Homossexualidade

Homossexualidade

Autor Osvaldo Shimoda

Assunto Vidas Passadas
Atualizado em 03/01/2008 02:32:09


O tema é complexo, pois existem muitas facetas para que se possa apontar uma única causa determinante da homossexualidade.
No entanto, na minha prática clínica, trabalhando com pacientes homossexuais na T.R.E. (Terapia Regressiva Evolutiva) – A Terapia do Mentor Espiritual – Abordagem psicológica e espiritual breve – canalizada por mim pelos Espíritos Superiores do Astral, pude observar três causas que levam à homossexualidade:

a) Causa moral: Numa vida passada esses pacientes abusaram de suas condições masculinas ou femininas, discriminando o sexo oposto, arruinando vidas alheias, destruindo uniões e lares. Na encarnação atual, vêm em corpos físicos opostos à encarnação passada para que possam aprender a reajustarem seus próprios sentimentos, ou seja, sentirem na própria pele, como parte de suas aprendizagens, a discriminação enquanto homossexuais.
Em muitos casos, vêm também com uma indefinição sexual, não tendo atração física por ambos os sexos, por conta de uma vida pretérita promíscua, muito desregrada como homem(mulher); portanto, não ter atração sexual por ninguém faz parte de sua aprendizagem para valorizar mais o aspecto afetivo do que o sexual nos seus relacionamentos com o sexo oposto.
Há ainda aqueles que, em várias encarnações, foram homens de muitas batalhas, guerras, comando, liderança, e vêm na encarnação atual como mulheres para melhorarem suas condições espirituais, exercitando mais a ternura. Como exemplo, veja no final desse artigo o caso de uma paciente que sentia repulsa e raiva dos homens, quando estes a tocavam fisicamente.

b) Causa educacional: É resultado de vivências em várias encarnações em culturas e comunidades onde a prática homossexual era aceita e até estimulada, como na Grécia antiga, Roma e em certas tribos indígenas ou nas sociedades culturais e religiosas que segregavam seus membros - em muitos mosteiros ou seitas religiosas eram comuns as práticas homossexuais.

c) Causa obsessiva: Casais de vidas passadas em vivências homo ou heterossexuais reencontram-se na vida atual em condição de ódio ou paixão doentia, estimulando uma postura homossexual entre ambos.

Caso Clínico:
Indefinição sexual.
Mulher de 25 anos, solteira


Veio ao meu consultório por conta de sua indefinição sexual – desde a adolescência não tinha atração sexual com relaçaão a ambos os sexos. Por carência afetiva, na fase adulta se envolveu com uma amiga. Na adolescência, quando se relacionou sexualmente com os homens, se sentia agredida, abusada sexualmente; ficava irritada e com raiva quando eles a tocavam fisicamente. Por outro lado, ao se envolver com a amiga não teve nenhum sentimento de raiva ou hostilidade. No entanto, nunca teve orgasmo com ninguém.
Chegou a namorar três anos com um homem. Com ele não tinha raiva de ser tocada porque era muito amoroso, calmo e não era afoito em querer fazer sexo com ela; porém quando tiveram relação sexual não sentiu nenhum prazer e acabou terminando o namoro.
Posteriormente, chegou a namorar com uma amiga da adolescência. Foi um relacionamento de muita possessão e brigas por conta de ciúmes. A paciente se condenava por ter um relacionamento homossexual, e acabou também terminando o namoro, pois não se satisfazia sexual e afetivamente com a parceira.
Só conseguia atingir o orgasmo se masturbando e, em suas fantasias sexuais ou mesmo nas relações homossexuais, só conseguia desempenhar o papel masculino.

Ao regredir me relatou:
“Vejo um coliseu, uma arena, estou dentro dela; é dia, vejo arquibancadas. Acho que sou um homem alto e forte. Vou ter que lutar, mas tenho medo”.

- Medo do que?– Pergunto à paciente.
“Tenho que mostrar sempre que sou forte, vencendo as lutas (pausa).
Agora vejo uma mulher de estatura mediana, uns 25 anos, usa uma túnica branca.... Está se aproximando de mim. Ela é a minha mentora espiritual, e vem para me confortar, pois eu estava triste, me sentindo solitário. Ela passa a mão no meu rosto carinhosamente e pede para me acalmar.
Fala que sou muito ambicioso, vaidoso, que preciso frear os desvarios, os excessos e me tornar mais humano, mais amoroso e menos egoísta. Pede para resistir à vida fútil e às tentações que levam à bebida, fumo e sexo. Mas diz que me ama, e que estará sempre comigo (pausa).
Agora ela está falando da minha encarnação atual, afirma que não sou homossexual, mas carente afetivamente, e que me deixei iludir por paixões fugazes. Esclarece que na vida atual carrego no meu espírito gravações de outras vidas que agravaram a minha indefinição, minha escolha sexual, e que os traumas vividos na minha infância também contribuíram à minha repulsa em ter contato físico com os homens (os pais brigavam constantemente e, quando criança, ao dormir no quarto dos pais presenciou à relação sexual deles. Achou que o pai estava judiando de sua mãe e ficou com muita raiva dele).
A minha mentora fala que sou muito rancorosa, que preciso perdoar o meu pai. Explica que esta raiva que tenho dos homens vem também de minha personalidade ainda bruta, que trago de várias vidas, porque sempre fui um homem de batalhas, guerras, de muito comando, de liderança. Foram várias encarnações como homem, quase todas. Apesar de ter um coração bom, preciso ter mais sensibilidade, exercitando mais a ternura. Por isso que, desta vez, vim na encarnação atual como mulher.
Ela me diz que através do esforço e de muita vontade poderei conseguir avançar bastante na vida atual, melhorando assim os meus sentimentos. Desta forma, vou aprender a gostar mais de mim, e, consequentemente, dos outros também”.- Pergunte à sua mentora espiritual por que desde sua adolescência você não tinha atração sexual por ambos os sexos? – Peço à paciente.
“Diz que faz parte de minha aprendizagem, por conta de um passado promíscuo e muito desregrado como homem. Não tendo atração sexual por ninguém, tive que aprender a me doar mais, ser mais amável no trato com as pessoas, valorizando-as mais afetivamente do que sexualmente e, com isso, ser responsável com os sentimentos alheios.
Enfim, ela fala que vim na encarnação atual como mulher para melhorar minha condição espiritual, aprendendo a ser mais humilde, mais mansa, e dar mais importância à família.
Ela me aconselha a tratar de esquecer o passado, que as coisas vão melhorar; esclarece que não tenho mais bloqueios em relação aos homens, pois tomei consciência - nessa terapia - das verdadeiras razões psicológicas. Pede para deixar que as coisas aconteçam naturalmente, que a atração sexual irá acontecer, e virá acompanhada de um sentimento de amor verdadeiro com o que eu desejo - que é com um homem. Afirma que vai ser um grande aprendizado para mim e um grande passo para minha evolução. Revela que em breve irei desfrutar de um relacionamento estável.
Pede para agradecer ao senhor (esta era a 4ª sessão) por essa oportunidade - o meu papel como terapeuta nessa terapia é buscar abrir o canal de comunicação para que o(a) mentor(a) espiritual possa se comunicar diretamente com o paciente e orientá-lo acerca das causas de seus problemas, sua solução, bem como se está no caminho certo em seu processo de evolução, de aprendizagem na encarnação atual -, e diz que agora só depende de mim trilhar o caminho do bem, pois já adquiri consciência para fazer isso (pausa).
Estou agradecendo à minha mentora espiritual por toda a ajuda que ela me deu nos momentos mais difíceis, o aprendizado de agora, e sua proteção (pausa). Ela fala que esse tratamento chegou ao final, mas, como a rotina da vida nos leva a erros e tentações, aos vícios, fala que se eu precisar, serei intuída por ela a procurar o senhor novamente.
Diz que está feliz por ter podido me ajudar, e agradece mais uma vez ao senhor a oportunidade de ter entrado em contato comigo, através de seu trabalho”.


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Shimoda
é terapeuta com mais de 40 anos de experiência e 60 mil sessões de regressão já realizadas. Criador da Terapia Regressiva Evolutiva TRE, professor e pesquisador das terapias integrativas e do desenvolvimento espiritual, com atuação dedicada ao estudo da consciência, dos processos terapêuticos profundos e da formação de novos terapeutas. Reconhecido por sua abordagem ética, responsável e acolhedora, Osvaldo Shimoda desenvolveu e estruturou metodologias terapêuticas que auxiliam pessoas em seus processos de autoconhecimento, equilíbrio emocional, expansão da consciência e desenvolvimento espiritual.
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