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O QUE É FELICIDADE?

O QUE É FELICIDADE?
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Felicidade é algo sobre o qual pensamos bastante!
Definir a felicidade é quase impossível. Procuremos então uma definição negativa. Se conseguirmos determinar o que a felicidade não é, talvez sejamos capazes de compreender o que significa ser feliz.
Em primeiro lugar, a felicidade não é possuir uma porção de coisas. Nós vivemos numa sociedade impregnada de um espirito exacerbado de competição no que tange a aquisição de bens. Quanto mais, melhor. Mas se fosse esta a receita da felicidade não haveria tantos infelizes entre os ricos e poderosos. Tampouco haveria pessoas simples e felizes.
A felicidade não resulta de casas faraônicas ou carros importados ou peles ou jóias. Pelo contrário, lemos no Talmud, quem aumenta suas posses, aumenta suas preocupações. A felicidade não depende de uma multiplicidade de bens, quem possuir dois automóveis não tem o dobro de felicidade de quem só tem um carro. Felicidade não é sinônimo de luxo nem de conforto material.
Em segundo lugar, a felicidade é frequentemente confundida com divertimento, mas existe uma vasta diferença entre os dois. Entreter-se com distrações, por mais agradáveis que sejam, não leva a verdadeira felicidade. Quem viaja a lugares distantes e exóticos, na esperança de encontrar a felicidade, está fadado a decepção. Porque, ao chegar a Tiberíades , ou Tanzânia, ou Tibete, ou Taiti, descobre que levou consigo toda sua bagagem de problemas que o torna infeliz. Fugir dos problemas não traz a felicidade. Tão pouco provém a felicidade do prestígio, do sucesso ou da reputação. Podemos ser famosos e conceituados e, mesmo assim, continuarmos frustrados, insatisfeitos, infelizes.
Bem, então já sabemos o que a felicidade não é. Mas o que é a felicidade? Qual é o segredo da felicidade? Como podemos experimentar realmente a felicidade?
Algumas Sugestões:
Primeiro, parar de correr atrás da felicidade. O grande paradoxo da felicidade é que a encontramos quando não a procuramos. Quanto mais caçamos a felicidade, mais ela foge do nosso alcance. Buscar a felicidade é inútil.
Vejam bem, não há nada de errado em querer ser feliz. Errada é a nossa insistência, aquela idéia fixa de que temos que ser felizes, o direito de ser feliz, o direito de ser poupado das dificuldades e das desilusões. Quem disse que temos de ser felizes? Muita gente acredita que a felicidade resulta da ausência de sofrimento, e que uma pessoa feliz é aquela que não tem problemas.
Isto simplesmente não é verdade. Somente os mortos não tem problemas. A vida machuca a todos nós. Perdemos entes queridos, sofremos mágoas em nossos relacionamentos, fracassamos em nossos objetivos profissionais. A ausência de dor é uma condição desnecessária para a felicidade. Se fosse todos nós sonharíamos em ser vegetais, pois os vegetais não sentem dor, ou quase não sentem.
Quedas acontecem na vida de qualquer um. Feliz não é aquele que nunca leva um tombo. Feliz é aquele que levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima. É preciso ter fé e coragem para ser feliz. Este é o segundo pré-requisito. A terceira e última sugestão, não é se perguntando: "Será que eu sou feliz?" Um bom passo em direção a felicidade é manter-se ocupado, na loja ou em casa, no escritório ou na cozinha, em nossa profissão, no trabalho voluntário, ou na comunidade. A felicidade não é um subproduto da realização, um estado de espírito que resulta de perceber seu próprio valor. Experimente parar de pensar na felicidade e se dedicar inteiramente a suas tarefas cotidianas. É bem provável que você descubra que se sente imensamente feliz.
Um jornal de Londres ofereceu um prêmio a pessoa mais feliz da cidade. Foram três os vencedores: um artesão que trabalha assobiando, uma jovem mãe que cantarolava a noite, depois de dar banho ao seu bebê, e um cirurgião que sorria ao terminar uma operação bem sucedida. Estes três indivíduos não estavam buscando a felicidade, estavam totalmente absortos em suas tarefas. Através do ato de fazer com amor seu trabalho cotidiano, eles abriram a porta da felicidade e ela entrou de mansinho.
Uma pessoa produtiva geralmente é feliz. Quando a gente não tem o que fazer, a cabeça se enche de minhocas e a gente fica infeliz. Se vocês ouvirem alguém reclamando: "Eu ando tão ocupado, não tenho tempo para nada!", deve ser alguém muito feliz.
Meus amigos, em vez de desejarmos uns aos outros muita felicidade, vamos tomar a decisão de tornar nossa vida compensadora - neste ano e em todos os anos vindouros.
VAMOS CAMINHAR COM A CERTEZA DE QUE VIVER VALE A PENA.

Rabino Henry I. Sobel

Recebido de Jorge Carlos Costa


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