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Nas mãos do Ancião dos Dias III


Amigo (a), por favor, olhe para a abóbada celeste e se pergunte:
"Quem criou essa imensa tapeçaria estelar?"
E, depois, olhe para quem você ama, e se admire.
Porque, quem criou o seu Amor, também criou as estrelas.
Mas, para ver isso, é preciso olhar com outros olhos.
Ou, melhor dizendo, perceber o Eterno com o coração.
Ah, quem criou as estrelas e o Amor, também criou você.
A mesma Mão que teceu o cerne da Existência sustenta o seu viver.
Sim, a Mão do Ancião dos Dias, que sustenta os sóis e o seu coração.
E, mesmo que você seja cético (a) quanto a isso, há um Grande Amor em seu Ser.
E nada pode alterar isso. Nem mesmo suas dúvidas e dissensões espirituais.
Por favor, olhe a imensidão estelar e pergunte-se:
"Quem criou isso tudo, também me criou? E fez o Amor acontecer em mim?...
Fez-me amar e sorrir? Tornou-me menino (a) e encheu-me de vida?..."
Ah, quem teceu o Grande Mistério o conhece melhor do que você mesmo.
Quem criou o Amor, também ama. E isso é assim...
Então, admire-se. Olhe para quem você ama - e também para o Céu.
Pois o Poder que criou as estrelas é o mesmo que está em seu coração.
E quem ama, sabe. E se admira muito...

Paz e Luz.
Wagner Borges - admirando-se cada vez mais...


NAS MÃOS DO ANCIÃO DOS DIAS - IV

O meu caminho é o Teu.
E eu sei que, se bater em Tua porta, Tu me atenderás.
Porque eu entrei na noite escura, e Tu me resgataste.
No meu momento mais difícil, foi a Tua Mão que me segurou.
Eu quase caí no abismo... Mas Tu tinhas fé em mim.
A fé que eu não tive por Ti... E que, agora, me faz cantar.
Antes, eu via a luz do sol, mas não me admirava com o brilho.
E olhava a lua e o céu estrelado com ceticismo e arrogância.
Porque eu não percebia a Tua Mão sustentando a matriz dos universos.
E a vida me parecia um acidente cósmico, uma mera circunstância vital...
Ah, Meu Pai, eu estava louco! E, mesmo assim, Tu tinhas fé em mim.
Porque Tu vias algo bom em meu coração, que eu mesmo não via.
E eu quase abracei as trevas... Até que a dor me fez repensar as coisas.
E, aí, Tu me abraçaste, em espírito e verdade, e eu renasci...
E, do fundo do meu Ser, brotou uma canção de Amor e Fé.
E tudo mudou... E a luz do sol, a lua e as estrelas ficaram lindas.
Porque o meu olhar mudou e eu passei a ver a Tua Mão sustentando tudo.
E tu não eras um velho barbudo e controlador, mas o Amor mais lindo de todos.
E Tu nunca me condenaste. Porque o Teu Amor é incondicional.
E Tu conheces todos os corações, eu sei. Mesmo aqueles que Te desconhecem.
Ah, se hoje eu canto, é porque a Tua Mão me sustenta na jornada...
E, se estou vivo, é por Tua causa. E, se amo, é porque o Teu Amor me fez assim.
E continuarei cantando... Até que Tu me leves de volta para o plano espiritual.
E só Tu sabes a hora certa disso. Porque a vida não é um acidente cósmico.
Porque a Tua Mão teceu o Grande Mistério, da tapeçaria sideral e dos corações.
E, sem a arrogância toldando a minha visão, eu vi o Teu Toque em tudo.
Ah, tudo mudou! E a canção brotou, em espírito e verdade. Por Tua Graça.
E eu continuarei cantando... Sim, com Fé e Luz, até que Tu me leves...

P.S.:
Deus, Brahman, Papai do Céu, Mãe Divina, Grande Mãe, Grande Espírito. Jeová, Alá, Tupã, Zambi, Grande Arquiteto Do Universo, Pai Celestial, O Todo, O Supremo... São muitos os nomes pelos quais os homens da Terra Te chamam, mas, aqui e agora, o meu coração Te chama como Te sente: "O AMOR MAIS LINDO DE TODOS!"

(Dedicado a todos aqueles que atravessam as provas do mundo sem jamais renegarem a espiritualidade em seus corações, e que sentem um Grande Amor norteando suas jornadas, humanas e espirituais.)

Na Fé!
Paz e Luz.

- Notas: Escrevi essas linhas por um impulso espiritual, sem nem saber por que... Mas, Deus sabe. E é isso o que importa. Eu só sei sentir, sentir, sentir...
Obs.: Enquanto eu passava essas linhas a limpo, lembrei-me de uma canção que brotou do coração da sabedoria hindu. Segue-se a mesma logo abaixo.


CANÇÃO DE MIRA

De que plagas tu provéns, viajante?
Para que plagas te diriges?...
Em tua cega caminhada
Esqueceste o teu objetivo?

Não passa este mundo de uma estalagem.
Teu verdadeiro lar jaz muito longe.
Não te percas no dédalo do Carma,
Ó peregrino da estrela!

Por que recolher coloridas pedras,
E Lamentar dores passadas?
Mergulha fundo, se queres ganhar
A pérola que sabes sem jaças.

Semente alguma germina no solo da oração,
Mas floresce no próprio seio de Deus.
Íngreme é a subida, invisível a meta...
Ilumine-se, porém, a noite com a luz da fé.


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Wagner Borges é pesquisador, conferencista e instrutor de cursos de Projeciologia e autor dos livros Viagem Espiritual 1, 2 e 3 entre outros.
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