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Quirologia - A Mão de Sathya Sai Baba

por Giancarlo Salvagni
Quirologia - A Mão de Sathya Sai Baba
Publicado dia 20/02/2004 15:26:34 em Corpo e Mente

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Bhagwan Sathya Sai Baba nasceu em 23 de novembro de 1926, em Puttaparthi, no sul da Índia. Aos 14 anos declarou que adotaria o nome de Sai Baba, com a missão de regenerar a humanidade espiritualmente. Sathya Sai Baba não propõe uma nova religião, mas sim a transformação da humanidade. Seu objetivo principal é o projeto de reeducação em valores humanos, hoje difundido pelo mundo.
Seu Ashram "Prashanti Nilayam" (Morada da Paz Suprema) foi inaugurado em 1950. Ele recebe milhares de seguidores e visitantes, atraídos pelos suas materializações de cinzas sagradas (Vibhooti), gemas preciosas, etc. Mas seus verdadeiros milagres são as mentes transformadas pela força do Amor e da Verdade.
Em sua vida passada, foi Shirdi Sai Baba. Na próxima, será Prema Sai Baba, um Mestre de Amor. Isso se dará dois anos após sua partida, prevista para 2023, com 96 anos de idade.

INTERPRETAÇÃO DA MÃO DO AVATAR

A mão de Sai Baba é a mais exemplar mão de Fogo. Fogo é o elemento do entusiasta. Mas o que significa, exatamente "entusiasmo"? A resposta do Novo Aurélio: "Exaltação ou arrebatamento extraordinário sob inspiração divina". En-THEOS-iasmo, significa, portanto, tomado por Deus. Aqui, portanto, o elemento Fogo faz referência direta à Divindade de uma Consciência Realizada. Diversos Gurus e Sadgurus eventualmente apresentam mãos filosóficas, mas Sai Baba, cujo ensinamento mostra uma doutrina alinhada com a tradição Advaita (não dualista), não poderia ter outra mão que não a de Fogo. Isso porque Advaita Vedanta é a doutrina da Realidade Única, que prega a Realização da Consciência de que TUDO É UM. Assim, uma mão de especulação filosófica racional não se prestaria a um Avatar da magnitude de Sathya Sai Baba.
Mas sendo Um com a Divindade, o que vê Sai Baba quando olha para você? Certamente vê a si mesmo, vê a própria Divindade inseparável de Si Mesmo. Isso porque ele e você não estão separados, fazem parte de uma única Realidade. Por essa mesma razão, grandes Gurus como Ramana Maharishi podiam, simplesmente com sua presença, despertar a consciência dos mais preparados. O mesmo se dá com Sathya Sai Baba, daí a importância do "Darshan", da presença da Divindade. Contudo, exatamente porque TUDO É UM e todos os seres formam uma única Realidade, Sai Baba pode despertar consciências no mundo inteiro, pois espaço e tempo são relativos para uma Realidade Absoluta.

Agora já podemos ter idéia da dificuldade de interpretação das mãos de Sai Baba: as mãos mostram muito da personalidade, do "ego". E "ego" é exatamente o que Sai Baba NÃO É! Portanto, temos que buscar e dar sentido espiritual às características de suas mãos.
Seus dedos são curtos, o que torna desnecessária a excessiva atitude racional e especulativa. Ao contrário, seus ensinamentos provêm diretamente da Sabedoria Divina, e primam pela simplicidade e beleza. Seu polegar é notavelmente expressivo, o que indicaria enorme força de vontade e poder de planejamento das ações numa pessoa comum, mas num Avatar, o polegar se torna a expressão perfeita do que outras correntes espirituais chamam de "Chama Trina": a Vontade, a Sabedoria e o Amor. A Vontade está na primeira falange (distal), a Sabedoria na segunda, e o Amor está no Monte de Vênus.

Quanto aos montes, são todos bastante expressivos, mas vemos destaque nos montes de Mercúrio e do Sol, unificados para instrução através da palavra ou da própria imagem (novamente, "Darshan"). O mais notável, contudo, é um Monte de Netuno em forma de triângulo, na base da palma, mostrando uma inegável condição divina e realizada, já anteriormente a esta vida.
Sua Linha da Vida é dupla, mas ao mesmo tempo, a mais exterior parece ser também uma ramificação da Linha da Cabeça, a partir da origem. De qualquer modo, a linha se estende para o Monte da Lua, indicando a forte expressão mundial de suas idéias, que expressam a sua própria vida. A linha interna poderia ainda ser interpretada como Linha de Marte, também conhecida como Linha de Anjo da Guarda. Aqui também vemos a idéia de um apoio espiritual tão grande quanto a própria Linha da Vida ou, em outras palavras, que se transforma na própria vida.

A Linha da Cabeça é longa e sensível, inclinada suavemente para o Monte da Lua, acompanhando o desenrolar da Linha da Vida, numa expressão unificada. A Linha do Coração parece não apresentar cadeias e ilhas (obstáculos), o que em si já é um fato raro. Essa linha parece incomumente harmônica, terminando num belo e expressivo Monte de Júpiter, que dá expressão de realização e expansão a um amor que vem da alma, o Amor Universal.

Temos ainda uma bem forte e marcada Linha do Destino, ou seja, Linha do Karma, que parte da sua Linha da Vida externa. Nem há muito o que interpretar: indica o caráter de missão que transcende a atual encarnação. Uma muito forte Linha do Sol mostra a força de sua imagem e a propagação de sua palavra.

OM SAI RAM

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