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A falta de romantismo nos dias atuais...



Esta semana, dia dos namorados... Nas ruas, já início da noite, sobram flores na barraca de uma senhora na esquina: “as pessoas não andam tão românticas ultimamente”... – queixa-se ao ser perguntada o motivo de ainda haver tantas flores ainda àquela hora. “Também, ali tem uma concorrência” – aponta para um vendedor do outro lado da rua. “É a crise” – tento consolá-la e ao mesmo tempo, visualizo: “realmente, os casais andam meio desligados”...

Infelizmente, pelo meu círculo de amizades, soube de alguns maridos que alegaram a “falta de tempo” para homenagear suas amadas – como se o dia dos namorados fosse uma data não prevista, movida pelo calendário lunar!

O que fazem esses homens que não estão atentos às necessidades emocionais de suas esposas/companheiras? – pergunto-me. Onde foi parar o galanteio, a atitude, a conquista e a iniciativa típicas do universo masculino?

Seriam essas ideias utópicas femininas – alimentadas por séries românticas, novelas e filmes de amor? Seria esse um arquétipo universal, à la “Romeu e Julieta” que assombra o nosso inconsciente coletivo?
O desejo de cuidar, de alimentar o carinho, de nutrir e ser nutrido, admirar, se embelezar para o outro e por que não, festejar o amor?

Celebrar o amor deveria ser a primeira motivação ao se alimentar o romantismo, como uma vela que nunca se apaga. A paixão, dizem que se consome com o tempo. Porém, o amor apaixonado, encantado, pode e deve ser estimulado com algum espírito de boa-vontade!

Para isso, precisa se alimentar a fé de que vale a pena investir nesse relacionamento – com tempo e dedicação. Depois, a criatividade é fundamental para se sair da rotina e provar a capacidade de surpreender o ser amado. Tirar um tempo para pensar no outro e investir (não apenas financeiramente, com um presente material). Mas, principalmente, com o carinho, o afeto, algo até que possa ser feito com as próprias mãos, como um cartão, por exemplo – quer coisa mais simples?

O que vale é a intenção, é se importar com o outro, verdadeiramente, com o que você sabe que faz o outro feliz. Lembrar e pensar nele, demonstrando esse afeto na prática, a fim de celebrar o encontro amoroso.

Afinal, não é todo dia que se tem oportunidades para comemorar e agradecer. Valorizar esses dias especiais, mesmo possuindo um apelo comercial, são pequenos lembretes de amor e carinho, para sairmos da rotina, do automatismo da vida.

Portanto, valorizar o encontro amoroso, que faz parte da sua vida como uma bênção sagrada, deveria ser celebrado e festejado com alegria, leveza, beleza e amor.

Assim, que Viva o Romantismo em todas as suas expressões!

Aurora

www.espacopachamama.com


Texto Revisado

Publicado dia 14/6/2018
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Autor: Ana Carolina Reis    
Responsável pelo Espaço Aurora Pachamama. Graduanda em Psicologia, pela UFCSPA. Terapeuta de Práticas Integrativas, desde 2004 (CRTH-BR 6400 ABRATH). Mestre em Seichim e Reiki (Diversos Sistemas). Cristaloterapeuta pela "The Crystal Academy of Advanced Healing Arts". Autora dos livros: "Xô, depressão!" e "A Sabedoria dos Cristais".
E-mail: crystalbungalow@gmail.com | Mais artigos.

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