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Graça e presença nos jardins etéreos

por Wagner Borges
Graça e presença nos jardins etéreos
Publicado dia 22/01/2009 11:39:41 em Espiritualidade

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(Lá, Onde a Canção é Sempre a da Luz e do Bem).

Olá, pessoal.
Agora é madrugada de sábado para domingo.
Tive uma experiência muito legal ainda agora e quero compartilhar com vocês um pouco da graça que ganhei.

Há algum tempo que venho sentindo uma saudade de algum lugar indefinido.
Por isso, fiquei com vontade de subir no alto de uma montanha e ficar lá meditando um pouco. Depois, pensei em ficar junto de algum lugar com muita água por perto. Na verdade, eu estava é com saudades de um sítio extrafísico, do qual eu não me recordava conscientemente.
Ou seja, eu estava acessando o tal lugar em espírito e, por isso, a saudade batia forte e eu não me dava conta, aqui na vigília, e estava procurando fora o que já estava dentro de mim.
E hoje eu tive a felicidade de redescobrir esse sítio de luz.

Tudo começou quando eu mostrava alguns CDs de um ( Os CDs mencionados são do músico new age inglês Neil H. – São os seguintes: `Delicate Touch´, `Secrets of the Faeries´, e `Voices of the Heart´.
Obs.: São trabalhos importados. Para mais detalhes, ver o site da gravadora dos mesmos, no seguinte endereço específico: link músico new age(*) para dois amigos que estavam comigo aqui em casa (o Sevananda e a Priscila).
Eu já vinha sentindo uma sensação psíquica há algumas horas, e até disse para eles: `Tem algum lance espiritual rolando, mas eu ainda não consegui sintonizar o que é. Vamos sentar aqui e escutar algumas músicas inspiradas. Acho que vou escrever algo, se eu conseguir pegar o lance´.
Então, sentamos nós três, no quarto onde faço meus trabalhos de energia e ficamos ali curtindo o som, de olhos fechados. Foi quando vi espiritualmente o lugar extrafísico, que não tenho como descrever em palavras. E lá, vi vários seres de luz, consciências avançadas mesmo, e eles se comunicaram comigo, de espírito a espírito.

Também não tenho como descrevê-los aqui, e ainda tive a intuição de deixar suas presenças no anonimato. Ou seja, eles não queriam nenhuma divulgação, deles ou do lugar.
E aí, para minha surpresa, eu recebi em minha mente, como um bloco de idéias, vindo deles, a informação de que eu estaria recebendo uma graça naquele momento. E que eu pedisse algo, o que quisesse, e que não perguntasse sobre os motivos disso.
E, do fundo do meu coração, eu pedi a eles que me dessem aquilo que fosse o melhor para minha evolução; que eles determinassem o que fosse o melhor e que eu já agradecia só por tê-los visto e ao tal sítio de luz.
E algo veio, mas não tenho a mínima idéia do que é!
E aí, outra surpresa: eles me sugeriram que eu poderia compartilhar a graça sutil com outras pessoas, bastando pensar nelas, de uma a uma. Então, pedi ao Sevananda e à Priscila que sentassem junto de mim. E deixei a graça fluir sobre eles, para que o melhor para a evolução deles acontecesse... E eles sentiram muitas coisas e uma onda de serenidade e contentamento em seus corações.

Depois, lembrei-me de um monte de gente e pedi por elas, individualmente.
Primeiramente, pedi pelas minhas filhas, meus pais e meus irmãos. Na seqüência, pedi pelos meus amigos mais queridos, de vários lugares. E fui pensando em muita gente... Até mesmo em pessoas complicadas, algumas assediadas espiritualmente; outras, doentes; e outras que até me trataram mal em várias ocasiões. E o mais legal: tanto para os amigos, quanto para os outros lembrados, o meu pedido era o mesmo: que acontecesse o melhor para evolução de cada um!
Naturalmente que, ao pensar em algumas pessoas, acabei espontaneamente pegando lances das coisas que rolam com elas, físicas e extrafísicas, e até mesmo vi algumas entidades obsessoras atreladas nelas. E, não fiz por menos: também pedi a graça para os espíritos assediadores (e vi que alguns deles foram retirados espiritualmente, de maneiras que não sei descrever).

Ao final, depois de pensar em muitas pessoas mesmo - várias delas jamais saberão disso, e outras, nem mesmo acreditariam -, inclusive, algumas que eu não vejo há anos, fiquei quietinho, ainda curtindo as músicas e o momento, até deixar de ver as imagens extrafísicas do tal sítio de luz e dos seres bondosos que me deram uma graça, sei lá por que...
E que graça é essa? Não tenho a mínima idéia. E também não sei a graça que foi para cada um que pedi. Só sei que algo bom, da luz e do amor, desceu aqui, e eu pude compartilhar isso com muita gente.

Coisas assim não podem ser explicadas convencionalmente. Tudo pode rolar, desde uma doença que desaparece antes mesmo de surgir no físico, até uma desobsessão secreta, às vezes de muitos anos, que ninguém tinha notado. Também pode ser que a graça seja a dissolução de uma condição cármica antiga, ou mesmo um reforço espiritual para que alguém tenha forças para superar uma adversidade e aprender sua lição com inteligência e paz.
Em alguns casos, pode ser a partida de alguém; em outros, a chegada!
Uma graça não pode ser classificada. E nem sempre é detectada. Mas é sempre pelo melhor. É um presente dado pelo Céu.
O engraçado é que liguei para alguns amigos e os acordei no meio da madrugada, para dizer-lhes o seguinte: `Acabei de pedir uma graça para vocês, mas não sei o que é; só sei que é bom!´
Finalizando, deixo alguns escritos de improviso, vindos do coração.
Talvez alguns de vocês peguem uma carona nessas vibrações e percebam algo além das palavras... Algo que não tenho como descrever.
Talvez, o melhor seja dizer: `Recebam de coração algo que não sei o que é, mas que é bom pra caramba!´

* * *

Lá, além do mundo, eu vi um jardim etéreo, onde pousam os Budas.
Acima, a montanha da sabedoria; embaixo, o lago da serenidade.
Na atmosfera em torno, a luz rosada do amor incondicional.
Então, por obra e graça de um Poder Maior, eu vi a reunião dos seres de luz.Eu vi Jesus e Ghandi conversando sobre a compaixão.
Eu vi Krishna e Rama regenerando corações, dos homens e dos espíritos.
Eu vi Rumi e Kabir dançando na luz...
Eu vi Kuan-Yin e Yemanjá abençoando as águas curativas.
Eu vi Shiva e Tara conversando sobre as energias e a vida.
Eu vi Shankara e Ramana Maharishi falando sobre discernimento.
Eu vi Abraão e Francisco de Assis falando sobre a árvore da vida.
Eu vi Lao-Tzé e Chuang-Tzú brincando com uma bola de ( Chi - do chinês - força vital, energia.
Dentro dos ensinamentos taoístas, a força vital é polarizada na natureza das coisas em dois aspectos fenomênicos: o Yin e o Yang, as alternâncias do Chi, as polaridades da energia.) Chi(*).
Eu vi Maomé e Mahavira conversando sobre as maravilhas celestes.
Eu vi Khalil Gibran e Fernando Pessoa escrevendo um poema juntos.
Eu vi Rabindranath Tagore e Ramakrishna rindo juntos de alguma coisa...
Eu vi o Pai Joaquim de Aruanda e a Mãe Maria rezando juntos.
Eu vi o Padre Cícero e Manjushri irradiando energias para o mundo.
Eu vi o Avalokitesvara cantando o ( Om Mani Padme Hum - do sânscrito - sua tradução literal é: `Salve a jóia no lótus`. Esse é um mantra de evocação do boddhisattva da compaixão entre os budistas tibetanos e chineses. Om é a vibração do TODO. Mani é a `Jóia espiritual que mora no coração`; ou seja, é o próprio Ser, a essência divina. Padme / Lótus é o chacra cardíaco que envolve, energeticamente, essa jóia sutil. Hum é a vibração dessa compaixão do TODO vertendo a luz pelo chacra cardíaco em favor de todos os seres.
Esse mantra é mais conhecido como o `mantra da compaixão`. É um dos mantras mais poderosos que conheço. Pode ser concentrado, mentalmente, dentro do peito – como se a voz mental estivesse reverberando ali –, ou dentro de qualquer um dos chacras que a pessoa desejar ativar. No entanto, o melhor lugar para ele é realmente o chacra cardíaco, pois o que chega ali é distribuído para todo o corpo, pela circulação do sangue comandada pelo coração, e também a todos os outros chacras do corpo energético.
O chacra frontal, na testa, também é excelente para a prática desse mantra, pois o que chega nele é distribuído ao longo da coluna pelos nádis – condutos sutis de transporte energético pelo sistema –, e comunicado a todos os outros chacras abaixo dele. Esse é o motivo pelo qual vários mestres iogues sempre aconselham aos seus discípulos iniciar alguma prática bioenergética por ele.
Um livro excelente sobre isso é o do pesquisador iogue japonês Hiroshi Motoyama, `Teoria dos Chacras`, pela Editora Pensamento.) mantra Om Mani Padme Hum(*)...
Eu vi os xamãs de várias tribos indígenas cantando a glória do Grande Espírito.
Eu vi onde os Budas pousam serenamente...

E eu lembrei-me dos muitos nomes pelos quais os homens chamam o Supremo: Deus, Papai do Céu, Mãe Divina, Alá, Jeová, Zambi, Tupi, Grande Espírito, Grande Mãe, Grande Arquiteto Do Universo, O Divino, O Todo, e outros mais... Dependendo de cada cultura e do valor intrínseco do devoto.
Então, meu coração me disse: `Amigo, tudo é UM! Pouco importa o nome dado ao Supremo. Nomes são relativos, mas o Divino é Absoluto! O que vale é o amor, que acaba com todas as diferenças e separações ilusórias. É a luz, que dissolve as brumas do egoísmo e faz pensar na fraternidade. É a união de todos pelo bem comum. É o universalismo que respeita a cada Ser, com sua liberdade de expressão e integridade. Tudo é UM! E o amor e a luz confirmam isso.´

P.S.: Uma voz sutil me disse, de espírito para espírito:
`Receba a sua graça e não pense em mais nada... Apenas usufrua e, se quiser, compartilhe-a com outros. Pegue uma carona na serenidade...
Não pense em nada... Apenas dance na luz!
E, em seu coração, você sabe sobre o Grande Amor.
Viaje com Ele... E sinta-se em casa.
Compartilhar uma graça já faz parte da graça!
É felicidade em movimento... É amparo secreto e tranqüilo.
É contentamento que não tem preço.
Não pense em nada... Apenas dance na luz!´

Graça e Presença.
Montanha de Sabedoria.
Lago da Serenidade.
Paz e Luz.

Texto postado originalmente na lista do Grupo de Estudos e Assistência do IPPB -

Wagner Borges – seu colega de evolução, com graça e agradecimento, que sabe que há muitas coisas que o dinheiro não compra e que o mundo não dá, principalmente energias limpas, lucidez e contentamento na jornada...
São Paulo, 18 de janeiro de 2009.




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Sobre o autor
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Wagner Borges é pesquisador, conferencista e instrutor de cursos de Projeciologia e autor dos livros Viagem Espiritual 1, 2 e 3 entre outros.
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