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Nosso Lar e Experiência Religiosa

Nosso Lar e Experiência Religiosa
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Quando soube que o filme Nosso Lar seria lançado, imaginei que este seria um momento de dádiva e teste para o Espiritismo. E, agora, o momento chegou.

O filme, como toda outra peça de comunicação, está exposto a críticas de todos os tipos. Como filme, realmente ainda não podemos dizer que tenha alcançado o ponto de um grande filme comercial americano. É só um passo em direção a filmes com orçamentos mais abastados, mas está bem longe dos filmes com efeitos de alta qualidade, etc.

Mas eu tenho percebido algumas críticas que acabam julgando certos conceitos religiosos, o que leva ao julgamento de valor sobre a religião. E é nesse momento que as emoções se inflamam e que a coisa descamba para o lado pessoal.

Porque, então, eu que frequento certa religião sei de coisas que quem nunca a estudou não vai entender e vai questionar, obviamente. E é aí que mora o perigo.

Alguns espíritas agem como se realmente fossem os donos da verdade, portadores de um segredo que os tornam superiores aos outros mortais. Muitos exageram na dose, achando que quem for contra suas ideias vai acabar se dando mal, numa dicotomia céu/inferno digna dos tempos medievais. O que só confirma a tese de que a religião é linda, mas os homens são imperfeitos e a distorcem. Ou seja, uma religião que deveria ser baseada na humildade acabou virando sinônimo de certa arrogância velada, afastando muita gente dos centros.

Amigos, tomar Nosso Lar como o resumo do plano superior é como tomar uma gota pelo oceano. A cidade Nosso Lar foi retratada por um espírito, lá no início do século passado e é apenas uma das enésimas colônias espalhadas por todo o globo terrestre, estando num nível mais denso. Imagine então as inimagináveis camadas do plano astral sobrepostas até o infinito.

Sempre que consideramos a parte pelo todo estamos tendo uma micro-visão das possibilidades. Então, não dá para sair por aí julgando a doutrina por uma representação cinematográfica de uma das colônias apenas. E isso vale tanto para quem é espírita quanto para quem não é.

Mas, qualquer que seja a forma apresentada, a minha alma saiu muito feliz do cinema, com a impressão de que seria necessário assistir ao filme Nosso Lar uma vez por dia para aprender (relembrar) muitas lições. Acho que a principal delas é: HUMILDADE. Humildade para assumir os próprios erros, humildade para abandonar o ego e descobrir que todos somos um, humildade para saber que nossos conhecimentos estão muito aquém do que imaginamos, humildade para começar de novo...

Uma das palavras que ficaram na minha mente foi: Reforma. É preciso coragem para assumir suas sombras, seus medos, suas falhas de caráter e muita força de vontade para começar uma grande reforma pessoal. E não é uma questão de esforçar-se para dar uma de bonzinho e ir para o céu da Viagem, fugindo do umbral. É simplesmente em razão de encontrar a nossa essência que é de amor e luz, é uma atitude para nossa própria e plena felicidade. Quem não quer ser plenamente feliz (aqui ou em qualquer plano)?

O céu e inferno já existem dentro de cada um de nós e o que a alma faz depois da morte é simplesmente seguir o caminho que já vínhamos trilhando. Você cria seu mundo por meio de pensamentos e ações, lembra? O que vale para agora, vai valer para sempre, as regras são matemáticas e não mudam no meio do caminho.

Estamos sempre unidos (e desunidos) por afinidade. E essa afinidade vai definir tudo em nossas vidas, encarnadas ou não. E acho que esse ensinamento foi de certa forma transmitido pelo filme, principalmente para aqueles que estavam abertos a ouvir e, principalmente, a sentir a mensagem.

Paz!

*Este texto é resultado de meu aprendizado/ minha experiência religiosa conjugada ao filme Nosso Lar. Este é o MEU entendimento, estou aberta a escutar a SUA experiência. Obrigada pela visita.

Por: Isabela Medeiros
https://www.respostadavida.blogspot.com


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