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ALMAS PEREGRINAS

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Em sua natureza essencial, todos os seres humanos são ao mesmo tempo espirituais e extraterrestres. São almas peregrinas viajando pelo Cosmos, numa jornada aparentemente evolutiva. A diferença entre eles é que alguns já experimentaram viver em muitos mundos diversos, fazendo parte de várias civilizações. Eles são, portanto, carregados de bagagem e capazes de repassar conhecimentos nos orbes em que encarnam. Numa visão espiritualista, os humanos seriam faíscas divinas formatadas em modelos biológicos, ou seja, efetivamente perfeitos pela própria origem.
Ao redescobrir e aceitar esta verdade fundamental, a pessoa pode almejar a retirada de todo o imenso conteúdo de conceitos psico-sociais que possui, que fortalece o ego e reduz a essência divina do ser, acorrentando sua consciência.

Envolvido por falsos deuses, enganado por sociedades secretas e mantido cativo por religiões e governos – um movimento gigantesco que alguns chamam de Matrix –, o ser humano é arrebanhado e retido como um animal em cativeiro. Tem pouca ou nenhuma informação sobre sua origem, missão e destino. E sabe menos ainda sobre os detalhes do conjunto dos demais seres que, como ele, constituem a raça humana. Assim, somente ao tentar quebrar todas essas correntes de forças, impostas contra nossa vontade ou nossa consciência, poderemos vivenciar uma realidade cósmica superior, livre de amarras e livre, inclusive, da atuação nefasta de seres extraterrestres descompromissados com nosso bem-estar.

Sobre isso, vejamos um caso ocorrido na década de 70, nos arredores da Floresta Nacional de Ipanema, em Araçoiaba da Serra, uma típica cidade interiorana à 120 km de São Paulo. Vamos chamá-lo apenas de Caso Maestro. A Floresta, sediada na Fazenda Ipanema, abriga um conjunto de monumentos históricos de grande relevância para nosso país. Foi nesse local que aconteceu uma sucessão de fatos insólitos com bolas e formas luminosas, seres avançados e outras “realidades”. O protagonista desses episódios é pessoa culta, bem formada e inteligente, até então totalmente cético quanto a possibilidade de tais manifestações. Com espírito crítico e questionador, deparou-se com seres dimensionais que transformariam sua pessoa.

Certo dia, em seu sítio, Maestro avistou um UFO do qual surgiram duas formas humanóides pouco definidas no contraste da noite. Eles se comunicaram com a testemunha através do que chamamos de “pacotes de informação mental”, uma espécie de telepatia em que idéias, dados e sua compreensão são transmitidos de forma aglomerada, impossível de explicar. Este foi o primeiro de uma série de encontros, através dos quais surgiu para o protagonista a possibilidade de contatar sua verdadeira essência humana.
“Compreendi que há um grande poder que não se manifesta fora do ser vivo. Ele está adormecido dentro de nós e espera que o despertemos. Sua força é ilimitada e pode gerar capacidades que a imaginação nem sabe conceber. Uma vez devidamente solicitado, esse grande poder nos fornece faculdades novas e fabulosas”, disse Maestro.

O contato em Araçoiaba da Serra progrediu e os seres se comunicaram várias vezes com a testemunha. Entre outras coisas, falaram sobre algumas das possibilidades latentes em nossa natureza essencial. Descreveram a Maestro como se tornar invisível, ágil ou ubíquo, e como se transformar em algo imponderável e indestrutível pelo fogo ou outro elemento. Falaram ainda sobre como é possível se comunicar através da mente com qualquer outro ser vivo. Para essas criaturas, mover massas colossais e visitar qualquer parte do universo era algo comum. Por sua natureza, são imortais e podem dar novas formas a si mesmos. Poderiam ainda materializar-se em qualquer lugar, interferir nos acontecimentos e perceber tudo à distância.

E o mais importante de tudo é que todas essas façanhas, segundo os estranhos visitantes, também estariam à disposição dos seres humanos, pois também teríamos poder para isso. Porém, é preciso antes aprender a agir de maneira sublime, livres das amarras do ego, que deseja tudo para si. E agir de forma sublime é colocar como prioridade as necessidades da nossa espécie, da humanidade ou do conjunto dos seres vivos em geral, em detrimento de nossas necessidades individuais. Essa premissa nos remete à oração de São Francisco de Assis, que garantia que “...é dando que recebemos; é perdoando que somos perdoados; e é morrendo que nascemos para a vida eterna”. Morrer, nessa expressão, significa vencer nosso ego.
Conexões Holográficas — Nada no universo está desligado de um conjunto. Tudo faz parte de tudo. O universo, na verdade é um holoverso – de natureza holográfica – onde o todo está nas partes, ínfimas que sejam, e essas partes interagem com o todo. Ao tentar comprovar essa definição, a ciência hoje postula a Teoria dos Campos Morfogenéticos, nos quais os seres vivos interagiriam e influenciariam uns aos outros, independente das distâncias que os separam. Quando um ser de uma determinada espécie assimila algum conhecimento, o conjunto de todos os seres dessa mesma espécie, de alguma forma intangível, cresce juntamente. Todos os membros dessa comunidade acabariam por assimilar o mesmo conhecimento, em qualquer lugar em que estejam.

Nesse holoverso não há coincidências: tudo tem uma razão coerente de ser, um sincronismo perfeito.
Portanto, muito do que é classificado hoje como algo místico, poderá num futuro próximo ser considerado ciência pura. Somos seres formados basicamente de água e, portanto, sujeitos a “marés internas” – tanto quanto em nosso planeta as manifestam as marés oceânicas, por influência da gravidade da Lua. Nosso satélite há milênios encaixa-se perfeitamente sobre o Sol, produzindo eclipses exatos. Protetora natural da Terra, a Lua absorve para si quase a totalidade de meteoros que pretendiam atingir nossa superfície. E ainda assim a ciência vê nesse processo um mero acaso, como a própria origem da vida no planeta. E utiliza o princípio da Navalha de Ockham, que “corta” as explicações mais complexas em função das mais simples.

Tal método é no mínimo uma atitude anticientífica, pois a verdadeira ciência busca a verdade, seja lá qual ela for, tenha o formato que tiver. Criar uma tendência ou buscar o reducionismo à simplicidade nas explicações não condiz com a mentalidade aberta, que necessariamente um cientista deve ter para promover os saltos importantes do conhecimento humano. Se a navalha fosse usada desde os primórdios, as estrelas seriam furos na cortina da noite, os meteoritos não existiriam e a Lua seria apenas uma bola de queijo. A ciência é um caminho natural para o saber. Entretanto, precisamos manter a flexibilidade mental, ter um espírito inovador e a certeza de que ainda há muito a desvendar.

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