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Porque amo Ho’oponopono... - parte 5

por Rubia A. Dantés
Publicado dia 04/12/2008 17:00:36 em Espiritualidade

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Naquele dia me vi diante de uma pessoa que sempre me fazia reagir de uma forma que eu não gostava... me sentia como alguém que estivesse diante de uma autoridade que me fazia ter medo de ser descoberta a qualquer momento por não estar cumprindo alguma regra. E me via vez após outra sempre reagindo àquela pessoa na defensiva... me explicando muito...
Não era o que a pessoa mostrava ou era, mas como eu recebia o que vinha dela... e ela não devia ter a menor idéia do efeito que tinha sobre mim... ou sobre minhas memórias.
E esse comportamento só se manifestava quando estava diante dessa pessoa.

Com o tempo, observando minha reação, tão diferente com relação àquela pessoa, entendi que alguma coisa nela funcionava como um gatilho, que na mesma hora acionava memórias de episódios em que precisei me defender por estar sendo fiel à minha Alma, quando as regras não permitiam isso. Ou alguma coisa assim.... não importa saber exatamente a causa dessa reação, mas sim identificar o problema e limpar essas memórias.

Percebi que ela ativava em mim alguma memória que instantaneamente me tirava do centro, fazendo-me “reagir” como se estivesse sendo ameaçada e na eminência de ser descoberta... e trabalhava isso com as ferramentas que tinha no momento.

A partir de quando conheci Ho’oponopono, o praticava sempre que essa situação se apresentava e aos poucos fui notando como minha reação foi mudando... mudando... até que chegou o dia em que me vi frente a essa pessoa e não reagi mais a ela daquela forma... senti-me centrada e presente e minha comunicação com ela fluiu leve e natural. Não me senti de forma alguma ameaçada...
Depois entendi claramente a diferença entre você estar no presente... ou estar reagindo ao passado.
Você fica mais nítida... e o infinito parece que está disponível o tempo todo...

Parece que quando estamos reagindo a alguma memória só conseguimos passar por caminhos já traçados, e com isso limitamos nossas vidas a um mínimo de experiências... quando a vida nos oferece a cada momento infinitas possibilidades.

Quando estamos sob efeito de alguma memória, nós repetimos respostas... repetimos experiências... tudo velho e já ultrapassado... sem sequer enxergar que aqui e agora, no presente... existe um portal que nos leva à liberdade.

A maior parte das vezes nem percebemos que estamos só reagindo à vida... nos acostumamos a tudo... até a sofrer... e a aliviar o sofrimento contando aos outros, sem entender que esse alivio é tão efêmero e só faz perpetuar a nossa condição de vítima.
Vamos diminuindo a cada dia a chance de sermos felizes... quando nos adaptamos pouco a pouco ao que é ruim, ou ao que é mais ou menos... e com o tempo nem temos mais noção que estamos vivendo com um mínimo de felicidade quando é nosso direito Divino Sermos Felizes por inteiro.

Então, quando chega algo assim tão especial como o Ho’oponopono, que nos dá a possibilidade de limpar o que nos impede de ser feliz... só podemos agradecer profundamente ao grande Mistério.

É claro que isso envolve determinação e persistência... nada acontece se não praticamos...
Mas quando começamos a perceber as profundas transformações que acontecem conosco e com tudo ao nosso redor, essa prática começa a fazer parte da nossa vida de forma natural e cada vez mais simples...

Por isso amo o Ho’oponopono e sou profundamente grata!


Obs:
Quando acabei de escrever o texto, recebi um e-mail da Mara, uma leitora que fez o curso com o Dr. Len, e gentilmente contou um pouco da sua experiência, que quero compartilhar com vocês.

Aloha Rubia,

Realmente uma benção participar de um curso com o Dr. Len. Ele é acolhedor, amoroso, bem humorado e infinitamente paciente! Particularmente, ao trabalhar uma questão pessoal, tive um momento muito amoroso/acolhedor, emocionante e profundo com ele.

O bom de se fazer pessoalmente o curso com o Dr. Len é a vibração e o aprendizado das diversas ferramentas para se fazer a limpeza, podendo, momento a momento, fazer as "limpezas" com os questionamentos e problemas de cada participante, que ele chama de "oportunidades" e não problemas, não importando a gravidade da situação.
Tudo se resume em situações que retornam como memórias recorrentes ("replaying") na mente subconsciente; portanto devemos assumir os 100% de responsabilidade e limpar, limpar, limpar... 24 horas por dia, sete dias da semana, momento a momento.

E, querida, devo lhe dizer que meu grupo, em particular, foi muito "perguntador", querendo saber muito sobre os "porquês" e ele, bondosa e repetidamente, dizia: "perguntas são apenas memórias - limpe-as e você ‘saberá’ tudo”...

Ele não dá trégua; fala reiteradamente da absoluta importância de conhecer-se a Si Mesmo, que em algum ponto da nossa evolução é imperativo entender que nossa existência é um trabalho interno e que nada, absolutamente nada, está do lado de fora. Insiste que devemos nos libertar dos "gurus" externos e que nos tornemos nossos próprios gurus, simplesmente praticando o Ho'oponopono (um presente Divino para podermos "consertar" nossos erros, ou memórias recorrentes) e que basta dizer TE AMO! para essas memórias, que a Divindade e apenas a Divindade, irá transmutar, apagar, ou cancelar essas memórias que se apresentam como dificuldades, doenças, sofrimento, etc...
Ele não gosta de ser considerado um guru/mestre - diz que ele apenas está lá para SE LIMPAR! E nos passar o conhecimento de como fazê-lo.

Diz, com senso de humor, que gostaria de poder fazer a técnica e aplicação do Ho'oponopono de forma "mais complicada", pois talvez assim as pessoas se convenceriam mais facilmente que ela funciona, mas que infelizmente ele não tem como, pois a técnica é realmente muito simples e fácil. A dificuldade, se existir alguma, se resume ao fato de que É PRECISO ASSUMIR OS 100% DE RESPONSABILIDADE POR TUDO QUE ENTRA NO NOSSO CAMPO INTERATIVO E PRATICAR SEMPRE O "SINTO MUITO; ME PERDOE; TE AMO; OBRIGADO”!
E -continua-, se você tiver dúvidas sobre a eficácia quanto ao uso dessa técnica, limpe suas dúvidas, pois elas também não passam de memórias recorrentes...

Outra recomendação por ele enfatizada é beber a AGUA SOLAR AZUL (explicação no e-book do McAllister link ). Que com isso e as palavrinhas EU TE AMO a gente “volta a ZERO”. A frase que ele usa em inglês é muito bonita - "How wonderful is to be able (literalmente: como é maravilhoso ser capaz de ENXAGUAR A DOR) TO DRINK AWAY THE PAIN!(*)"

Perguntei para uma das coordenadoras se havia algum projeto de vinda dele para o Brasil, eu lhe disse que já havia muita gente praticando o Ho'oponopono por aqui, e ela me respondeu: "Continuem limpando (cleaning), limpando, que no momento certo ele irá! Ou talvez, nem seja necessária a ida dele!"





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Sobre o autor
Rubia A. Dantés é Designer, cria mandalas e ilustrações em conexão...
Trabalhos individuais e em grupo, com o Sagrado Feminino, o Dom e o Perdão...
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