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A Chama do Amor pode reacender?

por Sandra Cecília F.de Oliveira
A Chama do Amor pode reacender?

Publicado dia 30/9/2012 em Almas Gêmeas

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A gente não sabe como aquela “coisa” começa. Se é dentro do coração, da alma ou mesmo fervilhando na mente. Como se fosse cupim destruindo a madeira, formiga comendo a folha. Não dá para segurar a “coisa” consumindo o amor. Impossível deter a morte do amor em certos casos.

Por que o amor morre? Amor é como um cristal que quando se quebra não dá mais para colar. A morte do amor é um fio tênue difícil de ser visto, mas está lá. Deixar de amar é perder a cumplicidade, a confiança e a vontade de  conviver com a pessoa amada. A sintonia vibratória do casal fica totalmente desregulada. A intimidade dá lugar ao afastamento. A admiração e a confiança cedem lugar para uma constante insatisfação. Os defeitos da pessoa amada se agigantam e se tornam intoleráveis.
As qualidades parecem não ter mais importância nenhuma no contexto amoroso. Isso pode acontecer de repente, por conta de um novo amor.

Mesmo assim, o amor não morre de um dia para o outro. É uma sequência de atitudes, comportamentos que provocam uma progressiva falta de intimidade e cumplicidade. Os sintomas da morte do amor são inúmeros: falta de admiração pelo parceiro, perda da confiança por conta de uma traição, desgaste, egoísmo, violência doméstica, ciúme doentio, entre outros. A gente pensa que é o outro que precisa mudar para o amor reacender, mas nem sempre é assim. As pessoas não têm garantias; todos nós mudamos. Agora, alguns valores morais não mudam. E você quando se apaixona, admira esses valores. Eles facilitam as atitudes amorosas que colaboram para a intensificação do amor. 

Não é a rotina ou a convivência diária que desgasta um relacionamento, mas o jeito que cada um funciona diante das dificuldades diárias e dos defeitos de cada um. O amor a dois é uma troca; tem que ser bom para os dois. Cada pessoa tem seu limite e suas regras de convivência. Quando esse limite é seriamente abalado o amor começa a morrer. Algumas pessoas acham que deixaram de amar, porque o desejo diminuiu consideravelmente e a rotina transformou seu príncipe ou princesa em reles mortal. Temos fantasias e expectativas que quando são diariamente frustradas podem acabar com a intimidade. Ambos já não sentem mais vontade de estarem juntos, o desejo diminuiu e o diálogo acabou. São sintomas graves, mas, às vezes, a crise pode ser enfrentada com alguns recursos: terapia de casal, diálogo, uma viagem a dois ou até a temida D.R (discutir a relação). Quando a crise é enfrentada, o amor amadurece e fica mais forte. 

Uma nova paixão pode acabar com um amor antes considerado duradouro. São as frágeis emoções humanas. No entanto, o amor verdadeiro não acaba de uma hora para outra. Em alguns relacionamentos, o casal se separa mesmo se amando. As dificuldades são tão graves que não há mais espaço para a convivência saudável. Geralmente, são amores passionais, ciúme doentio, transtornos psicológicos graves, alcoolismo, violência doméstica.

O tempo passa e as pessoas mudam: mudam a forma de pensar, de agir e de reagir. Os sonhos também se transformam com a ação do tempo. E, às vezes, o amor morre porque a pessoa amada não consegue mais acompanhar o ritmo da outra. 


Tentar mudar o outro não funciona e, nem mesmo, convencê-lo a ficar com você se ele não quer mais. Não mude porque o outro quer. Não force situações que em nada beneficiarão sua vida amorosa.

O que fazer quando você estiver na dúvida? Dar uma chance ou seguir em frente sozinho? Perdoar uma traição? Passar batido mesmo quando seus valores morais forem duramente atingidos? Você pode continuar amando aquela pessoa, mas jamais abdique da sua autoestima em nome do amor. Tem medo de terminar o relacionamento e enfrentar a solidão? Qual é a dor mais pungente? Qual é o seu limite? Enfrente todas as suas emoções e até o seu maior medo, mas jamais desista de amar novamente. Siga sempre sua intuição. 

A planta morta não revive mais! Um dia antes ela estava com uma folhinha verde e a raiz ainda não estava totalmente seca, mas você se esqueceu de regá-la. Lembro-me daquela frase popular:"Foi a gota dagua que transbordou o cálice!"

Não espere a plantinha murchar de vez. A ilusão do amor eterno pode mantê-lo muito seguro de si. Achará que jamais será abandonado porque a pessoa já faz parte da sua vida.O amor é cheio de fases; é pura ilusão estar sempre apaixonado. Se você pensar assim, viverá sempre de amores descartáveis e efêmeros.Abrir mão de um amor complicado pode renovar sua vida! Terminar um relacionamento recheado de desrespeito e sofrimento é renascer para uma nova vida! Deixar de amar é natural; faz parte da vida.

O amor na Terra ainda é um reencontro de almas endividadas em encarnações passadas. São atraídas por conta desse karma e da vontade de evoluir. Deus não quer que duas pessoas fiquem juntas numa corrente de ódio e de falsidade. O exercício do amor deve ser sempre uma atividade diária! Seja feliz!


Texto revisado

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Sobre o Autor: Sandra Cecília F.de Oliveira   
Possui um grupo destinado ao consolo, mensagens psicografadas no Facebook: Psicografias on line. Páginas: RELAX MENTAL, DOCE MAGIA E SANDRA CECÍLIA.
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