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A PASSAGEM

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A morte não é nada. Eu só me esgueirei até o quarto ao lado.
Eu sou eu, você é você. Seja o que for que tenhamos sido um para o outro, ainda somos.
Chama-me pelo meu nome de sempre. Converse comigo daquele forma espontânea que você sempre usou.
Não use um tom diferente. Não faça um ar forçado de solenidade ou sofrimento.
Ria como sempre ríamos das brincadeiras que nos divertiam.
Brinque... ria... pense em mim... reze por mim.
Deixe meu nome ser o nome familiar que sempre foi.
Deixe que seja pronunciado sem ênfase, sem um fantasma ou sombra nele.
A vida tem todo o significado que sempre teve. É a mesma que sempre foi.
Não há absolutamente nenhuma quebra de continuidade.
O que é a morte além de um pequeno acidente?
Por que devo ficar fora de seu coração só porque estou fora de sua vista?
Estou esperando por você – esse é só um intervalo.
Em algum lugar muito perto – virando a esquina.
Está tudo bem.

(Tirado de um sermão feito por Henry Scott Holland, no Domingo de Ramos de 1910)


Recebido de:
Maria José Gomes da Silva Nery
E-mail: [email protected]


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