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A falta de dor e as muitas explicações


Hoje vou contar uma história que aconteceu comigo há algum tempo...
Foi uma história engraçada... ou melhor... eu acho que escolhi fazer ela ficar engraçada... ... podia ter sido um drama... mas, não sei porque... virou um melodrama... Foi assim...

Em um lindo dia de sol eu estava bem alegre e descalça... como sempre ando em casa... quando senti o cheiro de café coado na hora. Saí correndo pra pegar um pouco... quando passei pela sala... mais precisamente, pela mesa de centro antiga de madeira bem pesada... dei uma topada com o meu pé no pé da mesa... o que poderia ter sido só um encontro amigável de pés... não foi...
Aaaaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
A dor era tanta que assentei no sofá segurando o pé
... e era só o que eu conseguia falar... aaaaaaaaiiiiiiiiiii...
... nem tinha coragem de olhar ainda...

Com a dor cada vez mais forte arrisquei uma olhadinha...
O que vi foi o meu quarto dedo do pé esquerdo completamente torto para o lado... um pouco levantado acima do dedinho...
Por um instante eu fiquei no ar... na dúvida... sem saber se chorava por causa da dor e porque tinha quebrado o dedo... ou se ria da forma engraçada que ele ficou...
Nem deu tempo de pensar e uma gargalhada decidiu a situação...
... pra minha surpresa parece que ao rir do meu dedo alguma coisa aconteceu com a dor e ela parou como por milagre... acho que ficou completamente desconcertada com aquela gargalhada... ou foi a minha mente que ficou sem saber como reagir...

Não importa... eu sei é que aproveitei daquele descuido da dor... ou da mente, pra não sentir mais dor... e pra garantir a falta de dor comecei a falar um mantra tibetano...
E continuei falando mentalmente o mantra enquanto tirava radiografia e constatava que o dedo tinha mesmo quebrado e que seria preciso colocá-lo no lugar...

Ainda falando o mantra... eu fiquei olhando o médico colocar um lápis entre o dedo quebrado e o do lado e forçar o dedo pra ele voltar para o lugar...
... eu sabia que devia estar sentindo uma dor enorme porque o médico me preveniu que ia doer muito... e porque minha razão sabia disso... mas não estava sentindo dor... ou melhor, eu sentia como se a dor estivesse fora de mim... é difícil explicar o que eu sentia... ou não sentia...
... eu não sentia a dor da dor...
Acho que é isso...
Na época fiquei procurando mil explicações para o fato da dor ter parado depois da gargalhada... e encontrei uma porção...

Há alguns dias eu soube pela Rita que meu Kin crono-psi pelo calendário Maia é espelho auto-existente branco...
Como o espelho rege justamente o quarto dedo do pé esquerdo...
Vou terminar com reticências porque ainda não tive tempo de pensar nas novas explicações que com certeza vou achar para a falta de dor e para o fato de eu ter quebrado justo esse dedo... agora com novas perspectivas de explicações...
... mas... pra que servem mesmo as explicações?


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rubia
Rubia A. Dantés é Designer, cria mandalas e ilustrações em conexão...
Trabalhos individuais e em grupo, com o Sagrado Feminino, o Dom e o Perdão...
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