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Jesus Ondananda: Um vislumbre do oceano de estrelas


(Viajando Espiritualmente no Olhar do (Rabi – mestre.) Rabi(*))

Rabi, quando Você pousou o seu olhar no meu, eu vi um oceano de estrelas.
Miríades de sóis brilhavam na tapeçaria sideral.
No silêncio do seu amor, você me disse, em Espírito e Verdade:
“Tudo é UM! Tudo é Ele! Ele é o Sol de todos!”
Senti o infinito preenchendo o finito de minhas percepções.
O Uni-Verso: o Uno preenchendo os muitos versos do meu ser.
A plenitude do Amor pulsando na vacuidade do meu ego.
O Grande Anônimo no meu pequeno eu.
As vagas da Sabedoria Universal beijando secretamente as praias do meu coração.
Na serenidade do seu olhar, eu me vi como uma pequena gota; Você como uma onda; e o Todo como o oceano de bem-aventurança.
E, ao mesmo tempo, ecoava em tudo a mesma vibração, o mesmo toque celeste em todos os seres vivos. Desde as esferas espirituais até o âmago da Terra, a mesma harmonia interdimensional.
Então, Você me disse, de coração a coração: “A gota faz parte da onda, que, por sua vez, faz parte do oceano. Tudo é UM! Você, eu e todos os seres, Ele... todos UM!”
Pensando nisso, descobri que o meu olhar também adquiriu aquele brilho do AMOR QUE AMA SEM NOME!
E o melhor: também passei a perceber o mesmo brilho no olhar dos outros, mesmo sem eles saberem disso. Esses outros que também são UM!
Aqui e agora, eu, a gotinha consciente, saúdo Você, Rabi, o amigo-onda, que sempre falou e ensinou sobre o Oceano de Amor do Todo.

O Todo está em tudo!
Om Jesus ( Ananda (do sânscrito) - bem-aventurança; êxtase espiritual.) Ananda(*) Om!

P.S.: Como lamento a limitação das palavras, como nessas linhas que escrevi aqui, que não são capazes de expressar corretamente o brilho da aurora que desponta no céu do coração.
Ah, Rabi! Perdoe a pobreza de minhas percepções e as minhas limitações ao tentar formatar o brilho do amor nesses escritos. É que não sei fazer melhor; só sei sentir e expressar a espiritualidade como um ser humano. E escrevo porque não agüento tanta luz chegando aqui. É muita “areia para o meu caminhão” carregar sozinho. É muito amor para o meu coração suportar.
Sabe, hoje eu compreendo melhor o trabalho dos avatares de todas as épocas e contextos espirituais da história dos povos. Caras como Você, Rama, Buda, Krishna, Ramakrishna e tantas outras consciências amigas da humanidade, sempre ancoraram as poderosas ondas de amor do Todo. E se eu “não seguro a onda”, só experimentando uma fração desse amor, fico pensando nos vagalhões de amor que chegavam às praias de seus corações. Como vocês agüentavam tanta luz em si mesmos?
Vejo o seu olhar, em espírito, de uma forma que jamais poderei explicar para os outros, e sinto que há todo um amparo invisível me ajudando a verter esse amor, mesmo que de forma imperfeita; um amparo sutil que me ajuda a agüentar o tranco de tanto amor passando por esse pobre coração, que me ordena escrever de todo modo.
Rabi, no seu olhar eu sinto a força do Espírito Supremo.
Esse olhar que me lembra da aurora do amor.
Essa aurora que brilha no olhar de quem ama.
Esse amor que não se explica, só se sente, em Espírito e Verdade...
Esse Espírito, que sopra por onde quer, e que permeia esses escritos tão limitados.
Esses escritos, que, mesmo assim, Você abençoou com seu olhar.
Esse olhar que me diz para viver, escrever, trabalhar, amar, sorrir e seguir...
Querido, muito obrigado, por tudo.

(Peço permissão ao Rabi-onda-amor-serenidade para dedicar esses escritos a dois queridos professores da consciência, que sempre falaram do amor e da consciência cósmica: Huberto Rohden e (Mestre iogue que viveu na Índia do século 19 e que é considerado até hoje como um dos maiores mestres espirituais surgidos na terra do Ganges. Para se ter uma idéia de sua influência espiritual, posso citar que grandes mestres da Índia do século 20 se referiram a ele com muito respeito e admiração, dentre eles o Mahatma Ghandi, Paramahamsa Yogananda e Rabindranath Tagore.) Paramahamsa Ramakrishna(*)).

“Os avatares são, em relação a Brahman, as ondas. Ele é o Oceano de tudo!
Eles são as locomotivas que carregam os vagões cheios de almas na direção da estação divina.” Paramahamsa Ramakrishna

- Notas:
* Sobre o genial filósofo e pensador brasileiro Huberto Rohden, favor ver sua coluna em nossa página, na seção de Multimídia – link
Enquanto eu escrevia, rolava no som o Cd “Raoul and the Kings of Spain” (ano de lançamento: 1996), da banda inglesa de pop-rock Tears For Fears. Aliás, a música “Me and My Big Ideas” (décima primeira do disco) é maravilhosa.
Ao passar a limpo esses escritos, lembrei-me de um texto sobre Ramakrishna e Jesus de que gosto muito (já postado na página do IPPB no ano de 2000). Segue-se o mesmo.


UM ENCONTRO LUMINOSO

Enquanto eu caminhava sob as árvores, ele surgiu.
A princípio, pensei que ele era um estrangeiro.
Mas, seu olhar sereno não me deixou dúvidas.
Ele veio e cumprimentou-me.

Fiquei paralisado enquanto ele deu um leve sorriso.
Vi em seus olhos um oceano de doçura.
De súbito, ele entrou em meu peito e
Foi para dentro do meu coração.
Instalou-se lá, e eu submergi no mar do ( Samadhi (do sânscrito): expansão da consciência; consciência cósmica. ) samadhi(*).
Ele estava em mim e dizia-me que nós éramos ( Avatares (do sânscrito) - emissários celestes; canais da divindade; seres de luz que encarnam entre os homens para espalhar a luz e a espiritualidade.) avatares(*) do mesmo amor".

Foi assim, que Ramakrishna contou-me sobre a primeira vez que se encontrou com Jesus.
Da mesma forma, conto-lhes agora, do meu jeito.
Só sei dizer que Ramakrishna e Jesus andam juntos por aí, querendo encher os corações de amor e luz.

( Om Tat Sat (do sânscrito): Tríplice designação de Brahman, O Supremo, O Absoluto, O Grande Arquiteto Do Universo. Como mantra, pode ser usado na concentração e ativação dos chacras.) OM TAT SAT(*)!

- Wagner Borges – espiritualista que não segue nenhuma linha em particular, viajante espiritual bem-humorado, filho da dona Maria Rita e do seu Waldemar, que escreveu esse pequeno texto com os olhos brilhando e com a certeza de que muitos leitores sentirão o toque espiritual no centro de seus corações.

P.S.: Enquanto eu escrevia, rolava aqui no som a maravilhosa música "Oh Life" (música 12 do CD "Try Anything Once" - 1993), do músico inglês Alan Parsons.


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Wagner Borges é pesquisador, conferencista e instrutor de cursos de Projeciologia e autor dos livros Viagem Espiritual 1, 2 e 3 entre outros.
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