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As Cartas de Cristo (Carta 9 - Parte 3) – A essência libertadora da Mensagem Crística

As Cartas de Cristo (Carta 9 - Parte 3) – A essência libertadora da Mensagem Crística
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Uma vez que eu compreendia a natureza de nossa FONTE do SER, poderia com confiança impor as mãos sobre um homem paralítico e levantá-lo, restituindo a sua plena saúde. Quem poderia comparar esses conhecimentos com as ridículas leis tradicionais dos Sacerdotes? Os Sacerdotes, os Fariseus e todo o resto desses religiosos embusteiros, sabiam que nenhum deles poderia fazer tais coisas e, por essa razão, odiaram-me quando desafiei sua autoridade, detestaram-me pela minha força diante da oposição e insultaram-me por atrair as multidões quando alguma cura era feita e ninguém poderia negar.
Aí estava, em plena luz do dia para que todos pudessem ver, um ato de amor que os Sacerdotes asseguravam que somente Deus poderia fazer – portanto eu deveria ser filho de Satanás! E ainda mais, não viam a cura como um ato de amor, mas como uma inexplicável blasfêmia e usurpação do papel “de Deus”. Acusaram-me de “vangloriar-me” dos meus poderes mágicos, mas não podiam dizer-me como eu havia adquirido tais poderes e, portanto, decidiram que eu deveria ser um filho de Belzebu.
Agora que expliquei a situação, deve ficar claro para você que lê estas palavras – como era claro para mim naquele momento na Palestina – que a hierarquia inteira do Judaísmo era composta por homens autocentrados, confusos e cheios de autoimportância que viveram unicamente de acordo com as normas e leis. Quando desafiados a usar suas mentes e seus cérebros, não puderam lidar com isso e caíram em espasmos emocionais de virulenta indignação. Era de se espantar que no momento em que fui levado ao conselho, mantivesse a tranquilidade e me negasse a comunicar com mentes tão obtusas?
Sim, realmente estive ali na Palestina, há dois mil anos. Vivi entre os homens e mulheres simples que haviam sido ensinados a temer Jeová de uma maneira muito real e que estavam obcecados com o pagamento dos sacrifícios na fogueira, para afastarem o castigo imposto pelos seus pecados. Eu fui criado e doutrinado no medo de Jeová, – mas havia nascido para despertar os Judeus do seu longo sono de mitos e falácias – para livrá-los de sua opressiva história de guerras e derramamento de sangue, de disputas e discussões, da exigência de uma cabeça pela perda de um olho, do esconder e varrer para baixo do tapete os pecados que não tinham importância se não fossem descobertos. E se fossem descobertos, então todo o peso da Lei Mosaica cairia sobre a cabeça do pecador sem compaixão ou misericórdia, nem sequer um pensamento hesitante sobre as verdadeiras circunstâncias que envolviam a transgressão.
Como eu havia nascido com a missão de abrir as mentes e os corações dos Judeus à Realidade que deu a eles a vida e o ser, desde pequeno rejeitei os ensinamentos Judaicos. Algo profundo e secreto do meu instinto espiritual rebelava-se contra a antiquíssima intenção Judaica de deixar que outro ser vivo carregasse a responsabilidade e “pagasse o preço” pela sua própria teimosia e pecado. Mais do que isso, eu não podia aceitar que um “Deus”, que supostamente havia criado tal mundo maravilhoso, se alegrasse com o sacrifício pelo fogo de parte de sua própria criação, a qual ele provia abundantemente. Era-me impossível ter respeito por tais crenças e práticas sem lógica. Depois da iluminação no deserto, cresceu apaixonadamente minha rejeição às tradições Judaicas.
Da mesma forma que vim com um corpo humano há dois mil anos para resgatar a nação Judaica de um monumento de práticas religiosas artificiais, opressivas e inventadas pelos homens, venho agora através do Canal destas Cartas, distribuídas no mundo inteiro. Venho para deixar absolutamente claro que a “Religião Cristã” de nenhuma forma reflete a minha verdadeira mensagem CRÍSTICA, nem como eu a havia ensinado na Palestina, nem neste momento, no qual as Cartas provocarão a fúria e a condenação dos “Cristãos” ortodoxos. A Religião Cristã, tal como se apresenta neste momento, é simplesmente uma miscelânea de pensamentos confusos provenientes das recordações seletivas dos meus discípulos, das conceituadas pregações de Paulo e de outros escritos antigos.
Mais tarde, quando faltava ao Cristianismo o efeito visual impactante dos deuses e deusas Romanos, a Religião Cristã foi ornada com recursos “teatrais convenientes” para impressionar aqueles que o Império Eclesiástico de Roma desejava atrair para o seu cercado. Posteriormente esse império impôs às pessoas crédulas tributos monetários ainda mais injustos do que os impostos exigidos pelo secular Império Romano sobre as nações conquistadas. Nem mesmo César exigia pagamento para que as almas ganhassem a sua entrada no céu!
Talvez você se pergunte por que sou tão explícito em minha repulsa ao “Judaísmo” e ao “Cristianismo”. É vital para o sucesso da distribuição de minha MENSAGEM CRÍSTICA, que as pessoas compreendam plenamente a verdadeira natureza das religiões que mantiveram a humanidade presa em suas garras até o século vinte. Enquanto não se derem conta das bases míticas nas quais edificaram todas as suas convicções, será difícil para as pessoas se livrarem das suas crenças tão amadas.
Por favor, entenda que, quando faço tais afirmações me refiro à “Religião Cristã”, aos “princípios da fé”, ao “dogma” e à “teologia”. Não me refiro àquelas grandes almas espirituais que buscaram e continuam buscando a Deus e a Verdade para além do dogma e das crenças. Muitas dessas pessoas têm recebido a minha inspiração em suas mentes e corações, mas têm medo de deixar suas preciosas crenças. Estão bloqueadas pelas práticas religiosas. É chegada a hora para que se desprendam delas e cresçam em espiritualidade e compreensão de sua verdadeira FONTE DO SER e para que levem as suas congregações com elas.

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