A felicidade não é ausência de dor, é aprender a habitar a vida
Feche os olhos por um instante. Respire fundo. Solte devagar.
Agora perceba: o que você chama de felicidade?
Para Freud, a resposta nunca foi simples, nem romântica. Ele não acreditava numa felicidade permanente, constante, perfeita. Para ele, a felicidade humana é um equilíbrio delicado entre desejo, realidade e consciência.
E talvez isso seja libertador.
O princípio do prazer: o impulso natural de ser feliz
Freud dizia que o ser humano nasce guiado pelo princípio do prazer - a busca por satisfação e a fuga da dor.
Desde bebês, queremos conforto, afeto, alimento, calor. Isso nunca desaparece. Apenas muda de forma:
A felicidade começa aí: no reconhecimento honesto dos nossos desejos.
Mas a vida não é só prazer.
O princípio da realidade: amadurecer é aprender a esperar
Com o tempo, aprendemos o princípio da realidade. Descobrimos que nem tudo pode ser satisfeito imediatamente.
Isso dói. Mas também amadurece.
Freud diria que a verdadeira felicidade não está em realizar todos os desejos, mas em aprender a lidar com as frustrações sem perder a capacidade de amar e desejar.
Na vida real, felicidade é:
Aceitar limites sem endurecer o coração; Lidar com perdas sem desistir de viver; Continuar sensível mesmo em um mundo duro; Isso é força emocional.
O inconsciente: felicidade começa quando você para de fugir de si
Grande parte da nossa dor vem do que não queremos ver:
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