma, até porque, na grande maioria das vezes, o outro nem sabe que você a perdoou.

Existe uma enorme diferença entre julgar e ter compaixão. Julgar significa achar que o outro deve se enquadrar nas suas expectativas, que deve agir como você agiria, e ter compaixão significa entender a diferença que existe entre os seres humanos e seus mais diferentes graus de evolução.

Existem pessoas que não sabem amar, que, pela forma com que foram criadas não desenvolveram a característica do amor e da empatia que é a capacidade de se colocar no lugar do outro. A relação entre as pessoas e elas se estabelece somente pela troca. Eu faço se você fizer, eu lhe dou algo se for interessante para mim e assim por diante. Jamais estas pessoas lhe farão ou darão algo em troca sem esperar nada de você. Ai que triste isto! Mas o pior de tudo é não identificarmos pessoas assim e sofrermos na expectativa de um dia receber o amor delas.

Pessoas que não têm a capacidade de amar, normalmente são colocadas no meio de pessoas com grande capacidade de amar e se doar sem esperar nada em troca, porém, nem sempre pelo convívio, este aprendizado se estabelece e, na sequência, vem o sofrimento e a decepção. Não traga para você este desamor, é apenas uma deficiência da outra pessoa.
Perdoar e estabelecer a compaixão em relações como estas é a única forma de modificá-las.

As pessoas são colocadas em nossas vidas sempre por uma razão, que pode ser de crescimento mútuo, de aprendizado ou de complementação e entender que a razão do convívio traz harmonia.

O sofrimento se estabelece quando criamos expectativas em relação ao outro que nunca irão se concretizar. Como esperar amor de alguém que não tem essa referência em sua vida? Como esperar que o outro se solidarize com sua situação se ele sempre viveu por si só e aprendeu a se defender na vida sozinho? Como esperar que alguém que nunca recebeu uma ajuda, que sempre foi colocado em segundo plano, estenda-lhe a mão?
Perdoe, entenda e ame mesmo assim. Tenha absoluta certeza que desta forma um novo padrão energético irá se instalar em sua vida.

Atendi uma moça que se dizia com sérias dificuldades em estabelecer relações com as pessoas, sentia-se muito fechada em seu mundo e isso estava atrapalhando completamente a sua vida emocional, profissional e familiar. Ela dizia ter uma enorme dificuldade em confiar nos outros. A busca por ajuda foi uma enorme barreira que havia passado, pois falar de si e de seus sentimentos era a coisa mais difícil do mundo. Achava que não era digna de receber amor de ninguém.

Começamos, então, o atendimento com a Mesa Radiônica, iniciei pelo equilíbrio de todas as frequências energéticas e a seguir iniciei a identificação dos bloqueios que haviam prendido a sua energia, fazendo-a repetir situações de desamor contínuo.
O primeiro bloqueio identificado foi aos oito anos de idade, ela me disse de pronto: foi o dia em que minha mãe me abandonou com a minha avó. Ela saiu de casa para ir trabalhar e nunca mais voltou. Ela me contou que chorou por anos à espera da mãe, e ela nunca voltou. A avó que já tinha muita idade, não a acolheu por completo e sentia muita raiva da situação e a tratava com desprezo. O bloqueio do abandono e de falta de amor e confiança estava instalado em sua vida. Perguntei a ela quantas mais foram as situações ao longo de sua vida que estas duas características fizeram parte? Ela me disse todas, sempre atraio pessoas que me abandonam ou que estabelecem relação comigo por interesse.

Eliminei através da Mesa Radiônica tal bloqueio e, hoje, passados alguns meses ela parece outra pessoa. A relação com as pessoas se modificou simplesmente porque hoje ela atrai pessoas na mesma vibração em que se encontra. Outra coisa muito importante que aconteceu neste processo de desbloqueio foi perdoar a sua mãe e entender que ela não era ruim, simplesmente estava em outro momento de vida.



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Maria Isabel Carapinha é colaboradora do site, radiestesista e trabalha também com Feng Shui.
Ministra cursos e faz atendimentos em residências e empresas.
Trabalha também com a mesa radiônica fazendo atendimentos em seu consultório ou à distância.
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