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Feliz - Triste


No Domingo dia 22/7/2001, a maioria dos Brasileiros, teve um dia singular. Principalmente se já passamos dos cinqüenta anos. Se assim é, vivemos todas as emoções das conquistas dos quatro campeonatos mundiais.

Em momento algum poderíamos imaginar que um dia jogando contra o Peru estaríamos inseguros. Principalmente esta equipe Peruana. Ela não tem a mínima credibilidade internacional. Há alguns meses atrás estávamos em Lima e podíamos sentir a fragilidade dos Peruanos ao se referiam a sua seleção. As equipes internas são fracas. Um de seus jogadores de maior expressão, Aristisabal, passou pelo Santos, São Paulo e não deixou saudades.

Porém, ao comentarem sobre o nosso time seus olhos brilhavam de contentamento e os elogios brotavam de maneira espontânea. Na verdade eles queriam ser brasileiros e se orgulharem de sua equipe nacional...

Esta é, certamente, a nossa tristeza. Sofrermos, torcendo, para nossa equipe ganhar de uma seleção frágil por magros dois a zero.

Em outro ângulo estamos felizes. Ganhamos mas, acima de tudo recuperamos O AMOR PRÓPRIO PELA CAMISA. Uma coisa que há muito tempo estava esquecida e jogada no arquivo de uma pretensa pasta intitulada PROFISSIONAL.

Ser profissional, para alguns atletas, é sinônimo de canela de vidro. É ter medo de enfrentar o desconhecido e deixar o patriotismo de lado. Um país vencedor só existe se seus membros possuem fibra, garra e determinação.

Quantos anos nós não víamos um atleta brasileiro, ser substituído, sair de campo e permanecer torcendo pela sua seleção junto com os reservas? Quantos anos nós não assistíamos a civilidade e o brio dos nossos jogadores?

Nunca uma tristeza foi tão próxima da felicidade. Podemos, nos próximos encontros não termos sucesso, mas, recuperamos a nossa garra.

Vocês podem estar estranhando ao escolhermos este tema para o nosso artigo desta semana. Na realidade o que queremos evidenciar é que somos facilmente conduzidos a vitória, quando acreditamos e confiamos em quem nos comanda. A recíproca é verdadeira. Podemos, na fragilidade do comando ou de nossa mente, sucumbirmos e então buscarmos culpados para o nosso insucesso.

Felipão pode até não entender de futebol – o que não é verdade. Mas, entende de gente como poucos. Ele sabe que hoje, muito mais do que ontem o que vale é motivação, sincronismo e respeito.

Ontem era fácil administrar pés, mãos e o sim senhor das pessoas. Não existiam os veículos de comunicação de massa e a Internet. Hoje os cérebros estão abertos ao questionamento. As pessoas só executam aquilo que, para elas, faz sentido. Liderar está, cada dia, mais difícil. Alguns políticos não perceberam isso...

Assim é a sua vida, a nossa vida. Se projetarmos a nossa incompetência, como seremos pessoas saudáveis e de sucesso?

Nos veremos por aí.
Um beijo na sua alma


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saul
Saul Brandalise Jr. é colaborador do Site, autor do livro: O Despertar da Consciência da editora Theus, onde mostra através das narrativas de suas experiências como extrair lições de vida e entusiasmo de cada obstáculo que se encontra ao longo de uma vida.
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