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Colhendo os frutos do Ho´oponopono


Beth sempre comentava comigo como estava insatisfeita com seu trabalho... era diretora de uma escola em uma cidade perto daqui, e estava sendo tão difícil para ela continuar que... chegou ao ponto de pensar em desistir, abandonando tudo, quando só faltavam dois anos para ela se aposentar...
Além do mais não estava nada satisfeita com o lugar onde morava, porque não sentia que alí era o seu lugar. Já procurara muitas casas, não encontrando nenhuma que a agradasse...
A única casa que ela havia gostado... não conseguiu comprar porque a dona não quis vender...

Uma noite... faz algum tempo, a Beth me telefonou falando que tinha alguém interessado em comprar sua casa, mas que por um sonho que tivera, ela sentia que não seria um bom negócio...
Então, sugeri a ela a prática do Ho’ponopono, na forma como eu estava praticando na época e obtendo bons resultados.

Passou um bom tempo e um dia a Beth veio a um trabalho meu sobre o Dom e parecia outra pessoa de tão feliz que estava.
Enquanto tomávamos café, ela me conta que fez o ho’oponopono conforme havia lhe ensinado, e realmente deu certo, porque... a pessoa que queria comprar a casa se afastou e depois ela pôde constatar que não teria sido mesmo um bom negócio.
Mas o motivo maior da felicidade dela foi a grande mudança que aconteceu no seu trabalho.
Como já disse, ela não o suportava mais da forma como estava... e me conta que tirara todas as licenças a que tinha direito, mas... que tinha chegado o dia de retomar o trabalho.
Voltando à escola, uma professora faltou e ela resolveu ficar naquela sala no lugar da outra...
Aquela era, segundo ela, a sala mais difícil da escola, pois os alunos eram muito agressivos e nem aprendiam a ler... inclusive tinha um aluno em especial que, além de bater muito nos outros, o que quase todos faziam... chorava todos os dias...

Acontece que ela se apaixonou pela sala e pediu para ficar ali como professora. Ao que todos reagiram, como se ela não fosse suportar, uma vez que ela era a diretora, e aquela sala era a mais difícil de todas...
Apesar de toda pressão contra, Beth lutou e conseguiu assumir aquela sala... a mais problemática da escola.

E foi aí que tudo mudou... a Beth se encantou por aquelas crianças e me contava com alegria o entusiasmo que esse novo desafio estava trazendo para ela, a cada dia...
Ela inventava novas formas de fazer com que aquelas crianças experimentassem e demonstrassem afeto... Descrevia-me encantada o que fazia e como as crianças estavam reagindo...
Eu escutava, mais encantada ainda, pelo enorme bem que isso estava fazendo para ela... e para as crianças.
Era mesmo difícil de acreditar, porque acompanhei essa história da Beth por algum tempo, enquanto nenhuma saída parecia satisfatória. Nenhuma saída... dentro dos nossos limitados recursos... é claro...
O que ela estava alcançando com eles, ninguém na escola podia acreditar... O menino que chorava todos os dias parou de chorar... outros já começavam a ler, indo contra todas as previsões mais otimistas...

E ela finalmente me contou o segredo de tão bons resultados.
Desde que eu havia comentado sobre o Ho’oponopo, ela continuou praticando... e quando começou a dar aulas naquela sala, ela fazia e continua fazendo... “Sinto muito! Te Amo”! Para cada uma daquelas crianças... quando está na aula... ou em casa à noite, quando se lembrava de alguma delas que estava precisando mais... a cada dia... “Sinto muito! Te Amo”!

Fiquei encantada como o Grande Mistério nos guia por caminhos que nem sequer poderíamos imaginar que nos trariam a felicidade.
A Beth chegara a ocupar o cargo mais alto dentro da sua formação e, no entanto... encontrava-se extremamente insatisfeita ao ponto de quase abandonar tudo. E foi naquilo que seria uma função bem mais baixa, dentro da sua formação, que ela encontrou a felicidade e a certeza que era ali o seu lugar... ali ela se sentia servindo.

Pouco tempo depois ela me telefona super emocionada, porque aquele aluno considerado o mais difícil de todos, que as pessoas previam que só aprenderia a ler dentro de mais ou menos uns dois anos... já estava lendo. Ela me diz que até chorou de emoção e de alegria porque só fazia três meses que ela assumira a sala.
E os resultados que ela vem colhendo são mesmo inacreditáveis...

E como para completar sua felicidade... ela conseguiu comprar aquela casa que tanto havia gostado... assim... inesperadamente, a mulher resolveu vender pela oferta que ela fez. Algum tempo depois ela também conseguiu vender a antiga casa de uma forma também inesperada.

Quando fazemos o Ho’oponopono, limpando crenças e pensamentos limitantes, deixamos espaço para que a Divindade possa se manifestar em nossas vidas... muitas vezes nem sequer podemos imaginar, que a nossa felicidade esteja tão perto e tão acessível... e tudo que mais queremos, sabendo ou não disso... nos chega sem esforço, fazendo com que a nossa alegria se expanda até o infinito...



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Rubia A. Dantés é Designer, cria mandalas e ilustrações em conexão...
Trabalhos individuais e em grupo, com o Sagrado Feminino, o Dom e o Perdão...
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