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Autoestima: uma chave para a vida a dois

Autoestima: uma chave para a vida a dois
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Não adianta: a pessoa pode ser linda, ter um bom emprego, morar num apartamento maravilhoso, dirigir um carrão. Também pode ter um papo ótimo, ser agradável, gentil e sensual. Se, apesar de tantas qualidades não tiver uma boa autoestima, dificilmente conseguirá conquistar alguém ou, o que é mais complicado, manter a conquista.
A autoestima é a mola propulsora de uma série de outros sentimentos fundamentais", diz a psicóloga Vilma Ferreira.
Quando a pessoa se sente segura em relação a si mesma e se gosta, torna-se carismática. Além disso, não desenvolve sentimentos negativos de autodepreciação, como possessividade, medo de perder e ciúme", afirma. A autoestima elevada também nos impede de embarcar em relacionamentos complicados, doentios ou equivocados, porque a intuição funciona como um alarme.

Você tem uma boa autoestima quando...

- gosta de si mesmo(a), por isso se valoriza. Não se deixa maltratar nem aceita menos do que sabe que merece. Mas também não é arrogante nem tem mania de grandeza.
- é seletivo(a) e não se envolve com qualquer pessoa. Sabe escolher bons amigos e bons parceiros. Não se liga a alguém por carência afetiva ou sexual.
- tem autoconfiança e sabe defender suas crenças e pontos-de-vista. Por isso, não sai por aí concordando com o que os outros dizem apenas para ser agradável. Nem se deixa ficar arrasado(a) pela atitude ou palavras de outra pessoa. Respeita a opinião alheia mas sabe o que quer.
- tem autorrespeito e sabe se colocar. Não admite ser destratado(a) nem compactua com comportamentos que vão contra os seus valores. Por saber se respeitar, respeita a todos, sem julgamentos. Sabe que cada um vive um estágio de consciência e é responsável por si.
- é alto astral, alegre e otimista. Acredita no futuro e em si mesmo(a). Não perde tempo com desânimo nem aluga os outros com reclamações.
- não é vítima de sentimentos negativos como ciúme, possessividade, insegurança. Trata-se de alguém que se garante!
- não aceita tornar-se um refém do próprio passado, por mais difícil e doloroso que ele tenha sido. Sabe que a vida acontece aqui e agora e que não é por acaso que o presente se chama "presente".

Fernanda Dannemann
https://coracaodescoberto.zip.net/arch2006-02-05_2006-02-11.html


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