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Deixando de Fumar

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O mal e o bem da abstinência

Quem deixa de fumar geralmente experimenta um conjunto de sintomas desagradáveis que variam em intensidade e duraçãode 24 horas a dois meses, em média. É a síndrome da abstinência, que se caracteriza por inquietação, ansiedade, nervosismo, fadiga, perturbações do sono e do ritmo cardíaco, dificuldade de concentração no trabalho e, naturalmente, intensa vontade de fumar. O motivo é a supressão da nicotina, um alcalóide presente nas folhas do tabaco; sua ação no sistema nervoso central cria a dependência, cujos mecanismos ainda são desconhecidos. É isso que explica o pouco êxito das drogas antagônicas à nicotina.

Depois de uma tragada, as substâncias tóxicas do fumo chegam ao pulmão, vão para o sangue e se difundem pelo organismo. Quando a nicotina chega ao cérebro, aumenta a produção de substâncias que através da circulação atingem o coração. Sem a nicotina, o organismo passa por uma readaptação. Livres do monóxido de carbono (que combinado com a hemoglobina do sangue acaba limitando a oxigenação do organismo), as células tornam a respirar. A irrigação sangüínea se normaliza e a pele recupera o viço. Sem as substâncias tóxicas do fumo, que lesam as papilas gustativas e o nervo olfativo, os ex-fumantes redescobrem cheiros e sabores. Com a desintoxicação do cérebro, o sono também melhora.

Antes obeso do que fumante

Pesquisadores ingleses descobrem que é melhor deixar de fumar, ainda que isto signifique engordar.
Alguns fumantes reclamam que, ao deixar o vício, engordaram - e a obesidade, alegam, ofereceria à saúde tantos riscos quanto o cigarro. É verdade que o apetite aumenta ao se abandonar o fumo. É também verdade que," enquanto o cigarro faz elevarem-se os riscos de câncer de pulmão, enfisema, bronquite e derrame, o excesso de peso aumenta as chances de diabete, artrite e reumatismo. Não é verdade, porém, que entre esses males não haja um menor. Pesquisadores ingleses chegaram à conclusão de que o obeso corre menos perigo de morrer de doença do que o fumante - gordo ou magro - de um maço por dia. A balança, portanto, não serve mais de álibi para se continuar fumando.

Fonte: Superinteressante

Aproveite e leia: como me separei do cigarro... clicando no link abaixo...

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