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Dor de cabeça desde a infância...

Dor de cabeça desde a infância... Publicado dia 5/20/2005 12:56:53 PM em Vidas Passadas

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“Sempre tenho uma dor, sempre tive dor de cabeça, desde criança, tive meningite meningocócica com 14 anos, será que é seqüela? Tenho muito medo de sentir dor física! Sou muito triste, não tenho mais perspectivas. Às vezes me imagino paralítica. Sinto muita mágoa. Não consigo perdoar! Eu me revolto se me acusam de algo que não fiz, que não fui eu; perco a cabeça! Ou uma injustiça com outra pessoa; não posso ver injustiça, eu saio em defesa da pessoa. Desde criança eu sou assim. Tenho uma sensação de que fui injustiçada, que cometeram algo comigo... Eu sempre me acho injustiçada. Parece que sempre tenho medo que vão me acusar de alguma coisa... que vão me condenar... Eu não me abro, não conto pra ninguém, nem pra minhas amigas, tenho uma falta de confiança, um medo, não sei de quê, sou muito reservada, estou sempre de sobreaviso. Sou muito brava, eu fico furiosa! Quero me controlar e não consigo, enfureço pelas mínimas coisas. Eu luto pelas coisas que eu quero. Sou muito impulsiva, brigo, bato boca”.

Paciente D. L., professora, data de nascimento: 23/2/1960
Sessão de regressão (M = Mauro; P = paciente).

M - Vamos elevando nossos pensamentos para o Mundo Espiritual, para meus Amigos Espirituais, para teus Amigos Espirituais, pedindo a eles que estejam conosco, nos orientando, nos intuindo, e que te ajudem a encontrar no teu passado, nas tuas memórias, fatos, situações, do teu passado, de uma outra vida, que ainda estejam te afetando... E larga teu corpo, completamente, aí no colchão... relaxa... te solta... e vai indo pela música... entrando na música... como se tu fosses dormir... como teu corpo fosse desaparecendo... E te sente subindo, subindo... como um balão que vai inchando, vai inflando... vai ocupando esta sala toda... e podes ultrapassar esta sala... para encontrar teu passado... uma outra época... uma outra vida...
P - A minha cabeça tá pesando, parece que tá presa.

M - Sim, continua... O que está acontecendo?
P - Não consigo ver. Parece que a minha cabeça tá presa. Não consigo sair daqui. Não consigo enxergar nada, é só escuro.

M - Sim...
P - Eu quero ver, mas não consigo, a minha cabeça dói, pesa.

M - O que tem a tua cabeça?
P - Tá presa. É uma sensação ruim. Parece que tá presa.

M - Está presa...
P - Estou presa. Não sei. Me dói tudo... a cabeça parece que tá presa, tá frio. Tenho muita dor aqui no ombro (coloca a mão no ombro direito).

M - Sim.
P - Me dói tudo, tô com frio. Não vou sair daqui.

M - O que acontece então? O tempo vai passando, os dias vão passando...
P - Não vejo ninguém, parece que estou machucada. Tô com medo.

M - O que tu vais fazer? Como é que tu vais sair daí?
P - Eu não sei onde eu tô.

M - É um lugar pequeno... é grande... como é?
P - Não consigo ver o lugar. Parece que tô toda machucada. Eu não saio daqui.

M - Vamos ver... quando o tempo vai passando... vai passando... Como é que tu sai? Como é que tu saíste?
P - Não sei, não consigo ver nada, não sei.

M - Vamos ver... vamos lembrar...
P - Eu só vejo escuridão. Acho que tô presa, meu corpo todo dói, ai, meu Deus, tô com medo, não sei de quê.

M - Vamos ver... depois que passou bastante tempo... vamos ver...
P - Vejo uma Luz, é pequena, tá aumentando, tem alguém que me ajuda, é um Guia Espiritual, um Guia que me ajuda a sair. Ai, que bom! Estou saindo. Vamos subindo, subindo, vai clareando. A minha cabeça dói, tá presa, parece que tá presa, pelos cabelos. Não sei, parece que me amarraram pelos cabelos, eu não consigo ver nada, não consigo nem me mexer. Ai, sinto frio, muito frio, acho que nunca vou sair daqui. Acho que morri ali.

M - E depois que teu corpo morre... o que acontece? Tu podes sair do corpo... vamos ver... vamos lembrar... O teu corpo morre... tu podes sair dele... te libertar...
P Agora eu sinto paz.

M - O que tu vês?
P - Me sinto bem.

M - O que tu vês?
P – Já saí de lá. Agora to descansando, só vejo a claridade. Mas a minha cabeça ainda pesa.

M – E quando tu vais melhorando... vais te sentindo melhor...
P - Eu me sinto melhor, mas a minha cabeça ainda pesa. Acho que preciso ficar deitada.

M - Onde tu estás? Como tu te sentes?
P - Eu não consigo me ver, só tenho a sensação, está claro, mas não consigo ver. Eu não consigo me ver, mas estou me sentindo bem, já saí daquele lugar, estou livre. Que bom!

M – Que bom! O importante é que tu já relembraste que saiu daquele lugar... que tu vais melhorando... te sentindo bem. Como está tua cabeça?
P - Não sinto mais nada nela, está bem.

M - Então descansa agora, relaxa, por hoje está bom. Outro dia, podemos ver mais coisas do teu passado, se for necessário. Relaxa, aproveita essa paz, tudo já passou, está tudo bem agora.

Retorno

“Nunca mais tive dor de cabeça! Desde o dia da regressão ela passou. E as dores no corpo melhoraram muito. E eu tinha dor na cabeça desde criança. Minha mãe dizia que quando eu era criança, gemia dormindo. Nessa regressão vi que alguém me empurrou, era um penhasco, caí lá em baixo, fiquei toda quebrada”!Comentário

Essa paciente sentia dor de cabeça desde a infância e a causa era esse trauma nessa encarnação, quando lhe empurraram e ela caiu de um penhasco e certamente quebrou a cabeça. A meningite que teve na infância pode ter sido por uma “brecha” originada nesse trauma? São informações como essas que vão criando hipóteses e teorias. Ela não suporta injustiças consigo e com os outros, tem uma sensação de que foi injustiçada, acusada de algo que não fez, condenada... Ela tem receio de abrir-se com as pessoas, contar suas coisas, sente uma desconfiança, não sabe de quê... Será que isso que o que aconteceu com ela naquela vida foi um julgamento e uma pena de morte? Ela falou na consulta que parece que foi condenada... Mas o realmente importante numa regressão não é saber o que aconteceu, quem fez o quê, e muito menos reconhecer quem fez algo, pois isso infringe a Lei do Esquecimento, que devemos respeitar. O que importa é a pessoa regredida relembrar que aquela situação já terminou, já passou, ir adiante na sua memória, até o momento da morte física, até o desencarne, relembrar sua subida para o Astral, até estar sentindo-se bem lá Essa é a técnica da nossa Associação Brasileira de Psicoterapia Reencarnacionista (www.abpr.org). Isso promove um desligamento completo da situação traumática, de onde vem a maioria dos casos de fobias, pânico, depressões e dores crônicas refratárias a tratamento.

Nota do autor – coloquei ao início um resumo do relaxamento e da expansão da consciência que promovemos no paciente. Essa parte da regressão dura em média de 10 a 15 minutos, e vai até o seu Guia Espiritual assumir o comando e passar a dirigir o processo. A partir daí o terapeuta fica apenas assessorando, sem interferir, para não atrapalhar a direção espiritual. É importante a regressão ser ética, comandada pelo mundo espiritual, para que não sejam infringidas as leis kármicas e a Lei do Esquecimento. Regressão é para desligar a pessoa de um trauma do passado e não para servir à curiosidade (do paciente ou do terapeuta...).


por Mauro Kwitko

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Sobre o autor
Mauro Kwitko é médico auto-licenciado do Conselho de Medicina para poder dedicar-se livremente ao seu trabalho como psicoterapeuta reencarnacionista. Em 1996, começou a elaborar e divulgar a Psicoterapia Reencarnacionista. É fundador e presidente da ABPR. Ministra Cursos de Formação em Psicoterapia Reencarnacionista e Regressão Terapêutica há muitos anos, tendo formado centenas de psicoterapeutas reencarnacionistas.
Email: [email protected]
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