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DO NADA AO MUNDO

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Transcendi de minha essência
Estive em ti, aqui e acolá.
Voltei pra mim
E não era mais eu...

Senti-me como um estranho no ninho
Com palavras vazias...
Confrontando com ausência de rostos!
E o silêncio era como uma colorida melodia.
Silêncio!

- Sou silêncio dentro do todo do mundo.
Mundo!

- Sou um mundo nas órbitas dos mundos.
Órbita!

- Sou órbita nos pensamentos coletivos...
Nada!
- Sou nada diante do Tudo!

Dei por mim
Como um córrego represado
Uma correnteza querendo transbordar
Rumo ao mar distante.

Compreendi os caminhos
Escorreguei por entre os dedos do Destino
Virando horas vazias...

Ao longe,
No infinito horizonte
Encontrei, enfim, minha morada!
Pois, sou tudo... e não sou nada.

Hellen Katiuscia de Sá

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