O que mais você almeja em sua vida?

O que mais você almeja em sua vida?

Autor Osvaldo Shimoda

Assunto Vidas Passadas
Atualizado em 11/11/2009 15:47:35


Encontrar a sua alma gêmea?
Ser mãe? Saúde plena? Um casamento feliz? Harmonia familiar? Reconquistar a pessoa amada? Sucesso financeiro e profissional? Equilíbrio, paz interior?
Enfim, o que mais você deseja de coração, do fundo de sua alma?


Saiba que, para conseguir o que quer, é imprescindível responder a quatro questões fundamentais:
1) O que preciso mudar, ou abrir mão?
Na vida nada vem de graça, tudo tem a sua contrapartida, o seu sacrifício para conseguir o que almeja;
2) Que preço vou ter que arcar com essa mudança?;
3) Estou disposto a pagar esse preço?;
4) Vou realmente pagar esse preço?

Na TRE (Terapia Regressiva Evolutiva) – A Terapia do Mentor Espiritual - Abordagem psicológica e espiritual breve, criada por mim, conduzindo mais de 7000 sessões de regressão de memória, aprendi (e continuo aprendendo) com as sábias orientações do mentor espiritual (ser desencarnado diretamente responsável pela nossa evolução espiritual) de cada paciente acerca da origem de seus problemas e sua resolução. Nessa terapia o paciente, ao se comunicar com o seu mentor espiritual, descobre a perfeição da vida e o quanto estava vendo-a de forma limitadora. Mas por que essa visão restrita que temos dela, de seu funcionamento?
A resposta está no “véu do esquecimento” do passado (barreira da memória que se manifesta em todos nós em forma de amnésia), que nos torna ignorantes, inconscientes acerca de nossas vidas pregressas. Por conta disso, há muitas indagações e poucas respostas em relação ao que nos aflige, nos angustia. Muitos querem entender a vida sob uma ótica cartesiana, lógica, linear, achando que ela é uma ciência exata.
Jung, o grande psicanalista suíço, gigante da psicologia, discípulo de Freud, dizia que “O consciente é uma pequena ilha localizada no mar imenso do inconsciente”. Realmente, somos mais inconscientes do que conscientes, por conta desse “véu” que encobre o passado, principalmente de outras encarnações, e que nos impede de saber a causa de nossos problemas e mazelas. Mas se a sabedoria da vida estendeu esse véu sobre o nosso passado, devemos respeitá-lo.

Por isso, na TRE, é sempre o mentor espiritual do paciente que irá descortinar -ou não-, o véu de seu passado, pois é ele quem sabe se o mesmo está preparado para a regressão de memória. O mesmo ocorre também em relação à progressão de memória (revelação futura) quando o mentor espiritual assim julgar necessário.
Certa ocasião, um paciente indagou ao seu mentor espiritual por que motivo -apesar de seus esforços, dedicação e competência profissional-, não era bem sucedido profissional e financeiramente...
O mentor espiritual lhe respondeu:
“Para ter sucesso, não basta ter competência profissional, esforço e dedicação; é preciso se expor, mostrar às pessoas sua competência, o seu talento. Se quiser ter sucesso, precisa abrir mão de sua vaidade, pois teme o julgamento alheio, o que as pessoas vão pensar de você.
Lembre-se: quem faz sucesso se sobressai, aparece e, com isso, é visado. Sendo assim, as críticas e opiniões contrárias ocorrerão inevitavelmente. Quando abrir mão de sua vaidade e se expor, sem receio de defender suas idéias, agindo de acordo com suas convicções, se mostrando como é verdadeiramente, pode ter certeza de que terá sucesso em sua empreitada”.

Num outro caso, uma paciente queria entender o por quê de seus sucessivos fracassos amorosos. Ao conversar com o seu mentor espiritual numa das sessões de regressão, este lhe revelou: “O que você chama de fracasso em seus relacionamentos afetivos, não o considere dessa forma, pois lhe está sendo reservada a pessoa certa. Esta sim é o ser destinado a você. Mas, para que isso ocorra, é necessário que ambos estejam maduros para que haja o encontro. Para isso, você precisa abrir mão de sua intolerância, individualismo, querer verdadeiramente compartilhar a sua vida com ele. Não é o caso dele, pois ele está pronto para isso.
Saiba que ele está só aguardando as suas mudanças para que ambos estejam prontos para esse encontro, ou melhor dizendo, reencontro, pois ele já foi seu esposo numa vida pretérita”.

Caso Clínico:
Por que tive que ser adotada e separada de minha família biológica?
Mulher de 30 anos, solteira


A paciente veio ao meu consultório querendo entender por que teve que passar pela experiência da adoção.
Caçula de uma família de seis irmãos, aos 6 anos de idade a paciente foi adotada por uma família onde sua irmã mais velha cuidava do bebê de sua patroa. Nunca aceitou ser retirada de sua família biológica para morar numa família estranha. Apesar de ter sido bem acolhida e tratada com todo respeito e carinho pela família adotiva, sempre a incomodou o fato de não ser filha de sangue dessa família. Sentia-se abandonada pela ausência de seus pais biológicos (a mãe veio a falecer quando a paciente tinha 2 anos e não se sabia o paradeiro do pai, pois ele havia abandonado os filhos).
Sentia também uma carência profunda, um vazio que não conseguia preencher. Por conta desse sentimento de abandono, quando um namoro era desfeito, isso reforçava sua crença de que “não era digna, merecedora de ser amada verdadeiramente”. Não acreditava, portanto, que um dia pudesse constituir sua família e ter um relacionamento estável no casamento.
Apesar de ser querida e amada por sua família adotiva, era comum ficar triste, quieta se recolher, isolando-se. Sentia-se travada, bloqueada, não conseguia se abrir, compartilhar seu íntimo com essa família, pois se sentia muito constrangida em se expor. O outro motivo que a levou ao meu consultório era sua depressão, por conta de não conseguir atar e nem desatar com o seu companheiro atual, com inúmeras idas e vindas nesse relacionamento. Moravam juntos, mas tinha que procurar uma nova moradia, pois ambos haviam rompido novamente o relacionamento.Após o relaxamento inicial (era a segunda sessão de regressão, sendo que na primeira a paciente não conseguira regredir) pedi para que ela atravessasse o portão -recurso técnico que utilizo nessa terapia, e funciona como um portal que separa o presente do passado, o mundo terreno do mundo espiritual,– assim me relatou:
“Não me vejo atravessando o portão, fico parada, não consigo atravessá-lo... A impressão que tenho é de resistência de minha parte. É medo e resistência”.

- Medo do quê? - Pergunto à paciente.
“Sinto medo de saber a verdade, de que se atravessar esse portão vou saber de coisas dolorosas, ou seja, do que fiz em vidas passadas... Agora o portão sumiu, não estou vendo mais nada. Estou totalmente ligada aqui em seu consultório, eu me desconcentrei”.
É importante esclarecer ao leitor que em alguns casos o paciente não consegue atravessar o portão e, com isso, regredir ao seu passado devido a dois tipos de bloqueio: a) Bloqueio interno (psicológico): Criado pelo próprio paciente, decorrente de experiências dolorosas, traumáticas de seu passado nesta vida (infância, nascimento, útero materno) ou de vidas passadas. Portanto, não regride por medo de revivenciar essas experiências.
b) Bloqueio externo (interferência espiritual externa): É o espírito obsessor –desafeto de seu passado, desta ou de outras vidas– que bloqueia, sabota, não deixando o paciente se concentrar na sessão de regressão e assim “atravessar o portão”.
Nesses casos, quando o paciente não consegue regredir ou mesmo conversar com o seu mentor espiritual para receber suas orientações acerca da causa de seu(s) problema(s) e sua resolução, peço o auxílio da médium Ana Claudia para que, em estado de transe, acesse o campo de energia do paciente servindo de ponte para que ele possa se comunicar com o seu mentor espiritual. Se for necessário, a sensitiva incorpora-o também.

Vou transcrever na íntegra o que a mentora espiritual da paciente passou para Ana Claudia em relação à causa de seus problemas, resolução, bem como revelações futuras de sua vida (quando necessário, o mentor espiritual faz uma progressão, isto é, revelações de acontecimentos futuros da vida do paciente):
“A paciente numa vida passada se chamava Lúcia; era uma mulher que nunca estava satisfeita com o que tinha. Ela se casou com um homem que se chamava Olavo e tiveram 13 filhos. A família biológica de hoje é formada por seus filhos dessa vida passada; todos foram vendidos ou trocados por algo que ela e seu marido precisavam, como: boi, cavalo, galinhas, etc.
Olavo não queria, não concordava com essa troca, mas ela era muito autoritária e acabou impondo sua vontade. Sua mãe biológica da vida atual, já falecida, está bem lá no plano espiritual, esperando novamente a oportunidade de voltar a reencarnar como sua filha. Na verdade, sua família adotiva foi um bálsamo para que a paciente não sofresse tanto (pausa).
Quem está aqui no consultório, com muita mágoa, obsediando-a e fazendo com que ela sofra é o Olavo, seu marido dessa vida passada. Vejo-o triste, olhar perdido e chora muito. Está muito arrependido por ter vendido seus filhos naquela vida pregressa, diz que queria ter a oportunidade de voltar atrás e consertar seu erro, mas sabe que não pode mais fazer isso.
O nome da mentora espiritual da paciente é Anita e está me dizendo:
“Ela já aprendeu a lição na vida presente, pois passou por todos os percalços com muita resignação. Agora deverá encontrar a mulher maravilhosa que é cultivando o sentimento de gratidão por ter sido adotada na vida atual por essa família que a acolheu com muito carinho.
Em relação à sua família biológica, todos já a perdoaram, ficou somente ela que ainda se cobra muito. Anita revela ainda que a pessoa na qual a paciente irá constituir uma família já está pronta. Mas, para que isso ocorra, só falta ela se perdoar e não mais se sentir uma vítima, uma coitada.
Apesar de ter feito o que fez naquela vida passada, ela teve seu (Dharma, que em sânscrito significa “Lei natural”, crédito a receber, fruto de boas ações praticadas em vidas passadas, como na vida atual) dharma(*), pois aprendeu -através da dor- a valorização da família.
Olavo não será mais um problema, não irá mais obsediá-la, pois será levado à luz, e quem sabe terá a oportunidade de reencarnar vindo também como seu filho”.

- Eu vou encontrar o meu lugar, o meu canto de moradia? – Paciente pergunta à sua mentora espiritual.
Ana Claudia, sensitiva, responde: “Sua mentora diz que sim, mas, para isso, pede para que você agradeça de coração à sua família adotiva, abrindo mão de seu orgulho, não se sentindo constrangida em se abrir e pedir ajuda e orientação para eles. Ela pede também para você ser mais firme com o seu atual companheiro, não se envolvendo mais com ele porque irá fazê-la se desvirtuar de seu verdadeiro caminho, pois não é o homem certo para você. O homem certo, conforme foi revelado anteriormente por sua mentora espiritual, só espera a sua mudança interna para se aproximar de você.
Ela reitera dizendo que o que você veio aprender na vida atual é a valorização familiar, o que não fez na vida passada.

Finaliza, agradecendo ao senhor, Dr. Osvaldo, e a mim, e afirma que, graças a essa terapia, ela teve a oportunidade de se manifestar e conversar com a paciente para orientá-la melhor acerca de seus problemas, bem como em sua evolução espiritual”.


estamos online   Facebook   E-mail   Whatsapp

Shimoda
é terapeuta especializado em Terapia de Regressão TRE, com foco em autoconhecimento, transformação emocional e integração de experiências de vida. Atende em seu consultório em São Paulo.
Site: www.osvaldoshimoda.com.br
Tel.: (11) 99286-4497 (agendamentos)
Visite o Site do Autor

Saiba mais sobre você!
Descubra sobre Vidas Passadas clicando aqui.

Gostou?   Sim   Não  
starstarstarstarstar Avaliação: 5 | Votos: 1

Deixe seus comentários:


Veja também


As opiniões expressas no artigo são de responsabilidade do autor. O Site não se responsabiliza por quaisquer prestações de serviços de terceiros.

Siga-nos:
Youtube     Instagram     Facebook     x     tiktok

 


  Menu
Somos Todos UM - Home