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O Resgate Possível

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É crescente a quantidade de pessoas que, sob as mais diversas justificativas, vivem na dependência de um variado receituário de drogas. O número de usuários é tamanho que se pode dizer que enquanto alguns mais desequilibrados “viajam” no caminho da autodestruição através do álcool, da cocaína, do crack, etc., outros vivem submetidos ao consumo de drogas aparentemente legais que lhes proporcionam alívios passageiros e sintomáticos de seus mal-estares e sensações desconfortáveis, e que, ao mesmo tempo, os levam a fugir do enfretamento de seus desafios cotidianos.

Segundo o psicólogo americano Claude Steiner: “O uso de drogas para obtenção do bem estar corporal inclui fumar cigarros, tomar aspirina e, é claro, usar barbitúricos, sedativos, anfetaminas e similares, bem como as drogas acima da conta tomadas para modificar sensações corporais. As pessoas, desde cedo em suas vidas, são impedidas de experenciarem seus corpos e de saberem o que neles causa sensações boas ou más. Se uma pessoa está com dor de cabeça, a pergunta usual não é ‘por que eu fiquei com dor de cabeça?’, ou, ‘A que situação injuriosa específica expus meu corpo para que ele agora esteja produzindo esta dor de cabeça?’, mas, sim, ‘Onde está a aspirina?’. Este modelo básico é o modelo de todo o consumo de drogas”.

Traduzindo esse preâmbulo, podemos dizer que um número considerável de pessoas não reflete por que necessitam tomar uma pílula para dormir, ou, tragicomicamente, por que precisam, às vezes, de outra pílula para manterem-se acordadas. Não se indagam de onde vem a sua ansiedade, a sua depressão, o seu medo ou outro mal-estar qualquer. Perdem o contato com sua realidade íntima, quando poderiam melhor conhecer e interpretar suas sensações e seus sentimentos. Por preguiça ou irracionalidade, para muitos se afigura mais fácil buscar o apoio numa droga do que procurar melhor entender as razões das suas inquietações ou desequilíbrios. E o que resulta dessa submissão à ilusão das drogas, são pessoas que perdem a capacidade de sentir amor, prazer, tristeza, alegria ou de vivenciar qualquer outro sentimento autenticamente. “Vivem quase o tempo todo em suas cabeças, desligadas do resto do corpo”, como afirma também o estudioso do comportamento humano acima citado. E mais, se tão pouco sabem do próprio corpo, muito menos têm ciência da sua mente, da harmonia necessária entre ambos.

Alguém pode estar se perguntando e daí, como se faz para sair dum quadro desses? É impossível dar aqui neste espaço uma sugestão mais profunda. Porém é possível adiantar que é importante para qualquer pessoa nessa situação de dependência, restabelecer o contato consigo mesma para conhecer as razões que a levaram a viver da maneira que vive. Se for bem feito esse contato, essa viagem reflexiva, é possível, aos poucos, conhecer as causas dos seus transtornos e, a partir daí, investir toda sua energia e motivação na redefinição de seu modelo existencial, na recuperação da sua auto-estima e na construção de um novo projeto para sua vida.

Pessoas que verdadeiramente se amam, nutrem-se de conhecimento, lucidez, amor, alegria, espiritualidade, elementos que, entre outros de igual quilate, proporcionam serenidade, harmonia e paz.

Boa Reflexão e viva consciente.

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e-mail: [email protected]
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