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VIOLÊNCIA

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Normalmente as pessoas associam essa palavra ao lado físico da questão. Porém, existem várias manifestações de violência. Para um melhor entendimento, vamos enumerar algumas formas sutis de violência, que acontecem corriqueiramente, no cotidiano de qualquer pessoa. E como se trata de algo “corriqueiro” aprendemos que isso é “normal”, fato que acho inconcebível!

Vamos a elas, então! Ocorre violência quando um ser humano invade o espaço individual de outra pessoa. “Como assim?”, nos perguntamos. Seria algo semelhante à manipulação de marionetes.

Às vezes esse controle, aparentemente inocente, é devastador para quem sofre essa manifestação de violência. Pode ser uma palavra no sentido de recriminação, discriminação, injúria, controle, rebaixamento... Enfim, infinidades de apresentações. Acredito que para educar ou travar um diálogo construtivo, formas de dominação galgadas na violência verbal, não são as mais adequadas para essa finalidade.

Num relacionamento de amizade, quando um quer aconselhar o amigo, por descuido desse afã de solidariedade, acaba por invadir a intimidade do outro. Ocorre violência a partir do momento em que passando por cima do ponto de vista do amigo, há palavras de ordem, desrespeitando a livre escolha do agir e pensar. A essa manifestação de violência, chama-se TEIMOSIA.

Num relacionamento amoroso, por exemplo, por vezes sempre há um mais controlador do que o outro, motivado pelo ciúme, (que gerado pela insegurança), acarretará numa forma de violência, exigindo do parceiro(a) reações que não são de sua índole. Invadindo assim, o espaço de atuação individual do outro. Essa violência “amorosa” chama-se IMPROBIDADE.

No campo religioso, muitos são os caminhos que nos levam a Deus, seja uma doutrina religiosa, seja o autoconhecimento ou realização pessoal motivado pelo Sentimento Divino despertado nos indivíduos. No entanto, existem pessoas que acreditam que somente sua teoria ou religião “é a que salva”. Até aí, tudo bem, pois cada pessoa é livre para pensar, agir e demonstrar aquilo em que acredita. Porém, a partir do momento em que essa liberdade de “argumentos” ganha a forma de dominação, visando uma “lavagem cerebral” no outro, ocorre violência, a qual conhecemos com o nome de INTOLERÂNCIA.

Há ainda muitas outras formas de violência não-física, mas se eu fosse estender esse texto, o espaço não caberia. Então, deixo a livre opção de cada um, em se auto-avaliar, e principalmente se colocar no lugar do outro antes de externar qualquer tipo de ação ou reação. Esse “se colocar no lugar do outro”, é uma fórmula simples para identificar a tênue linha imaginária que é a resposta da pergunta: “onde terminam meus direitos e começam os do meu semelhante?”

Não esqueçamos de que:
Teimosia gera violência.
Insegurança gera violência.
Improbidade gera violência.
Intolerância gera violência.
Submissão gera violência.
Incompreensão gera violência.
Ganância gera violência.
AMOR gera a Paz.


Hellen Katiuscia de Sá

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