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SOMOSTODOSUM KIDS - A NAVALHA

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Era uma vez uma navalha de excelente qualidade, que morava numa barbearia. Um dia em que a loja estava vazia ela resolveu dar uma voltinha. Soltou-se do cabo e saiu para apreciar o lindo dia de primavera.
Quando a navalha viu o reflexo do Sol em si mesma, ficou surpresa e encantada. A lâmina de aço lançava uma luz tão brilhante que, subitamente, com excessivo orgulho, a navalha disse a si mesma:
- E eu vou voltar para aquela loja de onde acabei de fugir? É claro que não! Os deuses não podem querer que uma beleza tal como a minha seja desonrada desta maneira. Seria loucura ficar aqui cortando as barbas ensaboadas daqueles camponeses, repetindo sem cessar a mesma tarefa mecânica! Será que minha beleza foi realmente feita para um trabalho desses? Certamente não! Vou esconder-me num local secreto e passar o resto da vida em paz.
E em seguida foi procura um esconderijo onde ninguém a visse.
Passaram-se meses. Um dia a navalha teve vontade de respirar ar fresco. Saiu cautelosamente de seu refúgio e olhou para si mesma.
Ai, que acontecera? A lâmina estava horrorosa, parecendo uma serra enferrujada, e não refletia mais a luz do Sol.
A navalha ficou muito arrependida pelo que havia feito e lamentou amargamente a irreparável perda, dizendo:
- Oh, como teria sido melhor se eu tivesse conservado em forma a minha linda lâmina, cortando barbas ensaboadas! Minha superfície teria permanecido brilhante e minha borda afiada! Agora aqui estou eu, toda corroída e coberta de uma horrível ferrugem! E não há nada a fazer!

Moral da Estória:
O triste fim da navalha é o mesmo que sucede às pessoas inteligentes que preferem ser preguiçosas a usar seus talentos. Essas pessoas, assim como a navalha, perdem o brilho e a parte afiada de seu intelecto, sendo logo corroídas pela ferrugem da ignorância.
Leonardo da Vinci

VIVEMOS NUM MUNDO INTERATIVO

Se observarmos o mundo em que vivemos, vamos notar que enxergamos os objetos porque a luz incide sobre eles, se reflete e impressiona nossa retina. Esse, é um processo interativo. Quando estamos num cômodo completamente escuro, apesar de sabermos que está cheio de objetos, não conseguimos vê-los com nossos olhos físicos, pois a luz não incidiu sobre eles.
O mesmo ocorre com nossa própria imagem. Você já observou que nós só conseguimos ver nossa imagem através de um espelho, de uma foto, de um filme, ou refletida sobre uma superfície calma de um espelho dágua? Pense sobre isso! Até para nos enxergarmos precisamos de alguma coisa ou de alguém.
Vivemos num mundo interativo e se não compartilhamos ou interagimos, ficamos "enferrujados" e inúteis, não é mesmo?
Pense sobre isso!


Contribuição de Rose Lane Romero da Rosa - psicóloga junguiana
[email protected]
e Márcia Caminada - física e pesquisadora
[email protected]
www.epidauro.com.br


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