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As Cartas de Cristo (Carta 4 - Parte 12) - O homem e a mulher são duas metades iguais de um todo

As Cartas de Cristo (Carta 4 - Parte 12) - O homem e a mulher são duas metades iguais de um todo
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As mulheres que são respeitadas, amadas e protegidas devem igualmente respeitar, amar e oferecer repouso de espírito e corpo ao seu companheiro, nutrindo a capacidade que ele tem de dar-se a ela. Uma mulher que não nutre o seu companheiro de maneira solícita, com ternura e amor, está privando o seu espírito masculino da vontade de perseverar ao enfrentar as dificuldades que encontra no mundo exterior. Ele buscará seu consolo em outra fonte – homens ou mulheres – bebida ou drogas – ou isolando-se dentro do lar, o que não será de nenhuma utilidade para sua companheira ou para os filhos. Logo, homens e mulheres têm a mesma responsabilidade de cuidar e amar um ao outro.
Assim como o Homem deve aprender a canalizar, diariamente, o “Aspecto-Pai” da Consciência Divina na família e no trabalho, do mesmo modo a Mulher deve aprender a expressar o “Aspecto-Mãe” da Consciência Divina em sua vida diária.
O acesso aos Reinos Celestiais será negado àqueles que negam esta Verdade, até que tenham aumentado sua percepção espiritual e, com a ajuda da oração, tenham mudado suas atitudes. Somente quando sua visão tiver se elevado acima da percepção humana terrena de “masculino e feminino”, – e ido além de seus desejos terrestres e dos impulsos do ego, – em direção à Realidade da qual adquiriram seu “ser”, poderão escapar da roda da reencarnação e encontrar a entrada para a Felicidade e a Glória definitivas.
Se dentro de uma cultura a mulher é considerada simplesmente uma “posse”, um objeto dos desejos do homem e não é tratada como uma mulher, absolutamente igual ao homem, tal cultura não compreendeu a verdadeira natureza do homem e da mulher.
O homem e a mulher são duas metades iguais de um todo.
Quando o homem é solteiro e vive só manifesta somente um aspecto de sua FONTE do SER, e, quando a mulher vive só e solteira, ela também manifesta apenas um aspecto de sua FONTE do SER.
A INTENÇÃO DIVINA da CONSCIÊNCIA UNIVERSAL foi a de expressar SUA própria totalidade através da criação, ao individualizar, na forma física, cada um dos dois aspectos de SI MESMO igualmente equilibrados, e depois voltar a uni-los na forma física, a fim de que eles experimentem a unidade e a totalidade da CONSCIÊNCIA DIVINA, de onde originalmente obtiveram a sua individualidade.
Ao unirem-se no amor e unidade de espírito e corpo, eles descobrem a alegria e o êxtase da CONSCIÊNCIA UNIVERSAL em equilíbrio. (Todo esse processo é exposto claramente nas CARTAS 5 e 7). Portanto, a combinação da masculinidade do homem e a feminilidade da mulher são essenciais para formar uma “totalidade” elaborada a partir da FONTE do SER. Desta combinação forma-se uma criança íntegra.

Quando estive no deserto da Palestina, primeiro compreendi que a natureza primordial da Criatividade da CONSCIÊNCIA UNIVERSAL, nossa FONTE do SER, era a INTENÇÃO. A Intenção de criar, planejar e desenhar – e depois levar adiante esse projeto, ao cultivá-lo, alimentá-lo, curá-lo, protegê-lo e satisfazer todas as suas necessidades de maneira disciplinada.
Tanto o homem quanto a mulher evoluíram em forma física e em consciência para experimentar a INTENÇÃO e expressá-la de todas as maneiras possíveis em suas vidas. Este é o primeiro ato de criatividade.
Sem INTENÇÃO não haveria CRIAÇÃO.
A INTENÇÃO é a origem de – e atravessa – toda a existência.
A INTENÇÃO define a natureza da ação – amorosa ou destrutiva.
O homem e a mulher foram individualizados para experimentar e formular a INTENÇÃO em suas vidas. Este é o primeiro impulso da criatividade.
O homem e a mulher também foram individualizados para experimentar e expressar a FORÇA da VONTADE.
A FORÇA da VONTADE no HOMEM se experimenta e se expressa, principalmente, como Atividade. Em sua forma primitiva – ele sai para o meio ambiente para realizar sua intenção. Portanto, ele veste o manto de líder e de buscador. Ele foi individualizado para pensar e trabalhar, para realizar seus propósitos sem o obstáculo das emoções.
A FORÇA da VONTADE na mulher é motivada e experimentada, principalmente, como Sentimento – a Necessidade de Nutrir a INTENÇÃO original e levá-la, decididamente, à plenitude – maturidade – através do processo de cuidar, alimentar, vestir, corrigir, ensinar e proteger.
O PROPÓSITO é totalmente distinto da INTENÇÃO, já que o propósito desce do plano mental da intenção e se transforma num impulso emocional, num desejo de formular “um meio de alcançar o fim desejado”.
Uma “INTENÇÃO potente para fazer algo”, converte-se no PROPÓSITO que está por trás de toda a existência. Desta maneira, combinam-se o pensamento com o sentimento para realizar o trabalho da criação.
O homem está constantemente caminhando em busca de novas ideias, novas maneiras de cumprir suas intenções, para dar-se um propósito na vida.
As intenções femininas são “propósitos personificados”, sensíveis e estáveis, preparados para fazer sacrifícios por aqueles que ama.
Assim, os dois IMPULSOS básicos na FONTE do SER – expressos na forma física como homem e mulher – são interdependentes. Um não poderia sobreviver sem o outro. Ambos são necessários para a continuidade da criação.
Por causa de sua mobilidade masculina e seu impulso de liderança, o homem considerou-se superior à mulher. Isto é porque ela permanece estável, criando segurança para o homem. Mas o impulso feminino é o impulso do amor incondicional, um impulso digno do mais alto respeito e consideração, que a capacita para florescer e realizar seu propósito inato dentro do lar em paz mental e com alegria.
O papel do homem é o de prover segurança física e meios materiais de subsistência para a família.
O papel da mulher é o de prover segurança emocional e os recursos emocionais para a realização pessoal e a alegria no ambiente familiar.
No passado, tanto no Oriente como no Ocidente, o homem exerceu seu papel dominante dentro do lar, tornando a mulher submissa e obediente à sua vontade. Ao fazer isso, desviou e distorceu as energias da Consciência Divina e as canalizou, através de sua mente e coração, para uma civilização distorcida.
Ele também distorceu a consciência da mulher, infundindo nela um profundo ressentimento pelo seu papel submisso, que ela sabe por intuição que não deveria suportar. E assim, ele criou um modo de vida degradado e degradante para si e para sua companheira, inteiramente em conflito com a NATUREZA de sua FONTE do SER.

Leia também a Parte 60
Leia também a Parte 62

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